Nessa passagem, veja quantos ultrajes
Na sinfonia inconstante, falta calmaria
E não sei mais, merecia aquela batida?
O barco, ele nunca mudará de rumo?
Mesmo que tente, parece, de repente
Ver o desespero consequente na mente
Pois, na frente, está o mesmo destino
Nessa passagem, veja quantos ultrajes
Na sinfonia inconstante, falta calmaria
E não sei mais, merecia aquela batida?
O barco, ele nunca mudará de rumo?
Mesmo que tente, parece, de repente
Ver o desespero consequente na mente
Pois, na frente, está o mesmo destino
só sombras de um modo que lhe conduz
reflete sua visão, um modelo idealizado
De belezas? Não, momentos indesejados
CONTINUA
só sombras de um modo que lhe conduz
reflete sua visão, um modelo idealizado
De belezas? Não, momentos indesejados
CONTINUA
Em jazidas de esmeralda,
Nas montanhas e nas colinas,
Brilham estrelas que declaram
Poesia eterna, nunca perdida.
A esperança, quando se esvai,
Toma com ela toda a vida,
E num mar de desesperança,
Nada floresce, tudo é ruína.
(CONTINUA)
Em jazidas de esmeralda,
Nas montanhas e nas colinas,
Brilham estrelas que declaram
Poesia eterna, nunca perdida.
A esperança, quando se esvai,
Toma com ela toda a vida,
E num mar de desesperança,
Nada floresce, tudo é ruína.
(CONTINUA)
Das noites onde dançam cometas,
Das estrelas nesse universo escreva,
Todos livres, nunca se esqueça,
Vivem e cantam com tanta beleza.
O vento corre sem parar,
No fogo, pro arder, não há esperar,
E ao amar, não há aprisionar,
Quem ama, ama ver o vento passear.
(CONTINUA)
Das noites onde dançam cometas,
Das estrelas nesse universo escreva,
Todos livres, nunca se esqueça,
Vivem e cantam com tanta beleza.
O vento corre sem parar,
No fogo, pro arder, não há esperar,
E ao amar, não há aprisionar,
Quem ama, ama ver o vento passear.
(CONTINUA)