albucc.bsky.social
@albucc.bsky.social
Taí um cara que faz falta: o Angeli.
November 20, 2025 at 10:31 PM
Feel free to show footage of Israeli children being sent to hospitals like this one. But mind that one crime doesn't cancel another.
June 17, 2025 at 4:11 PM
Outra dica: Pra tempo de jogo, use um long: aí você consegue usar System.nanoTime() , que é um "tempo em nanosegundos" desde quando a JVM foi iniciada (por alto).
November 1, 2024 at 2:20 AM
O onKeypress acontece só uma vez: a primeira vez que é detectado o pressionamento da tecla. Então, você pode colocar uma lógica no onKeypress tipo "se a tecla pra cima foi pressionado, window.setMovingUp(true)"; on KeyRelease... window.setMovingUp(false); Aí no loop principal, é só flag check.
November 1, 2024 at 2:13 AM
Beleza: é um bom começo. Algumas simplificações: o evento "keyTyped" é um keyPress seguido de um keyRelease: então fazer a lógica fica muito simples

onKeyTyped(KeyEvent event) { if(event.getKeyCode()==KeyEvent.VK_ESCAPE) { window.pauseUnpause();
} }
November 1, 2024 at 2:10 AM
Opa, tudo bem? Estou vendo o código fonte do bixo no github.com/TricksterNoi.... A coisa é mais simples do que parece: faça o Window ter uma "api" para "ouvir" os keylistener/ mouselistener, e daí nos listeners, você simplesmente chama métodos da API.
GitHub - TricksterNoir/Pong
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github.com
November 1, 2024 at 1:57 AM
Acho que entendi. Me parece que a lógica que está sendo usada é "Vamos aprender como fazer CRUD na unha", pra depois "Agora vamos aprender como fazer CRUD usando mapeamento objeto relacional". "dra" é acrônimo de que?
October 20, 2024 at 8:22 PM
Eu nunca vi em nenhum lugar um setup rápido de ambiente de desenvolvimento java. Entendo completamente sua frustração 🙂
Pessoalmente, não gosto do hibernate: mapeamento objeto-relacional dá com uma mão e tira com a outra.
October 19, 2024 at 3:39 PM
Essa lógica também se aplica ao banco de dados. Se quiser trocar o DB, tipo, DB2 para MYSQL, ou PostgreSQL, e a lógica está toda no banco de dados como stored procedures, a migração será muito difícil.
Se você quer desacoplamento, é melhor falar em serviços. A solução fica neutra em linguagem e BD.
October 19, 2024 at 3:30 PM
Legal! 🙂 Você tem o repositório aberto em algum lugar, tipo github? Talvez eu possa dar uma olhada, e dar umas dicas. Só se você se interessar, claro.
October 19, 2024 at 3:17 PM
Depende do que o getter está pegando: se for tipos simples, int, string, etc, pode ser bobagem. Mas se o tipo é mais complexo, tipo uma conexão a um banco de dados, não é o tipo de coisa que você quer colocar direto no construtor.
October 19, 2024 at 9:39 AM
Entrada de dados a partir do console no java é feita a partir do System.in.
O Scanner é um decorador: ele envelopa o System.in para ter algumas funcionalidades.
O System.in é um InputStream: um "leitor de bytes" da entrada. Por ser um leitor de bytes, ele pode ler tanto dados binários quanto texto
java.io
October 19, 2024 at 9:16 AM
Tá. É que tem stacktrace e tem 💥💥💥 **STACKTRACE DO SPRING** 💥💥💥 😁
October 18, 2024 at 9:28 PM
De novo, me desculpe se não entendi suas intenções. Mas o fato de eu ter lido o que você escreveu sugere que essa informação é de interesse público. Me interessou, por exemplo.
October 18, 2024 at 9:07 PM
Desculpe, não tive a intenção de ofender. Só quis colocar o ponto de que quando a programação chega no baixo nível, as opções se tornam limitadas: vai ter copy-cola de código, break, goto, e por aí vai.
October 18, 2024 at 9:01 PM
Bom, parece que nesse aplicativo as paredes te respondem 😁. Eu só estou colocando um ponto em que eu acho que você está equivocado: usar código decompilado como contra-exemplo de práticas que envolvem desenho de código fonte. Só isso.
October 18, 2024 at 8:59 PM
Não entendi...
October 18, 2024 at 8:52 PM
Os objetivos de um compilador são muito diferentes dos objetivos de um código fonte. As diretivas clean code são feitas para tornar o código mais legível e "mantenível" para seres humanos, não para máquinas. Se essas diretivas estão 100% corretas é outra discussão...
October 18, 2024 at 8:49 PM
Complementando: A JVM é acrônimo de "Java Virtual Machine". O que está escrito no .class é linguagem "de máquina". Uma máquina que a princípio não existe, daí o "virtual". No vamo ver de qualquer máquina, o que acontece é jump, if, push, pop...
October 18, 2024 at 8:45 PM
Algumas vantagens de get/set:
* Campo podem ser colocados em classes, mas não interfaces.
* Implementar condições básicas de validação (exemplo, temperaturas não podem ser inferiores a 0K).
* Programação orientada a aspectos pode ser aplicada a métodos, mas não a campos.
* Lazy initializer.
October 18, 2024 at 8:35 PM
Entrada de leia? O que você quer dizer com isso?
October 18, 2024 at 8:24 PM
Sugestão - comece pequeno: por exemplo, começar de cara com um framework tipo o Spring Boot pode fazer o java parecer fácil, mas qualquer errinho com um stacktrace de 10km vai te deixar maluco.
Pegue um livro java básico, e vai na sequência. Especialmente no seu caso, com vícios de javascript.
October 18, 2024 at 8:22 PM
Se você decompilar uma classe C você vai não vai sequer entender o que está acontecendo. O fato de você condensar em uma única notação um conceito complicado que em outras linguagens envolveria toneladas de whiles é uma vantagem, não um problema.
October 18, 2024 at 8:05 PM
De novo, é mais um problema de desenho da aplicação do que da própria linguagem. Você pode montar uma arquitetura incrivelmente complexa, ou não. Qual alternativa ao java você prefere, e por que?
October 18, 2024 at 8:01 PM