nascida e criada
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poa always on my mind
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Tribunais de contas Brasil afora são redutos de parlamentares picaretas, criminosos (Brazão e cia), bicheiros, esposas e parentes de políticos etc

A maior parte não tem a mínima competência.São instrumentos do poder legislativo que quando convém expandem competências e quando não,fingem de mortos
January 6, 2026 at 1:09 AM
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Os EUA são a segunda maior fonte de males do mundo (a primeira é o homem hétero)
January 5, 2026 at 10:31 PM
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a conversa de bar sobre ganhar na mega sena é muito engraçada porque rapidinho os números perdem o sentido e vc tá falando coisas tipo "mas gente 1 milhão de reais não é NADA"
December 31, 2025 at 1:36 PM
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Emendas secretas, pagar deputado fujão, obras sem sentido, despesas com gabinetes parlamentares, aumento pro judiciário. NADA DISSO RENDE EDITORIAL. Mas o que quebra o país e o empregador é dar 30 reais de aumento acima da inflação.
December 30, 2025 at 10:03 AM
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pra mim tá claro q o objetivo do duolingo não é ensinar idioma e sim vender para o usuário a impressão de que ele tá fazendo algo produtivo enquanto joga mais um jogo de celular basicamente igual candy crush
December 30, 2025 at 11:34 AM
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É só inventar que a água é de esquerda que a turma aqui boicota
December 26, 2025 at 1:28 PM
uma pena porém q a descoberta só serve aos interesses da escória política nacional
December 27, 2025 at 4:52 PM
aparentemente a grande imprensa descobriu agora q juízes das altas cortes têm vários advogados na família q se beneficiam do prestígio
December 27, 2025 at 4:51 PM
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Fácil demais ser liberal no Brasil. Coloca tudo pro mercado e se não der o lucro esperado porque uma doença mortal e altamente contagiosa prejudicou o mundo inteiro, é só pedir pro estado cobrir o prejuízo.
A Artesp (Agência de Transporte do Estado de São Paulo) entende que 13 concessionárias de estradas paulistas têm direito a receber mais de R$ 2 bilhões do estado de SP pela queda de arrecadação delas com pedágios durante a pandemia da Covid-19 www.metropoles.com/colunas/deme...
SP atende concessionárias e pagará R$ 2 bilhões por perdas na pandemia
Pagamento é referente a queda de arrecadação nos pedágios durante a pandemia
www.metropoles.com
December 20, 2025 at 9:04 PM
comida de aeroporto sempre ruim, vc já chega com expectativa baixa, mas nem assim melhora a experiência
December 20, 2025 at 6:39 PM
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Emenda impositiva é uma caixa de Pandora que o Eduardo Cunha abriu e ninguém nunca mais vai fechar. Já tomou a maioria dos legislativos estaduais e agora tem até municípios querendo regulamentar emenda impositiva. É o maior prejuízo à administração pública desde sempre, não tem paralelo comparável
December 19, 2025 at 9:32 PM
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Qdo vc vê a PF atacando corrupção, RECEITA FEDERAL acabando com fraudes, PRF achando drogas, IBAMA destruindo garimpo, LEMBRE-SE:

- São SERVIDORES PÚBLICOS atuando contra CRIMINOSOS com MUITO DINHEIRO!

- NÃO É ATOA q a DIREITA e a farinha Lima querem diminuir o serviço público
December 19, 2025 at 8:06 PM
mas é bandido
December 19, 2025 at 10:07 PM
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Luis Foda-se mesmo
🚨🎰 AGORA | No apagar das luzes do ano útil e atendendo liminar da Associação Nacional de Jogos e Loterias, Fux suspende proibição e permite que beneficiários do Bolsa-Família e programas sociais possam apostar nas bets.
December 19, 2025 at 9:59 PM
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Tirou R$ 391 milhões do seguro-desemprego e R$ 207 milhões no abono salarial,
-Reduziu o Auxílio Gás de R$ 5,1 bilhões para R$ 4,7 bilhões;
- O Pé-de-Meia caiu de R$ 12 bilhões para R$ 11,5 bilhões;
- Cortou de R$ 262 milhões em bolsas da Capes e R$ 72 milhões

Congresso inimigo do povo
Congresso aprova Orçamento de 2026, com R$ 61 bilhões em emendas e cortes na Previdência e no Pé-de-Meia .
