João Freitas
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João Freitas
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Somewhere Quiet - https://shorturl.at/L2uAf
Janeiro não é o mês dos recomeços. É o mês da inércia instalada, dos mesmos metros quadrados onde se dorme, trabalha e existe sem fronteiras. Escrevi sobre promessas não cumpridas e rotinas que congelam.
Janeiro, outra vez
Ou porque é que acordamos às 9h30 sabendo que devíamos acordar às sete
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January 8, 2026 at 6:55 PM
2025 partiu muita coisa. Mas também ensinou que há pessoas que ficam, que pedir ajuda não é fraqueza, e que sobreviver já é suficiente.

Balanço honesto de um ano difícil.
Agradecer o Ano Que Nos Partiu ao Meio
Balanço de um ano que ensinou que sobreviver também conta
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December 30, 2025 at 8:36 PM
Entre o sentar e o primeiro garfo, tudo mudou.

24/12/2011: à mesa de natal, a minha vida dividiu-se em antes e depois. Passei anos no fundo de um buraco .

Escrevi sobre esse dia, sobre luto não validado e sobre reconstrução lenta. O natal continua difícil, mas já não estou preso.
Entre o sentar e o primeiro garfo
Sobre o último presente, uma mesa que foi interrompida e o buraco que se abre quando ninguém valida a tua dor
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December 23, 2025 at 7:19 PM
Território marcado: sobre nomes de ruas, memória política e o território que habitamos sem perceber.

Vivia na Rua Bernardo Santareno, no Miratejo. Placas brancas, letras azuis. Uma toponímia é sempre uma vitória póstuma de alguém.

Novo texto no Somewhere Quiet 👇
Território marcado
Sobre nomes de ruas, memória política e o território que habitamos sem perceber
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December 18, 2025 at 6:47 PM
“Streets of Philadelphia” sabe dizer coisas que às vezes nos faltam as palavras: a sensação de caminhar sozinho no meio do barulho, a cidade como cenário e testemunha, o corpo cansado mas ainda em movimento. Pequena banda sonora para deixar a noite passar devagar.
Streets of Philadelphia
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December 15, 2025 at 11:00 PM
Partilho a playlist deste espaço.

“Somewhere Quiet” tem 32 músicas que atravessaram textos e memórias. Elis Regina, The Police, GNR, Pixies, Queen…

Para ouvir devagar 🎧
Spotify – Web Player
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December 14, 2025 at 3:01 PM
"It's never over.
She is the tear that hangs inside my soul forever."

Quando o luto de um amor se instala e não sai mais. Fica preso, sussurrado, infinito. Uma música para quem ainda carrega alguém dentro, mesmo depois de tudo ter acabado.
Lover, You Should've Come Over
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December 13, 2025 at 12:25 AM
A alcatifa grudava aos sapatos, os ouvidos zumbiam, e ele voltaria. sempre voltaria.

"Versões que não cabem no dia" — crónica sobre as noites em que procuramos algo que nunca está lá, ou que desaparece assim que tentamos agarrá-lo.
Versões que não cabem no dia
Sobre o sítio secreto onde a noite estica e a vida normal fica à porta à espera
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December 10, 2025 at 8:28 PM
O zumbido mecânico da aparelhagem a ler um CD. Aqueles segundos de espera antes da música começar.

Hoje está tudo disponível instantaneamente. Mas desapareceu a cerimónia da escuta. Aquele tempo que dizia: agora vamos ouvir.
O som antes da música
Sobre um CD dos Black Sabbath, o som de uma aparelhagem e aquilo que fica quando os objectos desaparecem
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December 4, 2025 at 7:09 PM
Caminhar por uma cidade que não é nossa é aprender a aceitar o improviso. O exílio pode ser desconforto, mas também contemplação.

Nas ruas vazias e luzes do rés-do-chão, encontro uma versão de mim que pertence enquanto se aceita incompleta.
Estrangeiro em mim mesmo
Na orla instável entre mundos, um diário do desencontro, ironia, reunião e ruído como paisagem interior
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November 27, 2025 at 8:25 PM
Descobri michael hutchence tarde demais. Quando finalmente soube quem era aquela voz, ele já tinha morrido há anos.

Mas a voz ficou. Vinte e oito anos depois, ainda está aqui.
Onde a luz não chega
Vinte e oito anos sem Michael Hutchence, para uma geração que descobriu a voz antes de conhecer o silêncio.
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November 22, 2025 at 1:52 PM
A ansiedade de nos tornarmos irrelevantes para quem foi relevante na nossa vida é uma das experiências mais humanas — e mais solitárias — que existe.

