Lucas Andrade
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Lucas Andrade
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Um democrata coringão
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e agora eduardo é q não vai visitar ele. olha que bonito o karma
Em 2017, Bolsonaro falou pra Eduardo que não o visitaria na Papuda.
January 15, 2026 at 10:59 PM
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"Casado com Natalia Vorcaro, irmã do banqueiro, Zettel é pastor da igreja Lagoinha e vem ganhando destaque no mundo do empreendedorismo nos últimos anos com marcas como a rede de açaí Oakberry e a academia de luxo Les Cinq."
January 14, 2026 at 11:44 AM
Sou a favor do ‘não argumente. Mande logo tomar no cu’
January 14, 2026 at 1:13 AM
Tem também o ótimo ‘Nos Porões da Contravenção’ sobre a ascensão dos bicheiros e a repressão nas áreas pobres do Rio
O cara não conhece nem história do jornalismo porque o fucking Rota 66 do Barcelos é justamente sobre a matança de preto e pobre durante a ditadura e chegando aos primeiros anos da redemocratização.
January 14, 2026 at 12:43 AM
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ô galera cês compartilham galera do site BURRÃO.COM e gritam OLHA LÁ QUE PESSOA BURRA puta que pariu, galera
January 13, 2026 at 9:34 PM
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Até topo a sugestão, desde que tenhamos muitos filmes sobre nossa estrutura escravocrata e como pessoas que se pretendem mudernas contribuem para a perpetuação da infâmia.
January 12, 2026 at 6:07 PM
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Acho que ninguém previu que um dos principais efeitos da Internet seria a descoberta coletiva e catártica de que algumas das pessoas mais burras do país escreviam regularmente nos jornais
January 12, 2026 at 7:21 PM
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Notícia da @oglobo.globo.com

"Menos estímulo, mais prazer: cafés especiais impulsionam nova cultura e estilo de vida no consumo da bebida"

