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Jeep Compass 4xe e Grand Cherokee saem de linha e marca terá novos híbridos
<img src="https://s2-autoesporte.glbimg.com/_ue5RMIvEdoxEbuSvrWLrTjRumg=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_cf9d035bf26b4646b105bd958f32089d/internal_photos/bs/2026/E/d/qgLX4DR6mgwcEvDlCALA/jeepcompass4xeambientadas-4-.jpeg" /><br /> A Jeep inicia o ano de 2026 promovendo importantes mudanças em seu catálogo de veículos e versões no Brasil. Agora mais enxuto, o portfólio deixa de contar com os modelos Compass 4xe e Grand Cherokee 4xe, até então os únicos representantes da marca no segmento de SUVs híbridos. A dupla não conseguiu enfrentar a forte concorrência chinesa da categoria e sai de linha após anos seguidos de vendas pouco expressivas. De acordo com a Associação Brasileira do Veículo Elétrico (ABVE), o Grand Cherokee 4xe emplacou apenas 247 unidades no mercado brasileiro desde o lançamento, em 2023. O Compass 4xe também não foi muito longe, vendendo somente 845 exemplares desde que estreou por aqui, em 2022. Em 2025, por exemplo, apenas 11 unidades foram vendidas. O Grand Cherokee 4xe chegava ao Brasil importado dos Estados Unidos Jeep com conjunto híbrido plug-in formado por um motor 2.0 turbo a gasolina de 272 cv e 40,5 kgfm de torque combinado com dois motores elétricos abastecidos por uma bateria de 17,4 kWh. No total, desenvolvia 380 cv e 64 kgfm. A autonomia apenas no modo elétrico era de 29 km. Jeep Grand Cherokee vendeu apenas 217 unidades desde 2023 Divulgação Já o Compass 4xe desembarcava por aqui a partir da Itália. Neste caso, combinava o conhecido motor 1.3 turbo de 180 cv (movido apenas a gasolina) com uma máquina elétrica de 60 cv, totalizando 240 cv. As baterias tinham capacidade de 11,4 kWh e alimentavam o motor EV. A aceleração de 0 a 100 km/h era feita em 6,8 segundos, com máxima de 206 km/h. Já a autonomia elétrica era de 44 km. Jeep Compass 4xe era importado da Itália Divulgação Jeep terá híbridos nacionais O fim de linha dos modelos 4xe, vale lembrar, não representa a saída definitiva da Jeep do mercado de SUVs híbridos. Agora, a estratégia da marca será concentrada em modelos nacionais, mais especificamente na forma das versões "Bio-Hybrid" de Renegade, Compass e Commander. Os três já foram confirmados para 2026 e chegarão ao mercado por meio do investimento de R$ 13 bilhões que a marca vem fazendo na fábrica de Goiana (PE). Conforme revelado por Autoesporte, o trio adorará um sistema híbrido do tipo leve (MHEV) de 48 volts e sempre associado ao conhecido motor 1.3 turbo flex. Jeep Compass 4xe era híbrido do tipo plug-in Divulgação O site Autos Segredos, inclusive, já antecipou que o motor 1.3 turbo será associado a dois propulsores elétricos, sendo um para substituir o alternador e outro ligado ao câmbio A expectativa é de que o sistema híbrido proporcione ganhos importantes em economia de combustível, atuando principalmente em situações de trânsito intenso. Nestes casos, o gerenciamento eletrônico do conjunto priorizará o uso do modo elétrico no chamado 'anda e para' dos engarrafamentos. Para outras situações, haverá os modos híbrido e térmico. Quer ter acesso a conteúdos exclusivos da Autoesporte? É só clicar aqui para acessar a revista digital. Mais Lidas
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February 3, 2026 at 4:58 PM
5 cupês usados para dirigir com estilo a partir de R$ 75 mil
<img src="https://s2-autoesporte.glbimg.com/G3nTK5Q44jlurXCkT77sDenc2P0=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_cf9d035bf26b4646b105bd958f32089d/internal_photos/bs/2026/c/l/ZXnQprS26s6e8Yf9C3Yw/mini-coupe-2012-hd-a35ee94f1c206ed01c2bdbb92f6c802ed1069c8e3.jpg" /><br /> Os carros cupê por até R$ 150 mil no Mercado Livre ocupam um nicho específico, mas bastante desejado: são modelos pensados mais para estilo, prazer ao dirigir e imagem do que para uso familiar. No mercado de usados, esse tipo de carro se torna especialmente interessante, já que veículos que custavam caro quando novos passam a disputar preços com sedãs e SUVs médios mais comuns. Outro ponto importante é que, mesmo mais antigos, muitos desses cupês trazem pacotes de equipamentos completos, com itens de segurança e conforto que ainda atendem bem ao uso diário. Airbags múltiplos, controles eletrônicos de estabilidade e tração, ar-condicionado automático, bancos esportivos e sistemas de som premium aparecem com frequência, algo que ajuda a justificar a escolha por um modelo emocional em vez de racional. Nesta lista, reunimos cinco cupês encontrados no Mercado Livre com preços de até R$ 150 mil, organizados do mais barato ao mais caro. Não se trata de um anúncio específico, mas de uma análise do conjunto de ofertas disponíveis, considerando características técnicas, dimensões e, principalmente, se cada um deles é uma boa compra como usado. Os preços citados no texto foram verificados durante a apuração e produção da matéria, no mês de janeiro de 2026. Confira! 1. Kia Cerato Koup — a partir de R$ 74.900 O Kia Cerato Koup vai de 0 a 100 km/h em torno de 9 segundos. Divulgação/Kia O Kia Cerato Koup é um cupê de porte médio para os padrões da categoria, com 4,53 metros de comprimento, dimensão próxima à de sedãs médios, e altura ao redor de 1,40 m, o que garante perfil baixo sem comprometer totalmente o uso urbano. O motor 2.0 a gasolina rende cerca de 156 cv, sempre com câmbio automático de seis marchas, mesmo conjunto do sedã. O desempenho é honesto, com 0 a 100 km/h em torno de 9 segundos, enquanto o consumo oficial pelo Inmetro fica próximo de 9 km/l na cidade e 12 km/l na estrada, números coerentes para um aspirado desse porte. No Mercado Livre, há anúncios a partir de R$ 74.900, normalmente de unidades entre 2011 e 2013. Como usado, chama atenção pela lista de equipamentos acima da média para a época: seis airbags, controles eletrônicos de estabilidade e tração, ar-condicionado digital automático, piloto automático, volante com ajuste de altura e profundidade, direção elétrica, chave presencial em algumas versões e central multimídia com câmera de ré. É uma boa compra para quem quer visual esportivo e pacote completo sem entrar no custo de manutenção de um cupê premium europeu. + Quer receber as principais notícias do setor automotivo pelo seu WhatsApp? Clique aqui e participe do Canal da Autoesporte 2. Mercedes-Benz Classe C Coupé — a partir de R$ 84.900 O Mercedes-Benz C 180 Coupé usa motor 1.8 turbo de aproximadamente 156 cv. Divulgação/Mercedes-Benz A Classe C cupê W204 aposta em refinamento e conforto, com porte típico de médio premium: são cerca de 4,59 metros de comprimento e porta-malas de 450 litros, o que o torna bem versátil para uso familiar. A versão C180 usa motor 1.8 turbo de aproximadamente 156 cv, com câmbio automático de cinco marchas. O 0 a 100 km/h em torno de 8,5 segundos vem acompanhado de consumo oficial próximo de 9 km/l na cidade e 12 km/l na estrada. Unidades aparecem anunciadas a partir de R$ 84.900 no Mercado Livre, geralmente