Patuna
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heypatuna.bsky.social
Patuna
@heypatuna.bsky.social
A prof do cabelo meio preto e meio rosa, especialista em colo, gerenciamento de choro, músicas repetidas 20x por dia e emocionalmente comprometida com SEVENTEEN e felinos.
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DON'T BE TRASH 🦝
January 29, 2025 at 2:05 AM
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O espírito do Natal vai entrar na sua casa.
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Você queira ou não.
December 19, 2024 at 11:11 AM
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O ano devia acabar do nada… todo mundo sabendo quando acaba pessoal fica inventando mt firula
December 19, 2025 at 11:47 PM
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Eu sei fazer leitura dinâmica, e eu odeio porque compreender é uma coisa, absorver é outra coisa e aproveitar é uma terceira coisa

Não ponha meta de leitura, de filme, de música, fazer mais não é fazer gostoso, deixa você entrar na obra e olha pro autor que é muito mais legal do que ter volume
Eu leio muito, eu trabalho o dia inteiro lendo, eu li 24 volumes da Larousse Cultural, eu li a bíblia duas vezes, e Silmarillion com os trechos em quenya só não foi mais difícil que Roteiro Para Um Passeio no Inferno da Doris Leasing
December 20, 2025 at 4:28 AM
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December 20, 2025 at 2:31 AM
Quando a Netflix comprar a Warner e o Vaticano cenas como essa serão comuns.
Nossa Senhora de Bátima rogai e vigiai por nós 🙏🏻🙏🏻
December 20, 2025 at 4:59 PM
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saiu na Folha @folha.com
December 20, 2025 at 11:58 AM
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te amo gatinho pikachu
December 18, 2025 at 2:40 PM
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Though I’m not Brazilian, I firmly believe Wagner Moura is the most deserving of this season’s BOFCA Best Actor award, and #TheSecretAgent equally deserves recognition
BEST ACTOR
Wagner Moura, THE SECRET AGENT
December 20, 2025 at 3:56 PM
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Se isso de led RGB na cara funcionasse não tinha um gamer com acne nesse mundo
essas máscara led de skincare se eu aparecer pro joão no meio da noite usando uma dessas eu fico viúva na hora
December 19, 2025 at 11:06 PM
PAGAR DIREITO QUE É BOM NADA NÉ
O Congresso Nacional promulgou a mudança na Constituição [PEC 169/2019] que permite ao professor acumular um cargo remunerado com outro, de qualquer natureza, em sessão solene nesta sexta (19). cd.leg.br/yASf9aJc6s
December 20, 2025 at 12:25 PM
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December 19, 2025 at 12:45 AM
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eu odeio essas pessoas. odeio esse desejo de acabar com tudo que foge do moldezinho ridículo da vida delas. odeio essa tentativa de simplificar o mundo porque são burras e não conseguem lidar com a complexidade. e desprezo quem vê tudo isso acontecendo e ainda acha que não é grande problema.
"Men are men. Men can never become women. Women are women. Women can never become men."
December 18, 2025 at 4:58 PM
Foi aqui q eu desmontei. É por esse reconhecimento e amor que eu vivo! Esse lindo foi meu aluno ano passado e na homenagem pras profs desse ano ele me solta uma dessas... Não tô pronta pra passar pelos corredores e não ouvir mais ele gritando meu nome só pra dizer que me ama.
December 19, 2025 at 10:02 PM
Mais um ano letivo finalizado 🙌🏻 Um ano cheio de desafios e muitas emoções.
December 19, 2025 at 9:32 PM
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Arte
December 18, 2025 at 2:02 AM
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você registra, avalia e faz fichamento de todos os filmes e séries que você vê porque você é maluco por produtividade

eu registro, avalio e faço fichamento de todos os filmes e séries que eu vejo porque eu tenho uma memória que apaga tudo e começa do zero toda quinta-feira

nós não somos iguais
December 18, 2025 at 3:17 AM
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Choco Binto
meu personagem original
não copiem
September 5, 2024 at 8:07 PM
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É tão frustrante viver em um país conservador que a gente não consegue nem discutir temas como aborto e eutanásia, autonomia corporal e implicações éticas porque somos comandados por um grupo de pessoas que acha que o livro da religião DELES é o guia de 210 milhões de pessoas.
Notícia da @oglobo.globo.com

