(Noémia de Sousa*)
Amanhã, quando o sol despertar
No primeiro dia do ano que vem,
Não haverá mais cercas no chão,
Nem muros prendendo o olhar.
Seremos nós, o povo, a cantar
Na aurora de um mundo novo
Que hoje começa a brotar.
(Noémia de Sousa*)
Amanhã, quando o sol despertar
No primeiro dia do ano que vem,
Não haverá mais cercas no chão,
Nem muros prendendo o olhar.
Seremos nós, o povo, a cantar
Na aurora de um mundo novo
Que hoje começa a brotar.
(Luiz de Miranda**)
“(...)
Dezembro é pura lembrança
pedaços de nós batem no sino
o silvo de um Deus pequenino
que se apieda e nos perdoa
A alegria bate na alma do menino
que somos no dezembro natalino”
(*)In: MIRANDA, Luiz de. Livro dos meses. São Paulo: FTD, 1992.
(Luiz de Miranda**)
“(...)
Dezembro é pura lembrança
pedaços de nós batem no sino
o silvo de um Deus pequenino
que se apieda e nos perdoa
A alegria bate na alma do menino
que somos no dezembro natalino”
(*)In: MIRANDA, Luiz de. Livro dos meses. São Paulo: FTD, 1992.
(Machado de Assis)
Dois horizontes fecham nossa vida:
Um horizonte –, a saudade
Do que não há de voltar;
Outro horizonte –, a esperança
Dos tempos que hão de chegar;
No presente – sempre escuro –,
Vive a alma ambiciosa
Na ilusão voluptuosa
Do passado e do futuro.
(...)
(Machado de Assis)
Dois horizontes fecham nossa vida:
Um horizonte –, a saudade
Do que não há de voltar;
Outro horizonte –, a esperança
Dos tempos que hão de chegar;
No presente – sempre escuro –,
Vive a alma ambiciosa
Na ilusão voluptuosa
Do passado e do futuro.
(...)