entre 2012 e 2014. O pacote de equipamentos é típico de Mercedes da época: sete airbags, controle de estabilidade, ar-condicionado automático de duas zonas, bancos dianteiros com ajustes elétricos e memória, piloto automático, sensores de chuva e crepuscular, sensor de estacionamento dianteiro e traseiro, além de sistema de som premium e acabamento interno de alto nível. É um cupê mais voltado ao conforto do que à esportividade pura. Initial plugin text 3. Mini Cooper S — a partir de R$ 92.800 O Mini Cooper Coupé tem cerca de 3,70 metros de comprimento. Divulgação/Mini O Mini Cooper S é o menor carro da lista, com cerca de 3,70 metros de comprimento, o que o torna extremamente ágil no trânsito urbano. O motor 1.6 turbo entrega aproximadamente 184 cv, sempre com câmbio automático de seis marchas. O desempenho é destaque: acelera de 0 a 100 km/h em cerca de 7 segundos em um conjunto dinâmico ágil e responsivo, graças à suspensão mais firme e à direção bem direta. Apesar da proposta esportiva, o consumo oficial é relativamente contido, com médias próximas de 10 km/l na cidade e 14 km/l na estrada, segundo o Inmetro. No Mercado Livre, há anúncios a partir de R$ 92.800, principalmente de unidades entre 2012 e 2015. A lista de equipamentos costuma ser extensa: seis airbags, controles de estabilidade e tração, ar-condicionado automático digital, central multimídia com interface circular característica da marca, bancos esportivos, ajuste de volante, controle de cruzeiro, faróis automáticos e acabamento interno com materiais de padrão premium. É uma boa compra para quem prioriza prazer ao dirigir e imagem. 4. Peugeot RCZ — a partir de R$ 106.900 O Peugeot RCZ possui acabamento interno sofisticado. Divulgação/Peugeot O Peugeot RCZ tem perfil baixo e esportivo com apenas 1,36 m de altura, o que contribui para a boa estabilidade em curvas. O motor 1.6 turbo THP rende até 165 cv e trabalha com câmbio automático de seis marchas. Limitado pelo câmbio mais convencional, o 0 a 100 km/h ocorre em torno de 8 segundos, enquanto o consumo oficial fica próximo de 10 km/l na cidade e 14 km/l na estrada, números competitivos para um cupê desse nível. Os preços começam na casa de R$ 106.900 no Mercado Livre, com foco em unidades de 2012 a 2014. Como usado, entrega um pacote robusto: seis airbags, controles de estabilidade e tração, ar-condicionado automático de duas zonas, bancos esportivos com bom apoio lateral, sistema multimídia com navegação em algumas versões, sensores de estacionamento e acabamento interno sofisticado. É um cupê que combina conforto e esportividade com forte apelo visual. 5. Audi TT — a partir de R$ 143.900 O Audi TT é equipado com o câmbio S tronic de dupla embreagem. Divulgação/Audi O Audi TT de segunda geração é o mais esportivo da lista e também um dos mais compactos entre os médios, com cerca de 4,18 metros de comprimento e altura próxima de 1,35 m. O motor 2.0 TFSI entrega aproximadamente 211 cv, associado ao câmbio S tronic de dupla embreagem. O desempenho é destaque, com 0 a 100 km/h em torno de 6 segundos. O consumo oficial gira em torno de 9 km/l na cidade e 13 km/l na estrada. Unidades aparecem anunciadas a partir de R$ 143.900 no Mercado Livre, geralmente entre 2011 e 2013. O pacote de equipamentos é condizente com o posicionamento premium: seis airbags, controle de estabilidade, ar-condicionado automático, bancos esportivos em couro, ajuste de volante, sistema de som premium, painel com instrumentação esportiva e acabamento de alto padrão. É a escolha mais completa para quem busca desempenho, tecnologia e imagem. Quer ter acesso a conteúdos exclusivos da Autoesporte? É só clicar aqui para acessar a revista digital. Mais Lidas Nota de transparência: Autoesporte mantém uma parceria comercial com lojas parceiras. Ao clicar no link da varejista, Autoesporte pode ganhar uma parcela das vendas ou outro tipo de compensação. Os preços mencionados podem sofrer variação e a disponibilidade dos produtos está sujeita aos estoques. Os valores indicados no texto são referentes a janeiro de 2026.
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February 3, 2026 at 4:58 PM
Volkswagen Tukan é nome da sucessora da Saveiro e rival de Strada e Toro
<img src="https://s2-autoesporte.glbimg.com/T6lkYzN0UTxCCyZQxy02pWff2Ug=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_cf9d035bf26b4646b105bd958f32089d/internal_photos/bs/2026/g/h/UKONGUR5AawUnmjJxEiw/udara-externa-azul.jpg" /><br /> Volkswagen Tukan é o nome oficial do projeto Udara, ou VW247, que nada mais é do que a sucessora da veterana Saveiro. A anúncio foi feito na última segunda-feira (2) durante evento na sede da Confederação Brasileira de Futebol (CBF), no Rio de Janeiro (RJ), onde a Volkswagen também revelou que será patrocinadora da oficial da Seleção Brasileira até 2027. Vale lembrar, em abril do ano passado, Autoesporte publicou em primeira mão os cinco nomes que a Volkswagen registrou no Instituto Nacional de Propriedade Industrial (Inpi) para a futura picape intermediária: Acron, Airon, Arena, Tagro e Tukan. E os teasers divulgados juntos com a confirmação do nome também confirmam outras informações apuradas por nossa equipe. Nova Volkswagen Tukan junto com o "Canarinho Pistola" Divulgação/Volkswagen A primeira revelação é: a Tukan terá versões de cabine dupla e cabine simples, que serão voltadas para o trabalho, como revelamos em um especial sobre o projeto Udara. O teaser, junto ao mascote da Seleção Brasileira, o famoso "Canarinho Pistola", também confirma que a caminhonete terá opções de pintura bicoloro na carroceria e santantônio com assinatura 'Tukan'. Detalhes como maçanetas pretas e caixas de rodas com textura diferente também aparecem na imagem. E o mascote da seleção encostado na Tukan não aparece à toa neste teaser. Durante o evento, a Volkswagen revelou que no mês que vem vai lançar um carro — que provavelmente será o Tera — com edição comemorativa da Copa do Mundo, que começa em junho. Volkswagen Gol Sport Copa do Mundo 2002 tinha a cor Amarelo Canarinho Divulgação Em mundiais passados, como em 2002 e 2006, a cor chamada de Amarelo Canarinho ficou marcada em edições especiais do icônico Gol, e como a previsão de lançamento da picape é apenas entre o final desse ano e começo de 2027, é muito provável que o carro tenha essa pintura. + Quer receber as principais notícias do setor automotivo pelo seu WhatsApp? Clique aqui e participe do Canal da Autoesporte Como é a Volkswagen Tukan Projeção da nova picape Tukan João Kleber Amaral/Autoesporte A Tukan será produzida em São José dos Pinhais (PR), dentro de um plano de investimentos de R$ 3 bilhões, está em pleno desenvolvimento. Apesar de ter porte de Montana, a sucessora da Saveiro não deixará de olhar para o importante mercado de frotistas. Como já mencionado, a picape intermediária terá versões com cabine simples e, por ter um porte maior, a capacidade de carga deve ser superior aos atuais 664 kg da Saveiro. Um dos grandes problemas da Saveiro na briga histórica contra