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Menos estímulo, mais prazer: cafés especiais impulsionam nova cultura e estilo de vida no consumo da bebida
Antes de criar o Café di Preto, uma microtorrefação especial com proposta inclusiva, Raphael Brandão fazia parte da imensa parcela de brasileiros que consome a bebida sem grandes perguntas. A cafeína estava no cotidiano, mas nunca como uma experiência profunda. As preocupações dos conhecedores do assunto, como origem do grão, métodos de torra, notas sensoriais, formas de extração e preparação ainda eram distantes. E Drummond decretou o verão: em crônica redescoberta, poeta ironizou o AI-5 em janeiro de 1978 Carpinejar, Clarice Lispector, Harry Potter: literatura inspira tatuagens que misturam afeto, estética e memória A relação começou a mudar há cerca de sete anos, impulsionada pela expansão dos cafés especiais e de estabelecimentos dedicados a tratar a bebida como uma experiência cultural. A entrada de Brandão nesse novo universo coincidiu com a transição gradual do país para a chamada “Quarta Onda”, uma fase marcada pela tentativa de democratizar e personalizar o consumo do café especial, com foco em sustentabilidade, rastreabilidade e tecnologia. Initial plugin text O Café di Preto é um exemplo desse ponto de virada. Surgiu em 2020 com o objetivo de valorizar produtores negros na cadeia do café. Em suas redes sociais, o empresário também faz um trabalho de conscientização, ligando o consumo da bebida à identidade e à história do país. — Eu não sabia nada sobre como era produzido e sobre o seu papel na nossa cultura — diz Brandão. — Quando comecei a procurar referências de pessoas negras nessa história, vi que tinha algo errado. A população negra só aparecia relacionada à escravidão, à mão de obra forçada nos cafezais. Além do 'commodity' De acordo com estudiosos do café, a Quarta Onda ainda engatinha no Brasil, difundida em ritmo muito mais lento do que nos Estados Unidos e na Europa. Os números confirmam esse descompasso. Maior exportador do produto, o país prioriza o chamado “café commodity”, feito com grãos padronizados e negociado em larga escala a preços mais acessíveis. Os melhores lotes, cultivados com maior cuidado e potencial sensorial, continuam em sua maior parte destinados ao mercado externo. Clientes do Culto Café, no Mercadinho São José: reflexão Ana Branco/ Agência O GLOBO Um estudo divulgado em 2024 pela Associação Brasileira da Indústria de Café (Abic) revela o impacto desse modelo no consumo interno: quase 60% do café consumido no país se concentra nas categorias Tradicional (39%) e Extraforte (20%), ambas associadas a grãos de menor qualidade e torra mais intensa. O reflexo no paladar é inevitável. Ao passar por uma torra mais forte para mascarar os defeitos do grão, o produto servido no dia a dia tende a ser mais escuro e amargo, moldando a preferência nacional pelo gosto “forte”. Já na lógica dos cafés especiais, a torra mais clara preserva as características naturais do grão, revelando acidez, doçura e aromas. Novo estilo Em 2024, o café especial representou apenas 1% do consumo nacional, segundo o mesmo relatório da Abic. Embora pequena, essa comunidade vem divulgando, com a ajuda das redes sociais, um novo estilo de vida em torno do café. — O Brasil está vendo uma mudança cultural em relação ao consumo: a cafeína é menos estímulo e mais pausa, mais prazer — diz Amanda Demetrio, barista, instrutora e especialista em cafés especiais. — Essa mudança não corresponde ao maior volume de mercado, mas é uma tendência. Nós, na comunidade do café, consideramos que ainda é o inicio da história. Estamos criando uma identidade, testando novos protocolos. Em seus cursos de formação sensorial para baristas, Demetrio percebe essa mudança de mentalidade na prática. O perfil dos alunos, conta, já não se limita apenas ao profissional do setor. — Há consumidores que só querem aprender mais sobre café e melhorar a própria experiência — detalha. — Desde 2022, quando comecei como instrutora, o número de alunos nas minhas turmas dobra a cada ciclo. Há mais gente procurando café de qualidade, mais torrefações surgindo, mais cafeterias abrindo, e tudo isso mesmo diante da alta do preço do café. Sem esnobismo Idealizador da Tábikòfi, cafeteria com torrefação própria instalada na antiga Fábrica da Bhering, na Zona Portuária do Rio, Alberto Sampaio acredita que o avanço da Quarta Onda passa por um “trabalho pedagógico” contínuo junto ao público. O nome da sua marca reflete essa preocupação com as origens: em iorubá, língua de matriz africana, Tábikòfi significa “o café”. — A gente lida com pessoas que entram aqui com pouquíssimas referências e saem com outras expectativas — afirma Sampaio. — Quando voltam, já trazem experiências novas, começam a procurar cafés de determinadas regiões, como Mantiqueira ou Bahia, a se interessar por perfil de torra, por características sensoriais específicas. Isso muda completamente a relação com a bebida. Sampaio costuma dividir seus clientes em três grupos: os que têm e os que não têm nenhuma referência de bom café, e um terceiro perfil, que ele chama de tough lover — consumidores mais exigentes e bem informados. Esse último ainda é minoria, mas o grupo intermediário cresce rápido. Sampaio afirma que cerca de metade do público que chega à Tábikòfi pelas redes sociais já vem movida por um desejo claro de qualidade: —Tentamos ser pedagógicos, mas sem esnobismo. A pessoa não pode ter vergonha de pedir açúcar. Ao mesmo tempo, explicamos por que experimentar a bebida pura pode revelar outras camadas de sabor. O principal obstáculo para a expansão do café especial no Brasil, segundo o empresário, não é a falta de consumidores, mas sim de mão de obra qualificada. Juliana Ganan, da Tocaya Torradores de Café Arquivo pessoal Autocuidado Autora do livro “Por trás da sua xícara”, em que detalha como decisões agronômicas, métodos de processamento, perfis de torra e técnicas de extração impactam diretamente o resultado sensorial da bebida, a empresária Juliana Ganan afirma que o café especial se tornou um símbolo de autocuidado. — É um ritual — diz a empresária. — A pessoa acorda, escolhe o grão, mói o próprio café, pesa, prepara. São pelo menos cinco minutos de atenção plena antes de começar o dia de fato. Tem algo de contemplativo nisso, de desacelerar para depois seguir a rotina. Há dez anos à frente da Tocaya Torrefadores de Café, no sul de Minas Gerais, Ganan avalia que as redes sociais ajudaram a a desmontar a ideia de que o universo do café especial é inacessível ou excessivamente técnico. — É um luxo acessível, porque dá para fazer um café muito bom em casa sem gastar fortunas — recomenda Ganan.
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January 11, 2026 at 7:00 AM
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Uma amostra de como o governo de Romeu Zema trata a cultura e a crítica.

