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Liderança do Hamas aparece pela primeira vez em vídeo após sobreviver a ataque israelense no Catar
O chefe da delegação de negociadores do Hamas, Khalil al-Hayya, apareceu pela primeira vez em um vídeo compartilhado pelo grupo palestino após um ataque de Israel contra a capital do Catar no início de setembro. Nascido em Gaza em 1960, al-Hayya vive em exílio no Catar. Gaza, 2 anos: Israelenses enfrentam sanções e estigma no exterior por ofensiva de Netanyahu em enclave Entenda: Como Trump usou o ataque israelense ao Catar para pressionar Netanyahu por acordo em Gaza No vídeo curto, citado pela rede catari al-Jazeera e o jornal israelense Times of Israel, al-Hayya disse que as mortes e destruição no enclave palestino o "fez esquecer a dor de perder meus filhos e entes queridos". Segundo o político Suhail al-Hindi, em entrevista à rede catari na época do ataque israelense, o bombardeio em Doha matou o filho da autoridade do Hamas, Humam. Initial plugin text Al-Hayya é uma autoridade do Hamas desde pelo menos 2006 e era o segundo no comando do grupo até a morte de Yahya Sinwar há quase um ano. De acordo com a al-Jazeera, após a morte da liderança, al-Hayya tornou-se um dos cinco líderes que comandam o conselho de liderança do grupo palestino, um comitê temporário formado no fim de 2024 para governar o grupo durante o conflito. O líder sobreviveu a uma tentativa de assassinato israelense em 2007, quando um ataque aéreo em sua casa em Gaza matou membros de sua família quando ele não estava. Em 2014, desempenhou um papel fundamental na negociação de um cessar-fogo com Israel durante a guerra de 2014 em Gaza, segundo o Conselho Europeu de Relações Exteriores. O ataque ao qual al-Hayya sobreviveu aconteceu no dia 9 de setembro, uma ação inédita que ignorou a soberania do Catar para alcançar a liderança política da organização palestina. Outras cinco pessoas ligadas ao Hamas foram mortas. A ação israelense foi descrita pelo Catar como "covarde", e Tel Aviv foi acusada de querer sabotar as negociações de cessar-fogo em Gaza. A ação pegou até mesmo os EUA, principal aliado de Israel, desprevenidos. Ainda assim, fontes americanas afirmaram que, apesar da surpresa, o ataque foi lido pelo governo de Donald Trump como uma brecha para pressionar o primeiro-ministro Benjamin Netanyahu por um acordo de paz na região.
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October 5, 2025 at 12:01 PM