Congresso aprova Orçamento de 2026, com R$ 61 bilhões em emendas e cortes na Previdência e no Pé-de-Meia
O Congresso Nacional aprovou nesta sexta-feira o projeto da Lei Orçamentária Anual, relatado pelo deputado Isnaldo Bulhões, do MDB, que define o orçamento federal do próximo ano. O texto fixa o salário mínimo em R$ 1.621, projeta superávit de R$ 34,5 bilhões e reserva R$ 61 bilhões para emendas parlamentares. Também ajusta gastos obrigatórios, como Previdência e o programa Pé-de-Meia, seguindo as regras do arcabouço fiscal e incorporando medidas de arrecadação já aprovadas pelo Legislativo. Correios: sindicatos em greve devem manter 80% do efetivo trabalhando, determina o TST PLR é obrigatória? Recesso desconta férias? Tire dúvidas sobre direitos no trabalho no fim do ano A proposta orçamentária aprovada prevê um superávit de R$ 34,5 bilhões e alocou um total de R$ 61 bilhões em emendas parlamentares em ano eleitoral. Para chegar a esse montante de emendas, o Congresso cortou benefícios previdenciários e bolsas do programa Pé-de-Meia. Na Previdência, o texto impôs uma redução líquida de cerca de R$ 6,3 bilhões. Os gastos totais de benefícios previdenciárias sairão de R$ 1,071 trilhão para R$ 1,065 trilhão. O relatório de Bulhões fez uma série de cortes e acréscimos na proposta orçamentária. O corte na Previdência preocupou o governo e, na avaliação de técnicos, deve exigir o bloqueio de recursos ao longo do ano. Como se trata de gastos obrigatórios e de difícil controle, a tendência é que eventuais frustrações de receita ou pressões adicionais recaiam sobre despesas discricionárias, exigindo bloqueios para garantir o cumprimento da meta fiscal. O relatório de Bulhões fez uma série de cortes e acréscimos na proposta orçamentária. Para permitir ampliar as emendas parlamentares, o Congresso também: Tirou R$ 391 milhões do seguro-desemprego e R$ 207 milhões no abono salarial, Reduziu o Auxílio Gás de R$ 5,1 bilhões para R$ 4,7 bilhões; O Pé-de-Meia caiu de R$ 12 bilhões para R$ 11,5 bilhões; Cortou de R$ 262 milhões em bolsas da Capes e R$ 72 milhões; Bulhões disse que não apresentou estudos sobre os cortes na Previdência e que isso "só a construção mesmo do relatório”. A respeito do incômodo do governo com os cortes, afirmou que ter matido "o que foi possível e solicitado a mim”. A votação ocorreu após atraso na tramitação do Orçamento, que só foi concluída no fim do ano em razão da necessidade de aprovar previamente medidas de arrecadação consideradas essenciais para o fechamento das contas de 2026. O relatório final incorporou mudanças aprovadas ao longo da última semana, como a taxação de bets, fintechs e do juro sobre capital próprio (JCP). Emendas A maior parte dos cortes foi feita para permitir ampliar as emendas parlamentares no ano que vem. Emendas são um pedaço do orçamento cuja destinação é escolhida pelos parlamentares. Dos R$ 61,1 bilhões de emenda do ano que vem, R$ 49,9 bilhões têm execução obrigatória — ou seja, precisa ser feita paga pelo governo. Desse total:s R$ 26,6 bilhões são em emendas individuais, divididas por todos os deputados e senadores; R$ 11,2 bilhões em emendas de bancada estadual; e R$ 12,1 bilhões em emendas de comissão permanente da Câmara e do Senado. Os outros R$ 11,5 bilhões foram incluídos por emendas de bancada e de comissão em despesas dos ministérios e ficarão sob controle do governo. O Executivo não é obrigado a executar esses recursos, mas eles costumam ser usados para negociações políticas. O relatório faz referência ainda à decisão do Supremo Tribunal Federal, que impôs limites ao crescimento das despesas com emendas parlamentares. A interpretação adotada é que o Orçamento pode ser aprovado com os valores previstos, cabendo à fase de execução compatibilizar os gastos com o teto de despesas e a meta fiscal, se necessário. Na Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) de 2026, governo e Congresso negociaram um calendário para pagamento de emendas que estabelece que mais da metade terá de ser paga no primeiro semestre. Meta fiscal O Orçamento aprovado prevê um superávit de R$ 34,5 bilhões nas contas do governo — ligeiramente acima da meta de R$ 34,3 bilhões. Para se chegar a este valor, o texto incorpora medidas de arrecadação aprovadas pelo Legislativo, como a tributação de bets, fintechs e o juro sobre capital próprio (JCP), além do corte linear de incentivos fiscais. Também conta com um aumento de Imposto de Importação que ainda precisa ser efetivado. Conforme o arcabouço fiscal, há um intervalo de tolerância de 0,25 ponto percentual em relação à meta central. Ou seja, a meta será considerada cumprida se o governo terminar um ano com um saldo zero. O governo já confirmou que o salário mínimo de 2026 será de R$ 1.621, quando a estimativa do projeto original era R$ 10 maior. Para 2026, também haverá uma despesa extra com o fundo eleitoral, programado em cerca de R$ 5 bilhões. Principais gastos A aplicação em ações e serviços públicos de saúde ficou fixada em em R$ 254,9 bilhões; A despesa com pessoal terá um aumento de R$ 11,4 bilhões em 2026. Desse montante, R$ 7,1 bilhões referem-se a ajustes remuneratórios e concessões de vantagens e R$ 4,3 bilhões ao provimento de 47.871 cargos, funções e gratificações. No total, chegará a R$ 489,5 bilhões. "Esse incremento reflete a intenção do Executivo, bem como dos demais Poderes e órgãos, de promover o fortalecimento de carreiras e adotar, políticas de cargos e salários mais compatíveis com suas necessidades institucionais", diz o relatório. O piso de investimentos foi calculado em R$ 83 bilhões. Foram programados R$ 79,8 bilhões mais R$ 31 bilhões de programas habitacionais.
