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Marlene Almeida transforma terra que recolhe em suas expedições em pigmento para suas obras. Na Bienal, vemos um pequeno museu do ofício de Marlene, que já é uma obra em si.
January 10, 2026 at 2:41 AM
A Marlene Almeida me encantou demais na Bienal. Pena q só fui hj e perdi a individual dela q está rolando no Rio (galeria Flexa, Leblon, até dia 17 de janeiro)
Notícia da @oglobo.globo.com

"Presente na 36ª Bienal de SP e com individual no Rio, Marlene Almeida mantém pesquisa de cinco décadas com pigmentos dos solos brasileiros"

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Presente na 36ª Bienal de SP e com individual no Rio, Marlene Almeida mantém pesquisa de cinco décadas com pigmentos dos solos brasileiros
Há mais de 50 anos, Marlene Almeida transformou sua pesquisa sobre pigmentos naturais em parte de sua produção artística. No entender da artista paraibana de 82 anos, as milhares de amostras de terra coletadas em todas as regiões do país e no exterior são tão parte de sua criação como as pinturas e esculturas produzidas a partir das cores retiradas do solo. Na 36ª Bienal de São Paulo, intitulada “Nem todo viandante anda estradas — Da humanidade como prática”, em cartaz no Pavilhão do Parque Ibirapuera até 11 de janeiro de 2026, os dois aspectos da obra de Marlene são abordados na instalação “Terra viva” (2025), dividida em dois espaços complementares. Um com pinturas em têmpera fosca sobre faixas de algodão cru e outro reproduzindo parte de seu ateliê em João Pessoa, com dezenas de vidros contendo solos brasileiros, equipamentos laboratoriais e cadernos de campo. Das ruas para as galerias: Com murais por todo o mundo, Kobra investe em telas e prepara mostra retrospectiva para 2027 'Não levava a sério': Como Regina Pinho de Almeida construiu coleção 'atípica', com obras de grandes artistas Depois de ganhar mostras, em maio, na Bélgica e no Reino Unido, a artista inaugurou, no final de novembro, “Veios da terra”, sua primeira individual no Rio. Em cartaz na galeria Flexa, no Leblon, Zona Sul do Rio, até dia 17 de janeiro, a exposição também reúne pinturas (produzidas entre 2019 e 2024) e amostras de terra coletadas por ela. Nascida em Bananeiras, região do Brejo Paraibano, a cerca de 130 km da capital, e graduada em filosofia pela Universidade Federal da Paraíba (UFPB), Marlene começou a coletar terra para produzir pigmentos na década de 1970. O primeiro solo retirado foi na Praia do Cabo Branco, na capital, frequentada pela artista desde a juventude. A partir de então suas expedições, como chama as viagens para coletar material, se tornaram parte indissociável de sua prática artística. — Eu pintava com tinta a óleo, como todo mundo que conhecia. Um dia resolvi levar uma amostra da Praia do Cabo Branco, onde tem um afloramento lindíssimo de uma formação geológica chamada Barreiras, que acompanha a costa do Brasil do Pará até o Rio — explica Marlene. — Depois de peneirada, a terra é lavada várias vezes e decantada para chegar ao pigmento, que depois transformo em tinta com aglutinantes naturais, como resinas vegetais. Mas para cada resultado de cor é um processo diferente. Muitas vezes, quando preparo um pigmento, penso: essa é a obra, não preciso fazer mais nada. As duas partes da instalação “Terra viva”, na 36ª Bienal de São Paulo: arte e pesquisa juntas Divulgação/ Levi Fanan /Fundação Bienal de São Paulo Para chegar aos pigmentos desejados, a artista faz um estudo em mapas geológicos para ver a posição dos sedimentos que deseja coletar, em várias partes do país. Inicialmente, Marlene contava com a ajuda do marido, o engenheiro civil Antonio Almeida, e depois do filho, o também artista, geólogo e paleontólogo José Rufino, em suas viagens de pesquisa. Que acabaram definindo todos os roteiros da família. — Costumo dizer que não tenho família, tenho equipe, e que a gente não faz turismo, faz expedições — diverte-se a artista. — A gente brinca que o José aprendeu a ler no manual de mineralogia. Hoje ele me dá um suporte importante com a parte geológica nas expedições. Além disso, costumo ganhar muitas amostras de amigos quando viajam, me dão de presente de aniversário, Natal. É um carinho, prova de que realmente a pessoa pensou em mim. 'História da terra' (2024), têmpera de pigmentos minerais naturais sobre tela, em cartaz na Flexa Divulgação/Mario Grisolli Cocuradora at Large da 36ª Bienal de São Paulo, a carioca Keyna Eleison acredita ser fundamental trazer ao público uma obra como a da paraibana numa coletiva que tem o conceito de prática em seu título. — A Marlene é uma artista estrutural, importantíssima, que quebra parâmetros sobre o que é uma pesquisa pictórica. Ela mostra que não existe a cor em si, ela é um encontro. A cor é o lugar, o tempo, o espaço, ela é o ímpeto que a Marlene teve de buscá-la — observa Keyna. — Ela também vai contra os parâmetros que aprendemos sobre o lugar das mulheres nos espaços de liderança. Uma artista madura, ativa, que desenvolveu uma longa pesquisa e que deve ser muito mais falada e estudada. Sócia da Flexa e curadora de "Veios da terra" junto a Daniela Avellar, Luisa Duarte vê na obra desenvolvida há décadas pela artista paraibana uma sintonia com questões relacionadas à calamidade climática que estão na ordem do dia. — A Marlene lida com temas da natureza, da ecologia, de forma muito coerente e íntegra, e agora o relógio do espírito do tempo, em que isso se tornou um assunto inevitável nos nossos dias, entrou em sincronia com a singularidade da sua produção — avalia Luisa. — Ela trata a terra como um organismo vivo, não como um recurso a ser explorado. Mas não há nada literal nem panfletário, é uma abordagem profundamente poética. Verde, a cor mais difícil Na poética de seu olhar sobre o solo de seu país — que batiza seu ateliê como Museu das Terras Brasileiras — Marlene diz que o verde, justamente, é uma das cores mais difíceis de se obter ("Pesquisei até chegar a um verde lindíssimo em Minas, na Formação Serra da Saudade"). — Quando comecei a usar o pigmento natural, fazia pinturas mais figurativas, de paisagens, como forma de conscientizar as pessoas. Mas percebi que conseguiria fazer isso só de olharem a terra, de perceberem que aquele solo que você pisa tem cor, tem cheiro, tem plasticidade. Que a terra não é uma coisa utilitária, ela tem vida também.
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January 10, 2026 at 2:32 AM
Borboletas. Coreia do Norte, 1989.

