Penso se eu não fui um tonto
De acreditar no conto do Vigário que escutei
Não tem carro me esperando
Não tem mesa reservada
Só uma piada sem graça de português
Não tem vinho, nem champanhe ou taça
Só um dedo de cachaça e um troco magro todo fim de mês.
Penso se eu não fui um tonto
De acreditar no conto do Vigário que escutei
Não tem carro me esperando
Não tem mesa reservada
Só uma piada sem graça de português
Não tem vinho, nem champanhe ou taça
Só um dedo de cachaça e um troco magro todo fim de mês.