a rival Fiat Strada sempre foi a suspensão traseira. A arquitetura por eixo rígido com molas semielípticas da concorrente caiu no gosto dos frotistas e levou a picape compacta da Stellantis a ter uma liderança consistente contra a da marca alemã. Pois esse jogo pode virar com a Tukan, que terá suspensão traseira com a mesma arquitetura por eixo rígido com molas semielípticas, conforme explicamos neste outro artigo. Nova Volkswagen Tukan é em homenagem ao tucano, que aparece voando ao fundo Divulgação/Volkswagen Ao mesmo tempo, nas versões de topo de cabine dupla, a Volkswagen quer atrair um público mais ligado a lifestyle, conforme apontado pelo CEO mundial da marca, Thomas Schäfer, em entrevista exclusiva à nossa reportagem em setembro. Initial plugin text Devido ao seu porte e preço mais elevados que o da Strada, dificilmente a Tukan vai brigar para ser o veículo mais vendido no Brasil, como a picape da Fiat é desde 2021. Porém, pode roubar bons clientes da rival. Isso acontecendo, vai ajudar, indiretamente, o Tera como carro mais emplacado no país. Visualmente, a caminhonete seguirá linhas parecidas com as do próprio Tera, mas com um visual mais robusto para brigar ao mesmo tempo com a Strada nas versões de entrada e com a Toro nas mais caras. Por isso, o modelo medirá cerca de 4,75 metros de comprimento, 2,80 m de entre-eixos, menos de 1,80 m de largura e 1,70 m de altura. CEO global da Volkswagen: futuro do carro no Brasil é híbrido, não elétrico; veja entrevista completa Revelamos os 17 lançamentos do plano bilionário da Volkswagen no Brasil As versões de entrada com cabine simples devem ter motorização 200 TSI, 1.0 turbo flex de três cilindros, com até 128 cv, enquanto as intermediárias usarão o 250 TSI (1.4 turbo flex de quatro cilindros) de iguais 150 cv e 25,5 kgfm, porém operando em ciclo Otto, sem eletrificação e com câmbio automático de seis marchas. Volkswagen Udara Cabine Simples em projeção João Kleber Amaral/Autoesporte Conforme antecipado pelo Autos Segredos, a Tukan será o primeiro o produto nacional da marca com motor híbrido flex, dentro de um anúncio da marca de eletrificação com produtos híbridos leves, plenos e plug-in, a partir do ano que vem. Isso significa que a picape intermediária deve ser o primeiro produto a usar o motor 1.5 TSI Evo2 com sistema híbrido leve de 48 Volts, inicialmente importado do México. São 150 cv de potência e 25,5 kgfm de torque, com câmbio automatizado DSG de dupla embreagem e sete marchas. Protótipo da nova picape Volkswagen: faróis, grade e para-choque dianteiro são os definitivos Gustavo Carnib/Autoesporte A escolha da fábrica de São José dos Pinhais tem relação com a produção do T-Cross, com quem a picape compartilhará toda a estrutura dianteira da carroceria monobloco, a partir da plataforma MQB A0. Da ponta do para-choque frontal até o fim das portas laterais dianteiras, todo o underbody, as chapas estruturais de aço, as colunas A e B, o para-brisa, motorização, suspensão, freios e cubos de roda dianteiros usados pela picape virão do SUV compacto. Da coluna B para trás, tudo será inédito para casar com o projeto de uma picape intermediária cabine dupla com motor turbo flex híbrido leve e tração dianteira. A suspensão traseira por eixo rígido com molas semielípticas foi inspirada tal qual a Fiat Strada, a fim de aumentar a robustez e a capacidade de carga do modelo. Quando a Tukan será lançada? Conforme descoberto por Autoesporte em outubro, há uma mudança importante no cronograma de lançamento. Inicialmente, a Tukan estava previsto para lançamento no primeiro semestre de 2026. Agora, o SOP ou início de produção em série está previsto para o final do ano que vem e o lançamento ficará para o primeiro trimestre de 2027. As projeções da nova caminhonete cabine simples da Volkswagen, feitas com exclusividade por João Kleber Amaral para a Autoesporte, são meramente ilustrativas. Quer ter acesso a conteúdos exclusivos da Autoesporte? É só clicar aqui para acessar a revista digital. Mais Lidas
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February 3, 2026 at 4:58 PM
Novo carregador da BYD entrega 400 km em 5 minutos e suporta até 20 carros
<img src="https://s2-autoesporte.glbimg.com/Nnlq8qVTsnpCA0x7iy7IR-2fiZU=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_cf9d035bf26b4646b105bd958f32089d/internal_photos/bs/2025/q/h/b57V0OQoWkbXueQFUiGQ/byd-tang-l-ev7.jpeg" /><br /> Apresentado em 2025 como o mais avançado do mundo em sua categoria, o sistema de carregamento rápido da BYD, batizado de Flash Charging, ganhará uma versão ainda mais potente em breve. Na China, documentos internos vazados recentemente confirmam que a marca desenvolve uma segunda geração do dispositivo e deve chamar a atenção do mercado com números ainda mais superlativos. Na nova versão, o super carregador continuará entregando a maior velocidade de carregamento do mundo, mas agora com potência máxima de até 1.360 kW, suportando carregamento de 10C+. O dispositivo anterior, vale lembrar, tem potência de carregamento de 1.000 kW, o que já é quase três vezes mais do que o Supercharged da Tesla (400 kW). Novo super carregador da BYD tem formato de T Reprodução/Weibo Os documentos vazados falam em um ganho estimado de autonomia de aproximadamente 400 km em apenas cinco minutos em uso real (o dispositivo anterior entregava o mesmo, mas apenas em condições de teste). A ideia da BYD, na prática, é tornar a recarga de um carro elétrico tão rápida quanto abastecer um veículo a gasolina. O carregador terá formato de T e ocupará aproximadamente 1,5 m², além de contar com cabos refrigerados a líquido de 2 kg e distribuição de energia inteligente. O armazenamento de energia em uma única estação será dobrado na comparação com a primeira geração, permitindo o carregamento consecutivo de mais de 20 veículos. Initial plugin text Para usar o ultra carregador, o veículo precisa ser baseado na chamada ⁠Super e-Platform da BYD. A arquitetura é a primeira de alta tensão de 1.000 volts do mundo para veículos de passageiros com produção em massa. Estreou nas novas gerações dos modelos Han e Tan, ambos com motores de 580 kW, velocidade máxima de 305 km/h e aceleração de 0 a 100 km em apenas 2,7 segundos. + Quer receber as principais notícias do setor automotivo pelo seu WhatsApp? Clique aqui e participe do Canal da Autoesporte Novo BYD Tang suporta recargas com o novo dispositivo Reprodução Na China, a montadora pretende instalar mais de quatro mil unidades do tipo em diversas regiões do país. No Brasil, a BYD anunciou no fim do ano passado que vai instalar cerca de 800 unidades, mas ainda não confirmou qual versão. No mundo todo, a empresa espera ter pelo menos 6.000 super carregadores em funcionamento nos próximos anos. Quer ter acesso a conteúdos exclusivos da Autoesporte? É só clicar aqui para acessar a revista digital. Mais Lidas
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February 3, 2026 at 11:38 AM
Teste: Jetour S06 é mais barato e promete 40 km/l contra BYD e GWM; vale?