dlvr.it
December 19, 2025 at 8:53 PM
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Isso aqui é tão absurdo, é o congresso nacional cuspindo na nossa cara porque sabem que não dá nada
Congresso aprova Orçamento de 2026, com R$ 61 bilhões em emendas e cortes na Previdência e no Pé-de-Meia .
Congresso aprova Orçamento de 2026, com R$ 61 bilhões em emendas e cortes na Previdência e no Pé-de-Meia
O Congresso Nacional aprovou nesta sexta-feira o projeto da Lei Orçamentária Anual, relatado pelo deputado Isnaldo Bulhões, do MDB, que define o orçamento federal do próximo ano. O texto fixa o salário mínimo em R$ 1.621, projeta superávit de R$ 34,5 bilhões e reserva R$ 61 bilhões para emendas parlamentares. Também ajusta gastos obrigatórios, como Previdência e o programa Pé-de-Meia, seguindo as regras do arcabouço fiscal e incorporando medidas de arrecadação já aprovadas pelo Legislativo. Correios: sindicatos em greve devem manter 80% do efetivo trabalhando, determina o TST PLR é obrigatória? Recesso desconta férias? Tire dúvidas sobre direitos no trabalho no fim do ano A proposta orçamentária aprovada prevê um superávit de R$ 34,5 bilhões e alocou um total de R$ 61 bilhões em emendas parlamentares em ano eleitoral. Para chegar a esse montante de emendas, o Congresso cortou benefícios previdenciários e bolsas do programa Pé-de-Meia. Na Previdência, o texto impôs uma redução líquida de cerca de R$ 6,3 bilhões. Os gastos totais de benefícios previdenciárias sairão de R$ 1,071 trilhão para R$ 1,065 trilhão. O relatório de Bulhões fez uma série de cortes e acréscimos na proposta orçamentária. O corte na Previdência preocupou o governo e, na avaliação de técnicos, deve exigir o bloqueio de recursos ao longo do ano. Como se trata de gastos obrigatórios e de difícil controle, a tendência é que eventuais frustrações de receita ou pressões adicionais recaiam sobre despesas discricionárias, exigindo bloqueios para garantir o cumprimento da meta fiscal. O relatório de Bulhões fez uma série de cortes e acréscimos na proposta orçamentária. Para permitir ampliar as emendas parlamentares, o Congresso também: Tirou R$ 391 milhões do seguro-desemprego e R$ 207 milhões no abono salarial, Reduziu o Auxílio Gás de R$ 5,1 bilhões para R$ 4,7 bilhões; O Pé-de-Meia caiu de R$ 12 bilhões para R$ 11,5 bilhões; Cortou de R$ 262 milhões em bolsas da Capes e R$ 72 milhões; Bulhões disse que não apresentou estudos sobre os cortes na Previdência e que isso "só a construção mesmo do relatório”. A respeito do incômodo do governo com os cortes, afirmou que ter matido "o que foi possível e solicitado a mim”. A votação ocorreu após atraso na tramitação do Orçamento, que só foi concluída no fim do ano em razão da necessidade de aprovar previamente medidas de arrecadação consideradas essenciais para o fechamento das contas de 2026. O relatório final incorporou mudanças aprovadas ao longo da última semana, como a taxação de bets, fintechs e do juro sobre capital próprio (JCP). Emendas A maior parte dos cortes foi feita para permitir ampliar as emendas parlamentares no ano que vem. Emendas são um pedaço do orçamento cuja destinação é escolhida pelos parlamentares. Dos R$ 61,1 bilhões de emenda do ano que vem, R$ 49,9 bilhões têm execução obrigatória — ou seja, precisa ser feita paga pelo governo. Desse total:s R$ 26,6 bilhões são em emendas individuais, divididas por todos os deputados e senadores; R$ 11,2 bilhões em emendas de bancada estadual; e R$ 12,1 bilhões em emendas de comissão permanente da Câmara e do Senado. Os outros R$ 11,5 bilhões foram incluídos por emendas de bancada