Balanço honesto de um ano difícil.
Balanço honesto de um ano difícil.
24/12/2011: à mesa de natal, a minha vida dividiu-se em antes e depois. Passei anos no fundo de um buraco .
Escrevi sobre esse dia, sobre luto não validado e sobre reconstrução lenta. O natal continua difícil, mas já não estou preso.
24/12/2011: à mesa de natal, a minha vida dividiu-se em antes e depois. Passei anos no fundo de um buraco .
Escrevi sobre esse dia, sobre luto não validado e sobre reconstrução lenta. O natal continua difícil, mas já não estou preso.
Vivia na Rua Bernardo Santareno, no Miratejo. Placas brancas, letras azuis. Uma toponímia é sempre uma vitória póstuma de alguém.
Novo texto no Somewhere Quiet 👇
Vivia na Rua Bernardo Santareno, no Miratejo. Placas brancas, letras azuis. Uma toponímia é sempre uma vitória póstuma de alguém.
Novo texto no Somewhere Quiet 👇
“Somewhere Quiet” tem 32 músicas que atravessaram textos e memórias. Elis Regina, The Police, GNR, Pixies, Queen…
Para ouvir devagar 🎧
“Somewhere Quiet” tem 32 músicas que atravessaram textos e memórias. Elis Regina, The Police, GNR, Pixies, Queen…
Para ouvir devagar 🎧
She is the tear that hangs inside my soul forever."
Quando o luto de um amor se instala e não sai mais. Fica preso, sussurrado, infinito. Uma música para quem ainda carrega alguém dentro, mesmo depois de tudo ter acabado.
She is the tear that hangs inside my soul forever."
Quando o luto de um amor se instala e não sai mais. Fica preso, sussurrado, infinito. Uma música para quem ainda carrega alguém dentro, mesmo depois de tudo ter acabado.
"Versões que não cabem no dia" — crónica sobre as noites em que procuramos algo que nunca está lá, ou que desaparece assim que tentamos agarrá-lo.
"Versões que não cabem no dia" — crónica sobre as noites em que procuramos algo que nunca está lá, ou que desaparece assim que tentamos agarrá-lo.
Hoje está tudo disponível instantaneamente. Mas desapareceu a cerimónia da escuta. Aquele tempo que dizia: agora vamos ouvir.
Hoje está tudo disponível instantaneamente. Mas desapareceu a cerimónia da escuta. Aquele tempo que dizia: agora vamos ouvir.
Nas ruas vazias e luzes do rés-do-chão, encontro uma versão de mim que pertence enquanto se aceita incompleta.
Nas ruas vazias e luzes do rés-do-chão, encontro uma versão de mim que pertence enquanto se aceita incompleta.
Mas a voz ficou. Vinte e oito anos depois, ainda está aqui.
Mas a voz ficou. Vinte e oito anos depois, ainda está aqui.
Escrevi sobre isso: o medo de ser esquecido, a alienação das relações sob o capitalismo, e porque recordar é um ato de resistência.
Escrevi sobre isso: o medo de ser esquecido, a alienação das relações sob o capitalismo, e porque recordar é um ato de resistência.
Assumo: “A Mulher de Prata” é minha, vivida, sentida, partilhada para quem conhece os silêncios da memória.
Assumo: “A Mulher de Prata” é minha, vivida, sentida, partilhada para quem conhece os silêncios da memória.
É prática quotidiana. É insistência. É recusa do conformismo.
É a velha que alimenta pombos, o vendedor que resiste, o estudante que organiza, a ativista que persiste.
É prática quotidiana. É insistência. É recusa do conformismo.
É a velha que alimenta pombos, o vendedor que resiste, o estudante que organiza, a ativista que persiste.
É o gesto que recusa a lógica do capital e escolhe a lógica de uma sociedade sem classes.
Escrevi sobre isso: A Utopia Quotidiana — onde a resistência acontece no mercado, na praça, na casa do vizinho.
É o gesto que recusa a lógica do capital e escolhe a lógica de uma sociedade sem classes.
Escrevi sobre isso: A Utopia Quotidiana — onde a resistência acontece no mercado, na praça, na casa do vizinho.
Qual a tua música preferida?
https://open.substack.com/pub/quietsomewhere/p/entre-cicatrizes-e-estrelas-a-minha?r=63ddyb&utm_medium=ios
Qual a tua música preferida?
https://open.substack.com/pub/quietsomewhere/p/entre-cicatrizes-e-estrelas-a-minha?r=63ddyb&utm_medium=ios
Qual a tua música preferida?
Qual a tua música preferida?
As perguntas não ditas vão-se acomodando nas margens da rotina, colorem o tempo em suspensão.
As perguntas não ditas vão-se acomodando nas margens da rotina, colorem o tempo em suspensão.
Novo texto no Somewhere Quiet: “A Delicadeza do Efémero” — sobre flores murchas, ausências e a persistência silenciosa da esperança.
Novo texto no Somewhere Quiet: “A Delicadeza do Efémero” — sobre flores murchas, ausências e a persistência silenciosa da esperança.
E o que fica — se for leve — é suficiente.
E o que fica — se for leve — é suficiente.
Melhor ir para todo o lado do que acabar no sítio nenhum.
Melhor ir para todo o lado do que acabar no sítio nenhum.