<img src="https://s2-autoesporte.glbimg.com/XvzBRVX4H3uGokLjDAgUU4LeoeM=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_cf9d035bf26b4646b105bd958f32089d/internal_photos/bs/2026/S/t/hTGiLzRS6zedT20zh7xw/jetour-s06-premium-2026-dianteira-dinamica.jpeg" /><br /> O disputadíssimo segmento dos SUVs médios acaba de ganhar um novo integrante chinês para você, caro leitor, ficar ainda mais indeciso. Estamos falando do Jetour S06 híbrido plug-in, que chega ao Brasil a partir de março em duas versões, cujos valores de pré-venda já foram divulgados: Advance (R$ 199.900) e Premium (R$ 229.900). Com a chegada de tantas marcas chinesas no Brasil, é normal ficar um pouco perdido. A Jetour iniciou sua operação final do ano passado e acabou de lançar os seus três primeiros carros por aqui: T1, T2 e nosso personagem de hoje, o S06. A empresa pertence ao Grupo Chery, mas, assim como a Omoda Jaecoo, não há relação com a Caoa. Autoesporte teve o primeiro contato com o novo SUV em um evento realizado no Autódromo Velocitta, no interior de São Paulo, onde não pudemos testar suas verdadeiras qualidades urbanas. Foi possível, no entanto, ter uma primeira impressão sobre o S06. Jetour S06: preços, versões e posicionamento Jetour S06 é mais um SUV híbrido plug-in chinês a chegar ao Brasil Cauê Lira/Autoesporte Quem se atenta às etiquetas sabe que, nesta faixa de preço, o mercado brasileiro tem muitas opções de SUVs médios eletrificados, o que torna a vida do Jetour S06 complicada desde o princípio. E são carros com vários tipos de tecnologia. Entre os elétricos, o S06 disputa com o Geely EX5 nas versões Pro (R$ 205.800) e Max (R$ 225.800). Partindo para os híbridos plug-in, o Leapmotor C10 REEV (R$ 199.990) é uma opção com pitadas de carro elétrico. Já o badalado GWM Haval H6 HEV2 (R$ 223 mil), é uma alternativa com propulsão híbrida paralela, sem recarga externa. Num patamar acima, o BYD Song Plus (R$ 249.990) e GWM Haval H6 PHEV19 (R$ 248 mil) surgem como alternativas para quem estiver disposto a desembolsar mais dinheiro. Então, a Jetour aproveita a oportunidade de oferecer “mais por menos” contra as concorrentes chinesas. Jetour S06: equipamentos, central multimídia e acabamento Pacote de equipamentos do Jetour S06 é encorpado; veja abaixo Cauê Lira/Autoesporte A Jetour é uma marca chinesa focada em carros aventureiros, o que faz o S06 “destoar” no catálogo que também é formado por dois jipes. Tal proposta a fez receber os apelidos de “Land Rover chinesa”, ou até “Jeep chinesa”. Dessa forma, a Jetour pretende focar bastante em clientes que prezam pelo estilo de vida, prometendo até clubes para encarar trilhas e outros eventos — o que soa esquisito, considerando que, por enquanto, a marca não oferece tração 4x4 em nenhum de seus modelos. Faróis de LED são demarcados por muitas arestas, como no Lamborghini Urus Cauê Lira/Autoesporte Enquanto T1 e T2 apostam na roupagem voltada ao off-road, o S06 parece um carro “pé no chão” com estilo urbano. Todos são montados sobre a mesma plataforma Kunlun do Grupo Chery. A inspiração no Lamborghini Urus não poderia ser mais evidente, graças ao formato dos faróis e do para-choque. O logotipo da marca surge escrito à frente do capô. Remova o logotipo da Jetour e tente adivinhar a marca: é quase impossível! Cauê Lira/Autoesporte A traseira é mais genérica, incorporando lanternas interligadas por um filete luminoso. Neste primeiro contato, me remeteu ao Neta X vendido no Brasil em 2025. No geral, o S06 tem visual que esbanja sofisticação e deve agradar o exigente cliente que aderiu às marcas chinesas. Espaço traseiro é adequado para um carro de porte médio; o túnel central é quase plano Cauê Lira/Autoesporte Quanto às dimensões, tem 4,61 metros de comprimento, 1,91 m de largura, 1,69 m de altura e 2,72 m de entre-eixos. Como referência, H6 e Song Plus já estão na casa dos 4,75 m de comprimento. Embora o espaço interno seja bom — sobretudo na parte traseira da cabine, onde o túnel central é baixo — achei o ângulo de abertura das portas traseiras acanhado. É preciso fazer um pouco de contorcionismo para acessar a cabine. Porta-malas fica devendo em comparação com os concorentes chineses Cauê Lira/Autoesporte Já o porta-malas tem tampa com abertura motorizada e 416 litros de capacidade. Este volume não brilha os olhos de quem conhece os suntuosos 560 litros disponíveis no Haval H6 — são 144 litros a mais. Todo o compartimento é forrado por carpete de boa qualidade, onde há iluminação de LED e um alçapão para esconder o kit de reparo dos pneus e o carregador emergencial. Este bom acabamento se repete na cabine, onde o SUV tenta variar os materiais para incorporar um estilo mais incrementado. As portas traseiras têm plástico duro, mas as dianteiras — e toda a extensão do painel superior — trazem couro sintético com costuras aparentes e borracha. Há também um acabamento que imita madeira cinza com sensação ao toque que transmite qualidade. Ao centro do console está o carregador de celular por indução, absolutamente exposto a qualquer um que circule ao redor do carro. Este equipamento deveria ser posicionado em uma região mais discreta, como no andar inferior do console. Painel é bem montado e tem variedade de materiais interessante Cauê Lira/Autoesporte A versão Advance oferece central multimídia de 12,’’, enquanto o modelo Premium que avaliamos neste primeiro contato traz a tela de 15,6’’. O design flutuante, como um tablet, coloca este equipamento num lugar de destaque no painel demarcado por linhas horizontais. Em ambos os casos, a conexão Android Auto e Apple CarPlay é sem fio. Reservei um tempo para “fuçar” todas as funções da central multimídia e me surpreendi com a qualidade do sistema. Os gráficos são vívidos e cristalinos como um smartphone de última geração. Já a reação ao toque é rápida. Há um menu fixo com todas as funções do ar-condicionado digital de duas zonas. Câmera 360° ajuda a manobrar em áreas apertadas Cauê Lira/Autoesporte Como os carros de praticamente todas as marcas chinesas, o Jetour S06 tem um menu exclusivo para gerenciar o sistema híbrido. Alí é possível acompanhar o consumo de energia, programar a recarga e travar o nível da bateria entre 20% e 70% no SOC (“State of Charge”). Diagrama do sistema hibrido mostra todas as informações sobre o SUV médio Cauê Lira/Autoesporte O Jetour ainda permite acompanhar o consumo isolado de combustível e eletricidade, recurso este que auxilia o motorista a encontrar a forma mais eficiente de guiar. Neste breve contato não foi possível navegar por todas as funções, mas você pode conferir a lista completa dos equipamentos por versão ao fim da avaliação. Ainda sobre a central multimídia, a Jetour concentrou diversas