Da esquerda para direita:
Dilipa fenestra;
Colias heos;
Parnassius eversmanni.
December 11, 2025 at 2:59 PM
Hora de identificar, com lupinha enqto o óculos multifocal não chega. Eu acho o máximo que elas vêm com o nominho científico <3
December 11, 2025 at 2:57 PM
em 2017 eu tirei essa foto da Carina pimpona pq caçou um elástico e disse que um dia faria algo que me desse essa SATISFAÇÃO. olhei para essa foto minha hoje com o quadrinho matinal e pensei: taí, tô fazendo 🙃💖
December 11, 2025 at 1:23 PM
CONSEGUI, na força do ódio
December 11, 2025 at 11:14 AM
em 2026 vou fazer um curso de vidraceira no SENAI, não é possível que não tenha um jeito mais fácil de fazer isso 😡🤬
December 11, 2025 at 11:04 AM
fico mto tempo sem cortar vidro e tomo um BAILE toda vez
December 11, 2025 at 11:03 AM
energia caótica por aqui. quero montar um quadrinho para minha colega de trab q faz aniversário amanhã mas eu do passado não contribuí mto pra viabilizar esse desejo
December 11, 2025 at 12:01 AM
Frágil.
December 1, 2025 at 2:53 PM
Reposted by 𝖏𝖚𝖑𝖍𝖆𝖓𝖆
👇👇
Os Correios tem função SOCIAL.
Eles atuam onde o mercado privado NÃO QUER atuar.
Na tragédia do RS foram os Correios q levaram alimentos, roupas e remédios p os desabrigados.
No interior são s Correios q atendem a população.

DEFENDAM OS CORREIOS.
www.infomoney.com.br/mercados/cor...
Correios acumulam prejuízo de R$ 6,1 bilhões e colocam pressão sobre contas públicas
Despesas trabalhistas, queda na receita e alerta da Fazenda reforçam cenário crítico da estatal, que já soma 12 trimestres no vermelho
www.infomoney.com.br
November 30, 2025 at 1:25 PM
só hoje escolhemos esse para deixar de decoração aqui em casa, com pedestres e bonde, a vidinha que queremos #passelivre #jul #natal
November 22, 2025 at 11:39 AM
“Voltando para casa para o Natal”. Ano 2000, Dinamarca, ilustração de John Andersen.

Os do vídeo estão disponíveis (pois só sei fazer não sei vender) 🎄
November 22, 2025 at 11:31 AM
atualização: a cor bege da tekbond é siiimm amarelo-manteiga 💛
November 21, 2025 at 3:22 AM
frio na barriga pq comprei pela internet um spray tekbond bege para moldura do meu cliente wishing and hoping que ele seja butter yellow, talvez eu esteja querendo demais da vida?

estou nessa vibe todinha amarelinha ultimamente br.pinterest.com/julhana/cons...
November 9, 2025 at 2:38 PM
processo de dois presentes muito especiais 🤎🖼️ ainda vou fazer o paspatur e a moldura maior num tecido bem lindo ✨
October 30, 2025 at 2:44 PM
October 14, 2025 at 12:39 PM
Selos franceses de macarons em formato de coração, a título de curiosidade do formato, pois não gosto de macaron: é caro, perfumado demais, doce demais e um bolinho mixaria!!
October 12, 2025 at 8:23 PM
O correio da França fez uma folha de selos de croissant, que gracinha ficaria esse quadrinho numa cozinha 🤏🥐
October 12, 2025 at 8:16 PM
why does it always rain on meeee
☔ 🌦️ 🌈
October 10, 2025 at 4:16 PM
Reposted by 𝖏𝖚𝖑𝖍𝖆𝖓𝖆
Hobbie muito lindo da @julhana.bsky.social ❤️🤗
eu amei TANTO nem sei dizer!
muito obrigada!
July 16, 2025 at 12:49 AM
deus está triste com os Correios lançando apenas mais uma coleção de selos com o maurício de souza com tanta gente legal ilustrando no país
July 16, 2025 at 12:34 AM
Polka Dot House in Osasco (2022)
July 15, 2025 at 11:59 AM
rolou uma força tarefa com o @legume.bsky.social e o agente laranja e arrumamos meu escritório até o último papelzinho perdido #pas

🙏🕊️✨ uma verdadeira revolução ✨🕊️🙏
July 14, 2025 at 1:28 AM
GNTE EU ENCOMENDEI UM COISO DESSE DE CERÂMICA Q É TÃO BONITO É TÃO LEGAL NÃO SEI PARA Q SERVE ESSE AINDA NÃO É O MEU MAS ESTOU MTO ANIMADA EU JÁ QUERIA MOSTRAR ✨🍊
July 13, 2025 at 10:05 PM