Quando canta
É a época da esperança;
Da segurança,
De se na primavera adentrar.
A música do seu canto
Adorna a vida,
Promove-a alegrias e inspirações,
Para se seguir
Com contemplação.
Quando canta
É a época da esperança;
Da segurança,
De se na primavera adentrar.
A música do seu canto
Adorna a vida,
Promove-a alegrias e inspirações,
Para se seguir
Com contemplação.
Começa o cheiro das flores,
Do mel,
Que adorna a vida
Transformando a terra
Em pedaço do céu.
A estação é sobressaliente.
Brilham-se os olhos,
Suspira-se.
Vida com sentido
Para se seguir
Com renovação.
Começa o cheiro das flores,
Do mel,
Que adorna a vida
Transformando a terra
Em pedaço do céu.
A estação é sobressaliente.
Brilham-se os olhos,
Suspira-se.
Vida com sentido
Para se seguir
Com renovação.
Encoberta aos poucos ela torna-se.
O momento romantizo,
Fenômeno lindo mostra-se.
Aos poucos a sombra imponente a escurece.
Lembro-me dos seus olhos ao lentamente fechar,
O coração me aquece
Ao sentimento de descanso ao desabrochar.
Encoberta aos poucos ela torna-se.
O momento romantizo,
Fenômeno lindo mostra-se.
Aos poucos a sombra imponente a escurece.
Lembro-me dos seus olhos ao lentamente fechar,
O coração me aquece
Ao sentimento de descanso ao desabrochar.
Alegria para produtores,
Festa para a necessidade,
Alegria para consumidores.
Vamos com calma,
Em pingos lentamente escorridos
Em que o bucólico e o melancólico
Sentem lavar o coração.
Alegria para produtores,
Festa para a necessidade,
Alegria para consumidores.
Vamos com calma,
Em pingos lentamente escorridos
Em que o bucólico e o melancólico
Sentem lavar o coração.
Uma abelha virou minha amiga.
Flores eram sua busca,
Muito conversava comigo.
Aconteceu que o mundo cresceu,
E as flores e as matas foram sumindo.
Inverno fez-se em minha vida,
Ao ver ela para a vida dormindo.
Uma abelha virou minha amiga.
Flores eram sua busca,
Muito conversava comigo.
Aconteceu que o mundo cresceu,
E as flores e as matas foram sumindo.
Inverno fez-se em minha vida,
Ao ver ela para a vida dormindo.
Ao lado,
Uma estrada de ferro,
Por onde passam pessoas,
Desde a manhã
Com o orvalho.
Campos de cereais,
Matas de eucalipto e pinus,
Além da época do fumo,
E da natureza de intocadas matas,
Através de onde se passam,
Locomoções gerais.
Ao lado,
Uma estrada de ferro,
Por onde passam pessoas,
Desde a manhã
Com o orvalho.
Campos de cereais,
Matas de eucalipto e pinus,
Além da época do fumo,
E da natureza de intocadas matas,
Através de onde se passam,
Locomoções gerais.
Felicidades,
Espantos;
Tantos mundos,
Tantos sentimentos,
Em almas profundos.
Palavras
Onde contempla-se
O explendor da imaginação,
Do pensamento,
Daquilo que é constituído
O homem.
Uma alma feliz
Aquela que apraz-se
Com um livro,
Em que demonstra-se
Amor e alegria
Para se desfrutar.
Felicidades,
Espantos;
Tantos mundos,
Tantos sentimentos,
Em almas profundos.
Palavras
Onde contempla-se
O explendor da imaginação,
Do pensamento,
Daquilo que é constituído
O homem.
Uma alma feliz
Aquela que apraz-se
Com um livro,
Em que demonstra-se
Amor e alegria
Para se desfrutar.
Mundo bucólico e melancólico,
Em um interior
Do Paraná.
Pessoas simples,
Mundos singelos,
Modestos.
Vida tranquila.
Estações do ano
Definidas.
Onde o verde dos campos do verão
E o amarelo do inverno
Tocam a alma.
Mundo bucólico e melancólico,
Em um interior
Do Paraná.
Pessoas simples,
Mundos singelos,
Modestos.
Vida tranquila.
Estações do ano
Definidas.
Onde o verde dos campos do verão
E o amarelo do inverno
Tocam a alma.
Onde está a buscada
Felicidade?
Respondo,
Com saciedade.
Em versos afirmo:
Encontra-se aqui,
Com o fazer do verso,
Em linhas da vida,
Ao eterno
Universo.
Onde está a buscada
Felicidade?
Respondo,
Com saciedade.
Em versos afirmo:
Encontra-se aqui,
Com o fazer do verso,
Em linhas da vida,
Ao eterno
Universo.
Começa o trabalho.
Que esse início de mês,
E de semana,
Seja saciante,
Para tudo
O que eu valho.
Para essa semana,
Com esperança,
De bonança,
Vou sorrindo.
Que a brisa de setembro,
E da primavera,
Nos renove.
Começa o trabalho.
Que esse início de mês,
E de semana,
Seja saciante,
Para tudo
O que eu valho.
Para essa semana,
Com esperança,
De bonança,
Vou sorrindo.
Que a brisa de setembro,
E da primavera,
Nos renove.
Seu alerta preocupa,
Seu vermelho é perigoso
Como a mais quente brasa.
O coração
Dos mais sensíveis,
Arrasa.
Com as queimadas
Florestas são devastadas,
Animais sofrem,
Lares caem a baixo.
Por que tanto terror
Em uma época em que o humano
Cria leis para evitar-se a dor?
Seu alerta preocupa,
Seu vermelho é perigoso
Como a mais quente brasa.
O coração
Dos mais sensíveis,
Arrasa.
Com as queimadas
Florestas são devastadas,
Animais sofrem,
Lares caem a baixo.
Por que tanto terror
Em uma época em que o humano
Cria leis para evitar-se a dor?
Sou como flor
Que desabrocha
Em mim
A melhor expressão.
Minha alma exala
O melhor perfume
De minha emoção.
Não paro de sorrir,
Não paro de suspirar.
Meus olhos brilham
Como ao observar
O mais lindo
Dos jardins.
Sou como flor
Que desabrocha
Em mim
A melhor expressão.
Minha alma exala
O melhor perfume
De minha emoção.
Não paro de sorrir,
Não paro de suspirar.
Meus olhos brilham
Como ao observar
O mais lindo
Dos jardins.
Chegam as flores,
Chega o calor,
Chega a primavera.
Em um abraço caloroso e cheiroso,
Chega a primavera,
Consolando-me dos males frios,
Da falta de perguntas de um inverno.
Fico tanto nas telas
Somente ao olhar.
Agora é a natureza,
Que faz-me sentir o amar.
Chegam as flores,
Chega o calor,
Chega a primavera.
Em um abraço caloroso e cheiroso,
Chega a primavera,
Consolando-me dos males frios,
Da falta de perguntas de um inverno.
Fico tanto nas telas
Somente ao olhar.
Agora é a natureza,
Que faz-me sentir o amar.
Vou indo morno,
Vou com sossego,
Esperando um dia tranquilo,
Como o frescor do orvalho
Em um pingo.
O chimarrão acompanha
A manhã morna,
Com suaves raios
Do sol de setembro,
Em que a primavera
É esperada.
Vou indo morno,
Vou com sossego,
Esperando um dia tranquilo,
Como o frescor do orvalho
Em um pingo.
O chimarrão acompanha
A manhã morna,
Com suaves raios
Do sol de setembro,
Em que a primavera
É esperada.