funções do carro exclusivamente na tela. É o caso, por exemplo, dos ajustes dos retrovisores: o volante multifuncional se torna um joystick, dificultando uma tarefa que deveria ser prática. Algumas funções do SUV podem ser acessadas pelo comando de voz, mas o uso ainda é limitado, assim como nos "primos" Jaecoo 7 e Tiggo 7. Jetour S06: motor, consumo e dirigibilidade Motor a combustão entrega apenas 135 cv e 20,4 kgfm. Mas fique tranquilo: a bateria não descarrega Cauê Lira/Autoesporte Sob o capô, o S06 traz o motor 1.5 turbo a gasolina com injeção direta que equipa outros carros do Grupo Chery — mas não o Tiggo 7, que mantém a injeção multiponto. Sozinha, a unidade a combustão entrega 135 cv e 20,4 kgfm. Jetour S06 PHEV: preços, versões e equipamentos do novo SUV híbrido Jetour T1 chega ao Brasil com receita de Jeep, mas sem tração 4x4 Jetour T2: preços, versões, equipamentos, desempenho e consumo Este motor estará sempre amparado por uma máquina elétrica dianteira que desenvolve 203 cv e 31,1 kgfm, alimentada pela bateria de 19,4 kWh. Os números combinados são 315 cv e 52 kgfm. Já o câmbio DHT tem uma marcha com múltiplas relações e funciona como o “maestro” do conjunto híbrido plug-in — podendo alternar entre modo híbrido, elétrico ou somente a combustão. Motor 1.5 turbo é usado em outros carros do Grupo Chery Cauê Lira/Autoesporte De capacete e balaclava, sem uma condição adequada para avaliar um carro que tem a economia de combustível como proposta, parti em direção à pista do Velocitta para dar algumas voltas. Existe certa anestesia no comportamento da direção, que não transmite a sensação precisa do atrito entre os pneus e o asfalto quente do interior de São Paulo. O volante, pequeno e levemente achatado, tem excelente empunhadura. Já o controle de estabilidade atua para frear as rodas traseiras e manter o SUV na trajetória, mas sua tendência de sair de frente, especialmente em curvas rápidas, é notória. + Quer receber as principais notícias do setor automotivo pelo seu WhatsApp? Clique aqui e participe do Canal da Autoesporte. Este trajeto incluiu uma reta para testar a aceleração partindo da imobilidade. Cravo o pé no acelerador aliviando o pedal do freio e… o SUV demora a responder. O S06 leva ao menos um segundo para entender que precisa reagir, embora os números de fábrica apontem o 0 a 100 km/h em honestos 7,8 segundos. Ao fim da reta, notei que o SUV estava em modo “Eco”, que beneficia a eficiência energética ao sacrificar o desempenho. Dei mais uma volta, dessa vez testando os limites do carro e causando o destracionamento das rodas de propósito. O comportamento dianteiro volta a ser indireto por conta da suspensão maleável, mas o controle de estabilidade atuou para corrigir a rota. Na partida de aceleração, desta vez em modo “Sport”, o SUV voltou a repetir o atraso na entrega de potência e torque. Jetour S06 tem retomadas vigorosas Divulgação Todavia, uma característica chamou atenção nesta segunda oportunidade na reta da pista: as retomadas são sempre acesas e vigorosas, em qualquer velocidade. Isso foi comprovado nas saídas de curva, onde a reatividade foi praticamente instantânea — então, curiosamente, o S06 é melhor em movimento do que partindo da imobilidade. Por conta do teste em pista, não pude avaliar se o controle de cruzeiro adaptativo (ACC) é confiável. Tampouco soube se o sistema de permanência em faixa funciona bem ou se, à moda chinesa, o SUV fica “ziguezagueando” de um lado para o outro. O sensor de ponto cego jamais se acendeu por conta da distância de segurança mantida entre os carros na pista. Mas fica aqui o registro de que o S06 oferece estes e outros itens de segurança, que serão devidamente avaliados uma vez que ele estiver em nossa redação para um teste mais completo. Jetour S06: sistema híbrido, recarga e consumo Plugue de recarga suporta carregadores AC e DC Cauê Lira/Autoesporte Como estava em pista, não medi o consumo de combustível. Mas, segundo o Programa Brasileiro de Etiquetagem Veicular (PBEV), o S06 pode aferir 36,2 km/l na cidade e 28,9 km/l na estrada com os motores a combustão e elétrico trabalhando juntos. Somente com o motor a gasolina atuando, os números vão para 14 km/l em circuito urbano e 12,6 km/l em trajeto rodoviário. A autonomia puramente elétrica é de 70 km, já de acordo com o Inmetro. Vale lembrar que o órgão de aferição faz os ensaios em condições extremas. O primeiro é com a bateria cheia e propulsão no modo elétrico. Logo, os 36,2 km/l são uma conversão do consumo elétrico em km/l. O segundo consumo, bem pior, é realizado com a bateria descarregada e com propulsão apenas do motor a combustão. Assim que possível, avaliaremos o consumo de combustível em um ciclo mais realista. Um trunfo do S06 é o sistema de recarga, que suporta estações de alta tensão. A potência máxima é de 6,6 kW em estações de corrente alternada (AC) e 40 kW em corrente contínua (DC). De acordo com a Jetour, a recarga de 20% a 80% acontece em até 40 minutos; ao plugá-lo numa tomada residencial, são necessárias 7 horas. Conclusão O que a Jetour precisa fazer para que o S06 se torne um carro interessante? Cauê Lira/Autoesporte O Jetour S06 chega com grandes expectativas ao Brasil, mas briga por espaço no segmento mais disputado da atualidade. Mais do que isso, o SUV médio está na linha de frente do processo de divulgação da marca no país. Fundada em 2018, poucos conhecem a Jetour por aqui; talvez esta seja a primeira vez que você, leitor, lê sobre a nova empresa. Pelo que oferece, o S06 é um carro inegavelmente bem posicionado, mas isso passará também pelo reajuste de preços prometido pela marca ao longo dos próximos meses. Se ficar muito mais caro, pode esbarrar em concorrentes mais incrementados. Confira abaixo a lista dos equipamentos disponíveis por versão. Jetour S06 Advance (R$ 199.900): chave presencial com partida remota do motor (à distância), ar-condicionado digital de duas zonas com saída de ar para os bancos traseiros, acabamento interno em couro sintético, central multimídia com tela de 12,8 polegadas sensível ao toque e conexão sem fio de Apple CarPlay e Android Auto sem fio, cinco portas USB (três tipo C e duas tipo A), sensor de estacionamento traseiro, banco do motorista com ajustes elétricos, três modos de condução (Economy, Comfort e Sport), câmera 360º, faróis e lanternas de LED e rodas de liga leve de 18 polegadas. Jetour S06 Premium (R$ 229.900): todos os equipamentos da versão Advance + central multimídia de 15,6 polegadas, bancos dianteiros com aquecimento e resfriamento, banco do motorista com 10 ajustes elétricos e função memória, sensores dianteiros de estacionamento, câmera 540º, rodas de liga leve de 20 polegadas e pacote de