Marcela Oliveira
banner
marcelaa.bsky.social
Marcela Oliveira
@marcelaa.bsky.social
RJ | 27 anos | professora de inglês e mestranda em Linguística

https://substack.com/@amarcela?r=37ykqm&utm_medium=ios
est0pro de um cachorro e tentativa de est0pro de uma das mães por parte do filho adotivo. nisso, descobriram que o caso era real, uma das mães falou sobre, o garoto não está mais com elas… o maior caos
November 28, 2025 at 11:02 PM
amiga, aparentemente um casal lésbico havia adotado um menino já adolescente e criava alguns conteúdos com ele (não sobre ele). de uns tempos pra cá, perceberam que elas não postavam mais sobre ele e uma das mães escreveu no substack uma história “fictícia” sobre adoção em que há relato de
November 28, 2025 at 11:02 PM
Certa foi a @arethasoyombo.bsky.social que sumiu daquele umbral.
November 28, 2025 at 9:27 PM
muito menos discutidos nos holofotes das redes sociais. Pelo amor de Deus…
November 28, 2025 at 9:26 PM
Mas vem aí um trabalho com dados empíricos para comprovar essa tese!
November 18, 2025 at 9:32 PM
Não conheço ou li trabalhos que atestam isso. Porém, em conversas com outras pessoas da área, comentamos sobre essa mesma percepção — e linguista, por conta da própria profissão, acaba notando essas coisas com mais facilidade.
November 18, 2025 at 9:32 PM
+ que temos observado é a expansão da marcação do feminino como estratégia de neutralidade de gênero.
November 18, 2025 at 9:11 PM
+ O que eu vejo é que não há um consenso dentro da comunidade LGBTQIAP+ na melhor representação — se é “todxs” ou “todes”. Linguistas e professores fazem uso do que for mais conveniente para serem inclusivos nas suas abordagens (meus profs variam entre os dois). Agora, um fato interessante +
November 18, 2025 at 9:11 PM
+ simplesmente não produziríamos isso, mas fazemos! Então, do ponto de vista PURAMENTE linguístico, a linguagem neutra não seria um problema, temos formas neutras no PTBR (isto, aquilo). Por outro lado, como será feito e estabelecido é que precisamos estar atentos. +
November 18, 2025 at 9:11 PM
Nosso trabalho é entender como isso se dá. Usos que são estigmatizados são fruto de um preconceito SOCIAL que é transferido pro linguístico. Se fosse algo que fosse linguisticamente impossível, simplesmente não existiria. Se “os menino” fosse completamente jrestringido pela estrutura linguística, +
November 18, 2025 at 9:11 PM
A gente entende que novos usos aparecem motivados pela própria estrutura linguística e por fatores sociais. Por um lado, esses novos usos não costumam ser impostos: “nascem” dentro da comunidade de fala e ocorrem abaixo ou acima do nível de consciência do falante.
November 18, 2025 at 9:11 PM
Graduada em Letras e atualmente mestranda em Linguística aqui: a questão toda da linguagem neutra é complexa porque há um equívoco no entendimento de como se dá a flexão de gênero no português do Brasil. Além disso, do ponto de vista da Linguística, nos interessa descrever e entender, não julgar.
November 18, 2025 at 9:11 PM
tenho certeza que você está por trás dessa bagunça, chico
November 18, 2025 at 1:51 PM