Nordestina antes de brasileira.
Conservadora no cuscuz e liberal nos costumes.
Zé finim.✊
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📎 Leia minha análise:
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A esquerda precisa parar de ter medo de nominar o perigo.
Michelle não é uma peça menor. É pilar. É marca. É ameaça.
Não se combate guerra simbólica com silêncio.
Leiam. Compartilhem. E desconstruam com método.
✊
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A esquerda precisa parar de ter medo de nominar o perigo.
Michelle não é uma peça menor. É pilar. É marca. É ameaça.
Não se combate guerra simbólica com silêncio.
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A crítica à Michelle não é machismo. Machismo é tratar mulher como escudo simbólico. É usar o feminino como blindagem e depois gritar “misoginia” sempre que há crítica política.
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Enquanto isso, mulheres de esquerda são atacadas até quando falam em regulação de redes sociais para proteger crianças.
Com Janja, a régua é outra.
www.brasil247.com/blog/tiktok-...
Enquanto isso, mulheres de esquerda são atacadas até quando falam em regulação de redes sociais para proteger crianças.
Com Janja, a régua é outra.
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O 1º Seminário Nacional de Comunicação do PL, realizado com estardalhaço, contou com Michelle como embaixadora do novo marketing digital da extrema-direita.
É a professionalização do populismo moralista.
partidoliberalsp.com.br/1o-seminario...
O 1º Seminário Nacional de Comunicação do PL, realizado com estardalhaço, contou com Michelle como embaixadora do novo marketing digital da extrema-direita.
É a professionalização do populismo moralista.
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Na imprensa, Michelle virou “possível sucessora”, “nova liderança”, “fenômeno espontâneo”.
Mas sua aparição em lives com Malafaia e reuniões estratégicas com a bancada feminina do PL mostram outra coisa:
Não é fenômeno. É planejamento.
www.osul.com.br/as-reunioes-...
Na imprensa, Michelle virou “possível sucessora”, “nova liderança”, “fenômeno espontâneo”.
Mas sua aparição em lives com Malafaia e reuniões estratégicas com a bancada feminina do PL mostram outra coisa:
Não é fenômeno. É planejamento.
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A transição de Michelle é milimetricamente guiada:
• antes, mulher de aparência “perfeita”, sempre ao lado do “mito”
• agora, evangélica sóbria, “ungida”, maternal e comedida
Ela troca o salto pela Bíblia. Mas o salto permanece — na política.
noticias.uol.com.br/politica/ult...
A transição de Michelle é milimetricamente guiada:
• antes, mulher de aparência “perfeita”, sempre ao lado do “mito”
• agora, evangélica sóbria, “ungida”, maternal e comedida
Ela troca o salto pela Bíblia. Mas o salto permanece — na política.
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Michelle não precisou de cargo nem de voto. Sua força está na estética, no tom de voz, no enredo de "milagre pessoal" e na blindagem moral.
Enquanto muitos riam dela, o projeto avançava — no púlpito, na mídia, no PL Mulher e nas igrejas.
Essa subestimação custou caro.
Michelle não precisou de cargo nem de voto. Sua força está na estética, no tom de voz, no enredo de "milagre pessoal" e na blindagem moral.
Enquanto muitos riam dela, o projeto avançava — no púlpito, na mídia, no PL Mulher e nas igrejas.
Essa subestimação custou caro.