segurança com nível 2 de recursos ADAS descrito acima. Pontos positivos: consumo, espaço interno, pacote de equipamentos e recarga rápida Pontos negativos: desempenho, capacidade do porta-malas e falta de praticidade (muitos comandos integrados à central multimídia) Estrutura da Jetour no Brasil Embora tenha o respaldo da gigante chinesa Chery, a Jetour é uma novata. Neste primeiro momento, seus carros chegam ao Brasil pelo Porto de Vitória (ES), mas existe o plano de investir na produção nacional no arranjo SKD no futuro. A linha de montagem brasileira será uma entre as 15 fábricas espalhadas pelo mundo que a marca chinesa espera ter até meados de 2030. Até lá, a Jetour expande sua rede de concessionárias no Brasil. Em meados de março, a marca terá 60 pontos de venda espalhados pelos principais estados — número que deve chegar a uma centena até o final de 2026. São os primeiros passos de uma nova história... Jetour S06 - Ficha técnica Quer ter acesso a conteúdos exclusivos da Autoesporte? É só clicar aqui para acessar a revista digital. Mais Lidas
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February 3, 2026 at 7:44 AM
Novo Volkswagen Tiguan já tem data para chegar ao Brasil; veja quando
<img src="https://s2-autoesporte.glbimg.com/PYZ4yPOl3aF_2r5DVVYDuLhMpJc=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_cf9d035bf26b4646b105bd958f32089d/internal_photos/bs/2025/X/M/DKpuZ1Q1WRfJ3bT1eT3A/novo-vw-tiguan-2025-exterior-estatico-frontal.jpg" /><br /> A Volkswagen confirmou que a terceira geração do Tiguan será lançada no Brasil em março. O anúncio oficial foi feito por Ciro Possobom, CEO da marca no Brasil, em um evento realizado nesta segunda-feira (02). Os preços e versões, no entanto, ainda não foram divulgados. Apesar da confirmação, a Volkswagen não revelou mais detalhes sobre as especificações do novo Tiguan no Brasil. O modelo será importado do México, onde começou a ser produzido nesta geração em meados de 2025. Portanto, terá benefício do imposto de importação zerado, como fruto de um acordo comercial entre os países. Por lá, a única motorização disponível é uma velha conhecida dos brasileiro: 1.4 turbo de 150 cv, o mesmo usado em T-Cross, Taos e Virtus. No entanto, o Tiguan deve ser lançado no Brasil com motor 2.0 turbo a gasolina de 204 cv e 32,6 kgfm. O objetivo da Volkswagen é que o novo SUV ocupe a lacuna acima do novo Taos, vendido exclusivamente com o motor 1.4 turbo. Nova geração do Volkswagen Tiguan é produzida no México Divulgação Ainda sobre o mercado mexicano, a nova geração do Tiguan é oferecida nos pacotes Trendline, Comfortline e R-Line, sempre com cinco lugares. Até por isso, o SUV perdeu o nome "Allspace", usado desde 2018 para indicar que se trata de uma carroceria alongada. Veja abaixo os preços do modelo mexicano e os valores convertidos: Tiguan Trendline 1.4 – 599.990 pesos (R$ 169.932) Tiguan Comfortline 1.4 – 677.990 pesos (R$ 192.024) Tiguan R-Line 1.4 – 771.990 pesos (R$ 218.647) Já a cabine segue a identidade visual dos carros mais recentes da Volkswagen, com central multimídia flutuante de 13 polegadas (com Android Auto e Apple CarPlay) e um generoso painel de instrumentos digital. O acabamento mistura tecido texturizado e couro, e tem costuras aparentes. Acabamento do Tiguan mistura tecido e couro Divulgação E o híbrido? Em outros mercados, o SUV tem grande variedade de opções mecânicas eletrificadas, embora nenhuma tenha sido confirmada no Brasil. As versões básicas vêm equipadas com motor 1.5 turbo de 150 cv com conjunto híbrido leve (MHEV) de 48V. Acima delas há duas configurações intermediárias 2.0 a gasolina de 204 cv e 265 cv, sem eletrificação. + Quer receber as principais notícias do setor automotivo pelo seu WhatsApp? Clique aqui e participe do Canal da Autoesporte. Por fim, os modelos híbridos plug-in (PHEV) têm propulsor 1.5 turbo (o TSI Evo2, que será produzido no Brasil) que pode desenvolver 204 cv ou 272 cv. Este último tem tração integral e utiliza embreagem 4Motion de sexta geração para acionar o eixo traseiro. O câmbio é automatizado de dupla embreagem e seis marchas em quase todas as versões, exceto a PHEV de 272 cv, com sete marchas. Com baterias de 19,7 kWh, as configurações híbridas plug-in propiciam autonomia elétrica adequada para o dia a dia, na faixa de 126 km (ciclo WLTP). A recarga pode ser feita em corrente alternada (AC) a até 11 kW e contínua (DC) a até 50 kW. Para muitos deslocamentos urbanos, é mais que suficiente. Mas não há indicação de que alguma delas vá chegar por aqui. Volkswagen Tera foi o lançamento de maior sucesso da marca no Brasil em 2025 Murilo Goes/Autoesporte A marca também relembrou que o ciclo atual de investimentos de R$ 20 bilhões anunciado em 2024 terá 21 lançamentos na América do Sul. Desses, 18 são no Brasil. E 11 deles já chegaram ao mercado, incluindo Tera, Nivus, T-Cross e Amarok reestilizados, além de Jetta GLI e Golf GTI. A partir de 2026, todos os novos produtos da marca terão versões eletrificadas. E o primeiro híbrido flex nacional da marca será feito na unidade de São Bernardo do Campo (SP). Para isso, a fabricante vai trazer a plataforma MQB 37 ou MQB Evo, conforme antecipado por Autoesporte desde março de 2025 e confirmada com exclusividade pelo CEO Global da marca à nossa reportagem em setembro. Por fim, a Volkswagen celebrou crescimento nas vendas na América do Sul. Em 2025, a marca espera produzir mais de 550 mli veículos no Brasil e na Argentina. Quer ter acesso a conteúdos exclusivos da Autoesporte? É só clicar aqui para acessar a revista digital. Mais Lidas
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February 3, 2026 at 7:44 AM
Volkswagen volta a patrocinar CBF e Seleção Brasileira após 11 anos