e de comissão em despesas dos ministérios e ficarão sob controle do governo. O Executivo não é obrigado a executar esses recursos, mas eles costumam ser usados para negociações políticas. O relatório faz referência ainda à decisão do Supremo Tribunal Federal, que impôs limites ao crescimento das despesas com emendas parlamentares. A interpretação adotada é que o Orçamento pode ser aprovado com os valores previstos, cabendo à fase de execução compatibilizar os gastos com o teto de despesas e a meta fiscal, se necessário. Na Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) de 2026, governo e Congresso negociaram um calendário para pagamento de emendas que estabelece que mais da metade terá de ser paga no primeiro semestre. Meta fiscal O Orçamento aprovado prevê um superávit de R$ 34,5 bilhões nas contas do governo — ligeiramente acima da meta de R$ 34,3 bilhões. Para se chegar a este valor, o texto incorpora medidas de arrecadação aprovadas pelo Legislativo, como a tributação de bets, fintechs e o juro sobre capital próprio (JCP), além do corte linear de incentivos fiscais. Também conta com um aumento de Imposto de Importação que ainda precisa ser efetivado. Conforme o arcabouço fiscal, há um intervalo de tolerância de 0,25 ponto percentual em relação à meta central. Ou seja, a meta será considerada cumprida se o governo terminar um ano com um saldo zero. O governo já confirmou que o salário mínimo de 2026 será de R$ 1.621, quando a estimativa do projeto original era R$ 10 maior. Para 2026, também haverá uma despesa extra com o fundo eleitoral, programado em cerca de R$ 5 bilhões. Principais gastos A aplicação em ações e serviços públicos de saúde ficou fixada em em R$ 254,9 bilhões; A despesa com pessoal terá um aumento de R$ 11,4 bilhões em 2026. Desse montante, R$ 7,1 bilhões referem-se a ajustes remuneratórios e concessões de vantagens e R$ 4,3 bilhões ao provimento de 47.871 cargos, funções e gratificações. No total, chegará a R$ 489,5 bilhões. "Esse incremento reflete a intenção do Executivo, bem como dos demais Poderes e órgãos, de promover o fortalecimento de carreiras e adotar, políticas de cargos e salários mais compatíveis com suas necessidades institucionais", diz o relatório. O piso de investimentos foi calculado em R$ 83 bilhões. Foram programados R$ 79,8 bilhões mais R$ 31 bilhões de programas habitacionais.
dlvr.it
December 19, 2025 at 9:08 PM
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Ex-primeira dama já anunciou que vai recorrer da decisão
December 19, 2025 at 4:10 PM
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Galera eu tive uma ideia que ta em fase de testes, mas segue um porco esboço do plano
December 18, 2025 at 7:51 PM
pt da ba e pt do RJ, os 2 a 80 km/h
December 17, 2025 at 11:18 PM
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Não quero citar nomes mas o PT da Bahia é pior que muito partido do Centrão. Só existe até hoje como força política porque é uma máquina de votos, mas a que custo.
December 17, 2025 at 10:19 PM
December 17, 2025 at 11:15 PM
Reposted by nascida e criada
19h - PL da Dosimetria
20h - Liberação de Cassinos
21h - Permissão de pagar salário com comida
22h - Intervalo com DJ Alok
23h - Fim do Seguro Desemprego
🇧🇷 Além do projeto da dosimetria, Senado pode votar ainda hoje a LIBERAÇÃO de CASSINOS no Brasil.
December 17, 2025 at 10:12 PM
Reposted by nascida e criada
Jacques Wagner tinha que ser expulso do PT.
December 17, 2025 at 10:57 PM
Reposted by nascida e criada
Puxa, que pena 🤐
December 17, 2025 at 7:52 PM
eu fico triste com uma notícia dessa
December 17, 2025 at 7:56 PM