— Nigel C. Benson, O Livro da Psicologia
— Nigel C. Benson, O Livro da Psicologia
— Fiódor Dostoiévski, "Os Demônios"
— Fiódor Dostoiévski, "Os Demônios"
Estou despido.
Dono de nada, dono de ninguém, nem mesmo dono de minhas certezas, sou minha cara contra o vento, a contra-vento, e sou o vento que bate em minha cara.
— Eduardo Galeano in "O livro dos abraços" [pg. 270]
Estou despido.
Dono de nada, dono de ninguém, nem mesmo dono de minhas certezas, sou minha cara contra o vento, a contra-vento, e sou o vento que bate em minha cara.
— Eduardo Galeano in "O livro dos abraços" [pg. 270]
— Albert Camus, em "O mito de Sísifo"
— Albert Camus, em "O mito de Sísifo"
— Albert Camus, em "Cadernos"
— Albert Camus, em "Cadernos"
— Albert Camus, em "O estrangeiro"
— Albert Camus, em "O estrangeiro"
É preciso ouvir as desafinações do mundo."
— Rubem Alves
—Arte: David Gray
É preciso ouvir as desafinações do mundo."
— Rubem Alves
—Arte: David Gray
— Clarice Lispector
— Clarice Lispector
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— Rainer Maria Rilke, em "Cartas a um jovem poeta"
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— Rainer Maria Rilke, em "Cartas a um jovem poeta"
Sejam os nossos corações
Dois relicários de saudades
E de recordações. (…)”
— Olavo Bilac
Sejam os nossos corações
Dois relicários de saudades
E de recordações. (…)”
— Olavo Bilac
é sobre preservar a sensibilidade.
Música, poesia, beleza e palavras certas são formas silenciosas de cuidado.
é sobre preservar a sensibilidade.
Música, poesia, beleza e palavras certas são formas silenciosas de cuidado.
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➺ Deborah Castro, em "Meias palavras são razão do forte vento."
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➺ Deborah Castro, em "Meias palavras são razão do forte vento."
nas reticências da vida,
o tremor suave
do que nunca aprendeu
a ser palavra.
nas reticências da vida,
o tremor suave
do que nunca aprendeu
a ser palavra.
mata a sede
sem perguntar o nome.
mata a sede
sem perguntar o nome.
é não entender a vida
e ainda assim vivê-la.
é não entender a vida
e ainda assim vivê-la.
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— Marco Aurélio, em "Meditações"
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— Marco Aurélio, em "Meditações"