“Eu me sinto mais do que sortudo por ter tido você na minha vida, mas estou realmente lutando com a ideia de dizer adeus".
“Eu me sinto mais do que sortudo por ter tido você na minha vida, mas estou realmente lutando com a ideia de dizer adeus".
Promessa Imutável
Se o vento, por acaso, soprasse o teu nome,
Nas colinas vazias do meu pensamento,
Seria, então, teu rosto o firmamento,
Refletido no silêncio que me consome.
Promessa Imutável
Se o vento, por acaso, soprasse o teu nome,
Nas colinas vazias do meu pensamento,
Seria, então, teu rosto o firmamento,
Refletido no silêncio que me consome.
Sou menos que o que peço ao mundo,
Um eco frágil, sombra a desvanecer.
Em tudo o que faço, resta o profundo
Vazio de não saber como ser.
Cada gesto, ensaio de grandeza,
Desmorona em silêncio, sem porquê.
E essa falta em mim, com sutileza,
Cresce, tornando o que sou um não-ser.
Sou menos que o que peço ao mundo,
Um eco frágil, sombra a desvanecer.
Em tudo o que faço, resta o profundo
Vazio de não saber como ser.
Cada gesto, ensaio de grandeza,
Desmorona em silêncio, sem porquê.
E essa falta em mim, com sutileza,
Cresce, tornando o que sou um não-ser.
Desculpa nasce no ar, sem dono,
desliza pela língua, feito folha que cai
sem saber se o vento a quis ou não.
Talvez seja herança de um medo antigo,
a solidão feita carne que assusta,
a expectativa de um abandono sempre à espreita.
Desculpa nasce no ar, sem dono,
desliza pela língua, feito folha que cai
sem saber se o vento a quis ou não.
Talvez seja herança de um medo antigo,
a solidão feita carne que assusta,
a expectativa de um abandono sempre à espreita.
Nasci com as mãos vazias,
sem a arte de traduzir o coração,
as palavras fogem,
escorrem pelos dedos
como areia ao vento.
Queria fazer delas abrigo,
mas são silêncio, um eco,
gritam em mim, presas,
em um espaço sem forma,
uma dor que não consigo moldar
Nasci com as mãos vazias,
sem a arte de traduzir o coração,
as palavras fogem,
escorrem pelos dedos
como areia ao vento.
Queria fazer delas abrigo,
mas são silêncio, um eco,
gritam em mim, presas,
em um espaço sem forma,
uma dor que não consigo moldar
És minha estrela na noite mais densa,
Guaraná, minha princesa sem coroa,
Tua presença, ainda que distante,
É a bússola que alinha o meu viver.
És minha estrela na noite mais densa,
Guaraná, minha princesa sem coroa,
Tua presença, ainda que distante,
É a bússola que alinha o meu viver.
Nos versos que te escrevo, há estrelas,
Um céu pintado de promessas eternas,
Como o balanço da nossa casinha azul,
Onde o tempo dança ao som do nosso riso.
Nos versos que te escrevo, há estrelas,
Um céu pintado de promessas eternas,
Como o balanço da nossa casinha azul,
Onde o tempo dança ao som do nosso riso.