Escrevi sobre isso: o medo de ser esquecido, a alienação das relações sob o capitalismo, e porque recordar é um ato de resistência.
Quando te cruzares comigo, vais reconhecer-me?
A angústia de ser esquecido por quem um dia te conheceu completamente.
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November 11, 2025 at 8:48 PM
Esta não é só escrita — é confissão.
Assumo: “A Mulher de Prata” é minha, vivida, sentida, partilhada para quem conhece os silêncios da memória.
A mulher de prata
Como a chuva, a música e o vazio se encontram na memória. Um texto para ser lido ao som de “Femme d’Argent”, dos Air, porque só assim faz sentido inteiro.
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November 4, 2025 at 7:24 PM
Reposted by João Freitas
O músico morreu este domingo, de insuficiência cardíaca. Tocou com nomes como Keith Jarrett, Miles Davis, Bill Evans, Charles Lloyd ou Alice Coltrane. Tinha 83 anos.
Jack DeJohnette (1942-2025), um baterista que coloria a música
O músico morreu este domingo, de insuficiência cardíaca. Tocou com nomes como Keith Jarrett, Miles Davis, Bill Evans, Charles Lloyd ou Alice Coltrane. Tinha 83 anos.
www.publico.pt
October 27, 2025 at 9:50 PM
A utopia comunista não é lugar distante nem futuro prometido.
É prática quotidiana. É insistência. É recusa do conformismo.
É a velha que alimenta pombos, o vendedor que resiste, o estudante que organiza, a ativista que persiste.
October 27, 2025 at 7:22 PM
A utopia não é distante.
É o gesto que recusa a lógica do capital e escolhe a lógica de uma sociedade sem classes.
Escrevi sobre isso: A Utopia Quotidiana — onde a resistência acontece no mercado, na praça, na casa do vizinho.
A utopia quotidiana
Gestos de resistência num tempo de capital
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October 27, 2025 at 7:16 PM
Mellon Collie faz 30 anos — e celebramos cicatrizes que brilham como estrelas.

Qual a tua música preferida?

https://open.substack.com/pub/quietsomewhere/p/entre-cicatrizes-e-estrelas-a-minha?r=63ddyb&utm_medium=ios
Entre cicatrizes e estrelas: a minha vida com Mellon Collie
A melancolia infinita que me acende estrelas por dentro
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October 23, 2025 at 5:52 PM
Celebrar 30 anos de “Mellon Collie” é lembrar como a melancolia pode acender esperança e estrelas por dentro.

Qual a tua música preferida?
Entre cicatrizes e estrelas: a minha vida com Mellon Collie
A melancolia infinita que me acende estrelas por dentro
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October 23, 2025 at 5:42 PM
Na pausa entre o dia e o sono, cada silêncio faz eco.
As perguntas não ditas vão-se acomodando nas margens da rotina, colorem o tempo em suspensão.
O peso das perguntas não feitas
Reflexões íntimas sobre as perguntas que guardamos no intervalo do silêncio.
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October 21, 2025 at 6:35 PM
A tarde insinua-se devagar. Sobre a mesa, doze flores cortadas — pétalas que agora se curvam sob o peso invisível do tempo.

Novo texto no Somewhere Quiet: “A Delicadeza do Efémero” — sobre flores murchas, ausências e a persistência silenciosa da esperança.
A delicadeza do efémero
Sobre flores murchas, ausências que permanecem e a persistência silenciosa da esperança.
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October 16, 2025 at 8:15 PM
Reposted by João Freitas
#OtD 14 Oct 1977 anti-gay crusader Anita Bryant was "pied" by Thom Higgins, a gay rights activist. She then began praying and burst into tears. Following a boycott, she lost her job as brand ambassador for Florida orange juice. More LGBT+ history here: workingclasshistory.com/tag/lgbtq/
October 14, 2025 at 9:55 PM
Quando o povo está na bancada… e tu na lista VIP do catering 🤥
October 12, 2025 at 2:59 PM
Há um momento em que o passado deixa de pesar.
E o que fica — se for leve — é suficiente.
Depois das ruínas
Depois da ruína, há sempre um tempo de silêncio — e é nesse silêncio que a vida aprende a florescer outra vez.
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October 9, 2025 at 6:18 PM
Reposted by João Freitas
Released on this day in 1987, the sixth studio album by #DepecheMode was "Music for the Masses". It featured such recognizable tracks as "Strangelove" and "Never Let Me Down Again".
September 28, 2025 at 2:14 PM
O céu é aborrecido. Prefiro o barulho da vida, mesmo quando dói. Prefiro o tropeço à perfeição.
Melhor ir para todo o lado do que acabar no sítio nenhum.
O céu é aborrecido
Entre a promessa distante e a desordem do presente, escolho sempre o barulho da vida — mesmo quando dói.
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September 26, 2025 at 6:29 PM