"‘Precisamos falar de morte todos os dias’, diz Andreas Kisser, que criou associação pela eutanásia no Brasil depois da morte da mulher"

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‘Precisamos falar de morte todos os dias’, diz Andreas Kisser, que criou associação pela eutanásia no Brasil depois da morte da mulher
Eu e minha esposa, Patrícia, estávamos juntos há 32 anos, com três filhos, quando, em janeiro de 2021, durante a pandemia, veio o diagnóstico de câncer colorretal. Ela foi para o hospital com dores que pensávamos que era pedra nos rins. Um ano e meio antes ela teve pedra no rim, e naquela época não tinha nenhum câncer. Mas o tumor apareceu de uma forma muito repentina e forte. Foi uma surpresa, não imaginávamos que fosse ser algo tão sério. A partir dali começamos o tratamento, que envolveu duas cirurgias e a quimioterapia. No início, foi um processo razoavelmente positivo, porque ela estava com muita força de lutar. Não chegou a perder todo o cabelo, encarava a situação de uma forma muito positiva, apesar da seriedade. Em setembro, fez a última quimioterapia. O tumor sumiu, ficamos muito felizes. Eu faço parte do grupo “Os Pitais”, que leva a música e promove festas em ocupações, hospitais, creches e asilos, onde muitas pessoas estão abandonadas ou passando por dificuldades de saúde, psicológicas. Como o câncer tinha ido embora, Patrícia pediu uma festa para celebrarmos. Infelizmente não deu tempo, porque o câncer voltou com tudo. E foi um processo muito mais difícil, porque a autoestima dela foi lá para baixo. Os últimos seis meses de vida foram muito difíceis. Foi a partir daí, principalmente nos últimos dias, que percebi que, como cidadão brasileiro, eu estava muito mal preparado para lidar com uma situação como essa. Sobre as possibilidades a serem discutidas que não foram colocada mesa, como a de eutanásia, de levá-la à Suíça para exercer o direito de escolha, como fez Antônio Cícero. Não sabia que existia o hospice movement, que são hospitais específicos para fim de vida, focados na dignidade. Descobri, por exemplo, que só 4 a 5% dos hospitais do Brasil têm equipe de cuidado paliativo. E eu, com todas as condições financeiras, seguro de saúde, educação, não sabia de nada porque isso não é falado. A morte não é discutida por causa de medo, por preconceito. Eu não sabia que poderia falar “não” para um médico, por exemplo, negar um tratamento. São tantos detalhes que aconteceram em apenas uma semana. A Patrícia na cama, apertando a maquininha de morfina, e e eu perguntando para a equipe por que não se fala de eutanásia, não se fala de morte. Por que a maioria dos hospitais não tem cuidado paliativo, que não é só a morfina, é cuidar das pessoas ao lado, ter psicólogos, fisioterapeutas, médicos, tudo para dar um conforto no fim da vida. Precisamos jogar na mesa da sociedade brasileira esse elefante gigantesco que é a morte. A Patrícia falava sobre o fim da vida de uma maneira muito leve. Desde que nos conhecemos, ela brincava: "quando eu morrer, não vai esquecer meu pijama, meinha, cobertor e travesseiro porque eu não quero ficar desconfortável e nem passar frio no caixão". Ela falava isso para todo mundo, todos ríamos. E quando ela faleceu, todo mundo sabia o que ela queria. Aí eu percebi que precisamos falar de morte todos os dias. Desde que nascemos, na infância, na adolescência, as fases da vida vão passando, e a morte pode acontecer a qualquer momento. Falar de morte sem preconceito, sem tabu, porque ela não é uma punição. Como você vai ter medo de uma coisa que é inevitável? E nós podemos nos preparar melhor para esse momento, que é tão doloroso. Por isso, criei o movimento Mãetrícia, para estimular a sociedade a falar sobre esse assunto. É uma página no Instagram onde temos informações, parcerias com o pessoal do Infinitus, Morte sem Tabu, todos que abordam o cuidado paliativo e o tema da morte assistida. E, quando a Patrícia morreu, falei com o pessoal do “Os Pitais”: "vamos fazer aquela festa que não conseguimos com a com ela em vida". E aí nasceu o PatFest, de uma vontade de celebrar a vida e a morte da Patrícia, que me ensina tanto até hoje. Mais recentemente, também participei da