<img src="https://s2-autoesporte.glbimg.com/TD8ZbP4qshi6YecTyc7RFkHX64E=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_cf9d035bf26b4646b105bd958f32089d/internal_photos/bs/2026/e/M/0cO71BQ5WpQF31H9ADNg/volkswagen-selecao2026.jpg" /><br /> A Volkswagen anunciou, nesta segunda-feira (2), que irá patrocinar a Confederação Brasileira de Futebol (CBF) e as Seleções Brasileiras na Copa do Mundo 2026, incluindo os times masculino e feminino. O financiamento da marca alemã será válido até o ano de 2027, segundo confirmado por Ciro Possobom, CEO da Volkswagen no Brasil. O evento também contou com a presença do presidente da CBF, Samir Xaud, do técnico da Seleção Brasileira de Futebol, Carlo Ancelotti, e da coordenadora das Seleções Femininas da CBF, Cris Gambaré. O patrocínio segue até o ano que vem, pois em 2027 o Brasil será o primeiro país sede na América do Sul do Mundial de Futebol Feminino. Samir Xaud e Ciro Possobom durante evento de anúncio do patrocínio André Schaun/Autoesporte A última parceria entre a fabricante e a associação aconteceu em novembro de 2009, quando a Volkswagen lançou uma linha em homenagem ao campeonato com Gol, Fox e Voyage. O patrocínio durou até julho de 2014, logo após o fatídico 7 a 1 no jogo contra a Alemanha. Ou seja, 11 anos atrás. A Copa do Mundo 2026 terá sede em três países (Estados Unidos, Canadá e México) e começa no dia 11 de junho, mas o Brasil joga pela primeira vez no dia 13 (sábado). + Quer receber as principais notícias do setor automotivo pelo seu WhatsApp? Clique aqui e participe do Canal da Autoesporte A fabricante alemã também anunciou que vai lançar uma edição especial de um carro em homenagem à Copa do Mundo 2026. Até o momento, a empresa não revelou o modelo, o que deve ocorrer muito em breve. O veículo escolhido, muito provavelmente, será o Tera, visto que o SUV compacto foi o grande lançamento da Volkswagen em 2025. Carlo Ancelotti durante anúncio da parceria entre CBF e Volkswagen André Schaun/Autoesporte A marca alemã, vale lembrar, foi quem começou a onda de carros com edição especial de Copa do Mundo, em 1982, no mundial disputado na Espanha. Ao todo, já foram lançados oito versões especiais do campeonato. Além do Brasil, a Volkswagen também é parceira de outras 11 seleções nacionais de futebol mundo afora, incluindo campeões mundiais. “O apoio da Volkswagen do Brasil à CBF (Confederação Brasileira de Futebol) e às Seleções Brasileiras de Futebol masculina e feminina em todas as categorias nos enche de orgulho, especialmente nesses anos tão simbólicos de 2026 e 2027", disse Possobom. Initial plugin text Os carros com edição especial da Copa já lançados pela Volkswagen: Volkswagen Gol Copa (1982) Volkswagen Gol Copa 1982 foi o primeiro modelo da marca em homenagem à Copa do Mundo Divulgação O primeiro modelo que recebeu uma edição especial para a Copa foi o Gol, como dissemos, em 1982. A fabricante alemã tinha lançado o Gol apenas dois anos antes e precisava de uma forcinha para aumentar as vendas do carro que teve um começo de vida difícil. Assim, a ideia foi certeira: criar o chamado Gol Copa. O modelo tinha carroceria pintada em um tom de azul exclusivo, trazia faróis auxiliares e um emblema da Copa no vidro traseiro. O motor era 1.6 aspirado de quatro cilindros a gasolina de 66 cv e 12 kgfm, com câmbio manual de 4 marchas. Foram cerca de 3.000 unidades vendidas. Não foi daquele vez que o tetra veio. A eliminação do Brasil naquela Copa ficou conhecida como "Tragédia do Sarriá", após a derrota de 3 a 2 para a Itália. Volkswagen Gol Copa II (1994) Volkswagen Gol Copa 1994 foi a segunda edição da série especial, ano em que o Brasil comemorou o tetracampeonato Divulgação/Volkswagen Na Copa do Mundo de 1994, também nos Estados Unidos, a Volkswagen lançou a segunda edição do Gol Copa. E essa trouxe sorte. O carro foi marcante: acabou sendo a série especial de despedida do Gol “quadrado” e ainda comemorou o tetracampeonato do Brasil na competição. O Gol Copa tinha motor 1.6 que, apesar de trazer o conceito da refrigeração a ar, vinha com a dupla carburação que deu 51 cv de potência e 10,5 kgfm de torque. O câmbio era manual de cinco marchas. O modelo tinha faróis auxiliares, assim como seu antecessor, além de retrovisores na mesma cor azul da carroceria, limpador para o vidro traseiro, volante esportivo e painel de instrumentos com relógio digital. Volkswagen Gol Sport (2002) Volkswagen Gol Sport foi lançado na Copa de 2002 Divulgação Em 1998, da Copa da França, a Volkswagen até lançou o Gol Star, mas o carro não tinha um apelo visual muito diferente. E foi em 2002, na Copa da Coreia do Sul e do Japão, quando o Brasil conquistou o quinto título mundial, que a marca alemã lançou uma das versões mais icônicas de Copas, com o Gol Sport. Apesar do nome, o carro não tinha nada de esportivo, mas foi o primeiro "bolinha" nessa versão voltada ao futebol. Na verdade, vinha apenas com emblemas nas laterais, spoiler traseiro, lanternas escurecidas e rádio com CD Player, que era uma inovação para a época. O hatch era oferecido na cor amarelo solar e equipado só com motor 1.0 a gasolina de quatro cilindros com 76 cv, 9,7 kgfm e câmbio manual de cinco marchas. Volkswagen Gol Copa III (2006) Volkswagen Gol Copa do Mundo 2006 tinha opções de motor 1.0 e 1.6 Divulgação O Volkswagen Gol Copa teve ainda uma terceira e última edição em 2006, quando a Copa do Mundo foi disputada na Alemanha e o sonho do hexa foi por água abaixo após derrota de 1 a 0 para a França. Dessa vez, o modelo tinha duas opções de motor: 1.0 flex de quatro cilindros com até 71 cv e 9,7 kgfm e o 1.6 flex, também de quatro cilindros, com até 99 cv e 14,4 kgfm. Nos dois casos, o câmbio era manual de cinco marchas. Porém, o carro foi pouco enfeitado. Os bancos vinham com o logotipo do evento bordado e adesivos distribuídos pelas soleiras, portas e tampa do porta-malas. Volkswagen Gol Seleção (2010) Volkswagen Gol Copa 2010 estreou no ano em que a marca financiou a CBF Divulgação Depois de patrocinar a Copa do Mundo por anos, a Volkswagen passou a financiar a Confederação Brasileira de Futebol (CBF) na Copa do Mundo de 2010, na África do Sul. Por isso, o tradicional Gol deixou os outros sobrenomes de lado e recebeu um “Seleção” como auxiliar. O motor era apenas o 1.0 flex de quatro cilindros com até 76 cv e 10,6 kgfm com câmbio manual de cinco marchas. O Gol Seleção trazia emblema da CBF na lateral e nos bancos, rádio com MP3, logotipo na tampa do porta-malas, faróis de neblina e rodas de liga leve. Naquele ano, novamente o hexa foi adiado após perder de virada para a Holanda por 2 a 1. Volkswagen Gol, Fox e Voyage Seleção (2014) Volkswagen Gol Seleção teve limitação de 20 mil unidades Divulgação Na Copa do Mundo disputada no Brasil, a Volkswagen se empolgou e não lançou apenas uma edição especial, mas três: Gol, Fox e Voyage. Todos os modelos eram acompanhados do nome “Seleção” e com opções de limitadas a 20.000 unidades. Sobre a Copa, o final da história todo mundo já sabe, o eterno (e dolorido) 7 a 1. Nos três casos havia opção de motor 1.0 flex de até 76 cv e 1.6 flex de até 101 cv. A transmissão podia ser manual ou automatizada, ambas de 5 marchas. As rodas de liga leve tinham desenhos inspirados em uma bola de futebol, a principal cor era o amarelo, e havia ainda detalhes pretos na carroceria e os frisos internos também eram amarelos. Quer ter acesso a conteúdos exclusivos da Autoesporte? É só clicar aqui para acessar a revista digital. Mais Lidas
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February 3, 2026 at 7:44 AM
Chevrolet Cruze: 4 versões usadas para quem busca conforto e espaço