Após criticar salários, maestra da Orquestra Sinfônica de Minas é demitida share.google/CA8JKH1oFogB...
Após criticar salários, maestra da Orquestra Sinfônica de Minas é demitida
Única mulher a ter comandado a Sinfônica mineira em 50 anos de história, ela tinha dito que a orquestra é 'a mais mal paga deste país'
share.google
January 11, 2026 at 11:50 AM
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Bad Bunny cantando Victor Jara no Estádio Nacional

Essa é a senha pra insurreição
January 10, 2026 at 10:29 PM
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Minha mãe querendo que os filhos todos seguissem o catolicismo, daí colocava os discos do Pe. Zezinho pra truar na nossa infância. Captamos a mensagem e fomos todos convertidos... ao socialismo. Era Jesus pra cá e reforma agrária, combate à exploração do proletário e concentração de riqueza pra lá.
January 10, 2026 at 2:12 AM
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dicas de jornalismo

nem todas as reclamações de um véio broxa preso são notícia
January 9, 2026 at 4:17 PM
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Há um ano, diziam que fecharíamos 2025 com inflação de 5%, fora da meta. Hoje, o IBGE confirma o contrário: encerramos o ano com IPCA de 4,26%, dentro da meta e o menor índice desde 2018. Resultado de uma política econômica séria, que faz o Brasil crescer e protege o povo.
January 9, 2026 at 2:46 PM
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Não existe conciliação com a direita, depois do pacto pela dosimetria, Espiridão Amin (PP-SC), protocola PL que ANISTIA todos os condenados pelo Oito de Janeiro.
January 8, 2026 at 8:14 PM
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A ausência de figuras chave do congresso no ato de memória do 8 de Janeiro não surpreende considerando que desde o primeiro segundo as duas casas fizeram de tudo para normalizar a barbárie. O PL da Anistia é só a progressão natural dessa normalização
January 8, 2026 at 3:19 PM
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o Latuff desesperado neste momento ao ver que os próprios alvos da crítica já fizeram as charges explícitas que ele pretendia fazer
A post shared by the US Defence Secretary
January 4, 2026 at 11:48 AM
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se alguém ainda tinha dúvida hoje ficou claro que a direita brasileira venderia o brasil por um combo da wendy's
January 3, 2026 at 10:01 PM
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Macron à direita de Le Pen - depois ninguém se surpreenda com a vitória dos fascistas na próxima eleição presidencial
🇫🇷 Povo venezuelano está livre da ditadura chavista, diz Macron. O presidente francês afirmou que a queda de Maduro representa o fim de um regime que usurpou o poder e violou liberdades fundamentais.

Macron defendeu que Edmundo assuma a transição e disse que a França mantém contato países da região.
January 3, 2026 at 7:15 PM
Eu não sei se vocês leram as letras miúdas, mas a Caixa colocou no regulamento da Mega da Virada que o excedente do prêmio de R$ 1 bilhão vai para quitar o estádio do Corinthians 🦅
January 1, 2026 at 7:54 AM
Pilotem suas próprias cabeças 📡
December 31, 2025 at 5:02 PM
Meme da Carminha falando pra mãe Lucinda que o que ela mais preza na vida é conselho de mendiga
Lula é favorito nas eleições de 2026, porém deveria abrir mão de buscar a reeleição, sugere @economist.com

A galera só pode estar de brincadeira 🤯😒
December 31, 2025 at 1:19 PM
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O BRASIL NO FINAL DE 2025:

🍛 Menores níveis de pobreza e miséria da série histórica do IBGE*

👷 Taxa de desemprego cai para 5,2%, a menor da série histórica do IBGE*

📈 Bolsa e real têm melhor desempenho desde 2016

* = iniciada em 2012
December 30, 2025 at 11:09 PM
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Taxa de desemprego cai para 5,2% em novembro e renova recorde da série histórica jnascim.info/izPJQ8
Taxa de desemprego cai para 5,2% em novembro e renova recorde da série histórica
Número veio abaixo do esperado por analistas, que projetavam estabilidade em 5,4%
jnascim.info
December 30, 2025 at 12:16 PM
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A filhadaputagem-mor é que até a cela do Bolsonaro tem ar condicionado enquanto a gente que é pobre tá derretendo no calor.
December 27, 2025 at 5:02 PM
E caberá ao governo Lula defender a autonomia do Banco Central nesse rumo esquisito que o caso Master está tomando
December 26, 2025 at 9:45 PM