fundação da associação Eu Decido. Lá, buscamos a criação de uma lei específica para termos o direito de escolha da morte assistida no país. Que um brasileiro não precise sair do país para exercer esse direito de liberdade de escolha, como o Antônio Cícero fez. Minha função é divulgar, usar o meu alcance como músico para falar sobre assunto. A carta do Cícero foi um presente para a sociedade brasileira. Uma coragem, um amor, uma empatia com o próximo em externar a situação de uma maneira real e verdadeira. Mas a maioria do povo brasileiro que necessita ou quer usar a eutanásia não tem dinheiro para ir à Suíça. Podemos melhorar muito. Vemos o avanço em outros países, como o Uruguai, que aprovou agora, Portugal, Colômbia, Peru. Aqui no Brasil nem se fala disso. Precisamos achar a melhor maneira de colocar essa possibilidade. E não estamos falando de uma obrigação, para a pessoa ser “contra” ou “a favor”, mas sim de uma escolha pessoal de cada um, por isso o nome "Eu Decido". As pessoas devem ter autonomia para pensar na sua própria morte, escolher o que querem para si. Você pode ter a sua crença religiosa, a sua crença política, você vai ser respeitado por isso. E eu quero ser respeitado pela minha vontade de ter essa possibilidade disponível aqui no Brasil para todos que veem isso como uma alternativa. Essa é a nossa luta. Ficamos muito surpresos com o número de associados na “Eu Decido”, foi muito maior em poucos meses do que esperávamos. Percebemos que tem muita gente que quer ter essa opção. No Uruguai, esse direito demorou 20 anos para sair do papel, em Portugal, 30. E que demore 30, 50 anos para conseguirmos aqui, mas em algum momento precisamos começar essa luta. Estamos perdendo o espaço em relação ao resto do mundo, mas estou muito feliz que estamos acordando para esse tema. Obviamente, sabemos que o Brasil é um país extremamente conservador. Mas só queremos não ser obrigados a aceitar a falta de escolha porque meu vizinho acha que eu não devo fazer devido às suas crenças. É um tema polêmico, sem dúvidas. Mas todo mundo vai morrer um dia, independentemente se é de direita ou de esquerda, homem ou mulher, são paulino ou corintiano. No Brasil, é muito difícil você falar de qualquer tema polêmico, de aborto, legalização de drogas, eutanásia. Mas esse é um tema que atinge todo mundo. E tem muita gente fazendo um trabalho fantástico para colocar esse assunto em pauta. Existem muitas possibilidades para crescermos como país e encarar essa situação com mais preparo. Tudo no final é sobre informação. Quero que as pessoas possam buscar isso, perguntar nos hospitais e conversar com seu próprio médico de confiança sobre suas possibilidades diante de uma doença grave. Entender o que existe, o que está acontecendo fora do Brasil e buscar o que é melhor para si. A morte não é uma inimiga, não é um fator a ser vencido a todo custo. A morte é uma professora. Quanto mais a respeitamos, mais viveremos o presente, a intensidade do dia a dia, os relacionamentos com amigos e família e não deixaremos as coisas para amanhã. * Em depoimento ao repórter Bernardo Yoneshigue
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December 17, 2025 at 11:49 AM
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eu vou tomar um tacacá dançar curtir beber qboa
December 13, 2025 at 2:55 PM
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Como ser uma pessoa legal tutorial 2025 grátis ( ´ ω ` )
December 15, 2025 at 12:04 PM
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É mto engraçado pq parece q vai cair um PRÉDIO, aí ela encosta no chão e...

*fronc*
December 15, 2025 at 7:44 PM
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December 16, 2025 at 3:14 PM
Estou ciente e quero continuar
"vocês que estão no bluesky vcs se acham mas na verdade vcs tão é numa bolha" FOI EXATAMENTE ISSO QUE EU PROCUREI PRA MINHA VIDA PORRA
December 17, 2025 at 12:45 AM
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"Eu não luto para vencer. Eu sei que vou perder. Eu luto para ser fiel até o fim. A minha perspectiva é o fracasso, porque nesse sistema se eu não fracassar, é porque eu aderi a ele."

Padre Júlio Lancellotti
December 16, 2025 at 11:00 AM