Minha própria cabeça, sempre me engana.
O que poderia ser luz vira sombra,
E no fim, é minha mente que sempre me assombra.
Minha própria cabeça, sempre me engana.
O que poderia ser luz vira sombra,
E no fim, é minha mente que sempre me assombra.
Uma janela aberta, um convite para a vida que insiste.
Cada olhar me dá forças para seguir,
Mas a mente distorce, me faz tudo ruir.
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Uma janela aberta, um convite para a vida que insiste.
Cada olhar me dá forças para seguir,
Mas a mente distorce, me faz tudo ruir.
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No fluxo da vida, deixo o vazio,
Enquanto o mundo espera um som que não envio.
Às vezes, o peso das palavras me silencia,
E o silêncio se torna a minha própria melodia.
No fluxo da vida, deixo o vazio,
Enquanto o mundo espera um som que não envio.
Às vezes, o peso das palavras me silencia,
E o silêncio se torna a minha própria melodia.
O cansaço fala mais alto, o silêncio é o trecho.
Na mente, uma tempestade sem fim,
Mas explicar tudo isso parece demais para mim.
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O cansaço fala mais alto, o silêncio é o trecho.
Na mente, uma tempestade sem fim,
Mas explicar tudo isso parece demais para mim.
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Caminho em direção ao Inferno de Dante.
Chamas dançam, sussurros me cercam,
Sombras revelam o caos incessante.
Cada passo, um mundo desfeito,
A dor ecoa, almas a gritar.
Na escuridão, não há mais fuga,
A verdade queima, e não posso voltar.
Caminho em direção ao Inferno de Dante.
Chamas dançam, sussurros me cercam,
Sombras revelam o caos incessante.
Cada passo, um mundo desfeito,
A dor ecoa, almas a gritar.
Na escuridão, não há mais fuga,
A verdade queima, e não posso voltar.
Silenciosa, fria, tão serena,
Do que cercado de vozes e sorrisos,
Sob o calor do sol que me acorrenta.
Na solidão encontro paz e abrigo,
A noite me acolhe, me deixa ser,
Enquanto o dia exige máscaras,
A lua me permite apenas viver.
Silenciosa, fria, tão serena,
Do que cercado de vozes e sorrisos,
Sob o calor do sol que me acorrenta.
Na solidão encontro paz e abrigo,
A noite me acolhe, me deixa ser,
Enquanto o dia exige máscaras,
A lua me permite apenas viver.
Na escuridão, sem rumo ou guarida.
A lua minguante, tímida, brilha,
Refletindo nos olhos a luz que vacila.
No silêncio profundo, o céu murmura,
E a alma, na penumbra, busca a cura.
Mas a luz da lua, em seus olhos a dançar,
Só revela o vazio que insiste em ficar.
Na escuridão, sem rumo ou guarida.
A lua minguante, tímida, brilha,
Refletindo nos olhos a luz que vacila.
No silêncio profundo, o céu murmura,
E a alma, na penumbra, busca a cura.
Mas a luz da lua, em seus olhos a dançar,
Só revela o vazio que insiste em ficar.