<img src="https://s2-autoesporte.glbimg.com/yJFnmsA_hqyxpONxWRwI48nmUko=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_cf9d035bf26b4646b105bd958f32089d/internal_photos/bs/2026/3/w/Q64ASXSNCdydJrOBpgaA/cruze-midnight-09-.jpg" /><br /> O Chevrolet Cruze marcou presença no mercado brasileiro como uma das principais referências entre os sedãs médios, combinando bom nível de conforto, desempenho consistente e pacote tecnológico competitivo em diferentes fases do projeto. Mesmo fora de linha no Brasil, o modelo segue com forte presença no mercado de usados, especialmente entre consumidores que buscam mais porte e refinamento do que os compactos oferecem. Neste guia, reunimos quatro versões do Chevrolet Cruze, abrangendo primeira e segunda gerações, com base nos menores preços encontrados no Mercado Livre. A proposta não é indicar um anúncio específico, mas apresentar um panorama das ofertas disponíveis, destacando diferenças de conjunto mecânico, espaço e equipamentos. Os preços citados no texto foram verificados durante a apuração e produção da matéria, no mês de janeiro de 2026. Confira! 1. Chevrolet Cruze LT — a partir de R$ 44.900 Chevrolet Cruze de primeira geração tinha motor 1.8 aspirado Divulgação O Chevrolet Cruze de primeira geração chegou ao Brasil com foco em conforto e robustez. Nessa fase, o sedã utilizava motor 1.8 aspirado flex, com 144 cv de potência e 18,9 kgfm de torque, trabalhando com câmbio manual de cinco marchas ou automático de seis, dependendo da configuração. O consumo oficial gira em torno de 6,5 km/l na cidade e 9 km/l na estrada, com etanol. O entre-eixos de 2,68 m garante bom espaço interno, enquanto o porta-malas de 450 litros atende bem ao uso familiar. Nos anúncios do Mercado Livre, unidades aparecem a partir de R$ 44,9 mil para a versão de entrada LT. Esse acabamento traz seis airbags, controle de estabilidade, ar-condicionado, direção elétrica, computador de bordo, volante multifuncional e sistema de som com conectividade básica. Como usado, é uma escolha interessante para quem quer um sedã médio acessível, confortável e com bom nível de segurança estrutural. + Quer receber as principais notícias do setor automotivo pelo seu WhatsApp? Clique aqui e participe do Canal da Autoesporte 2. Chevrolet Cruze LTZ — a partir de R$ 49.900 Versão LTZ do Chevrolet Cruze era mais completa Divulgação Ainda na primeira geração, o Cruze LTZ era a opção mais completa e seguia sem abandonar o conjunto mecânico já conhecido. O motor 1.8 aspirado flex mantém os 144 cv e 18,9 kgfm, normalmente associado ao câmbio automático de seis marchas, com foco em conforto ao rodar. O consumo e as dimensões permanecem os mesmos, com bom espaço para os ocupantes e porta-malas generoso. No Mercado Livre, anúncios a partir de R$ 49,9 mil costumam se referir à versão LTZ. Esse acabamento acrescenta bancos de couro, central multimídia com tela sensível ao toque, câmera de ré, sensores de estacionamento, controle de cruzeiro, ar-condicionado digital e rodas de liga leve. Como seminovo, vale a compra para quem quer mais conforto e itens de conveniência, pagando pouco mais em relação às versões básicas. Initial plugin text 3. Chevrolet Cruze Premier — a partir de R$ 97.590 O Chevrolet Cruze Premier é equipado com motor 1.4 turbo flex que gera 153 cv de potência e 24,5 kgfm de torque. Auto Esporte A segunda geração marcou uma mudança importante no projeto do Cruze, com redução de peso e adoção de motor turbo. O sedã passou a usar o motor 1.4 turbo flex, que entrega 153 cv de potência e 24,5 kgfm de torque, sempre com câmbio automático de seis marchas. O consumo oficial melhorou significativamente, chegando a cerca de 11 km/l na cidade e 14 km/l na estrada, com gasolina. O entre-eixos de 2,70 m ampliou o espaço interno, e o porta-malas de 440 litros manteve boa capacidade. Nos anúncios do Mercado Livre, há unidades a partir de R$ 97,5 mil, geralmente da versão Premier. Ela traz seis airbags, controle de estabilidade, alerta de ponto cego, sistema de permanência em faixa, multimídia com Android Auto e Apple CarPlay, ar-condicionado digital, bancos em couro e chave presencial. Como usado, é uma das opções mais completas entre os sedãs médios dessa faixa de preço. 4. Chevrolet Cruze Midnight — a partir de R$ 108.990 O Chevrolet Cruze Midnight sai a partir de R$ 108,9 mil no Mercado Livre. Divulgação/Chevrolet Na segunda geração, o Cruze manteve o conjunto mecânico já conhecido do modelo turbo. A versão Midnight surgiu como uma série especial do Chevrolet Cruze na segunda geração, focada em reforçar a imagem mais sofisticada e esportiva do sedã médio em um momento em que o segmento já perdia espaço para os SUVs. A proposta não era alterar o conjunto mecânico ou estrutural do modelo, mas oferecer uma alternativa visualmente mais marcante, voltada a consumidores que buscavam diferenciação estética sem abrir mão do conforto e do bom nível de tecnologia já conhecido do Cruze. Nos anúncios do Mercado Livre, unidades a partir de R$ 108,9 mil costumam se referir à versão Midnight, que se diferencia pelo visual escurecido, com detalhes externos em preto, rodas exclusivas e acabamento interno com tonalidade mais sóbria. O pacote inclui seis airbags, controle de estabilidade, alerta de ponto cego, multimídia com Android Auto e Apple CarPlay, ar-condicionado digital, chave presencial, partida por botão e bancos com acabamento premium. Como usado, é indicado para quem busca um Cruze mais sofisticado visualmente, sem abrir mão do pacote completo de conforto e segurança. Quer ter acesso a conteúdos exclusivos da Autoesporte? É só clicar aqui para acessar a revista digital. Mais Lidas Nota de transparência: Autoesporte mantém uma parceria comercial com lojas parceiras. Ao clicar no link da varejista, Autoesporte pode ganhar uma parcela das vendas ou outro tipo de compensação. Os preços mencionados podem sofrer variação e a disponibilidade dos produtos está sujeita aos estoques. Os valores indicados no texto são referentes a janeiro de 2026.
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February 3, 2026 at 7:44 AM
Veja os 50 carros mais vendidos do Brasil em janeiro de 2026
<img src="https://s2-autoesporte.glbimg.com/KEni7FGNPT-X4_7cw30m5Tbvgjo=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_cf9d035bf26b4646b105bd958f32089d/internal_photos/bs/2026/N/r/kU87GBQi2BqRBtK6rbug/fiat-strada-volcano-1.3-2026-dianteira-diagonal.jpeg" /><br /> O mercado brasileiro emplacou 162.342 automóveis e comerciais leves em janeiro de 2026, resultado que representa avanço de 1,3% em relação ao mesmo mês do ano anterior, quando 157.934 unidades foram emplacadas. Em contrapartida, houve uma queda considerável de 39,1% em comparação com dezembro passado e seus 266.671 emplacamentos. Os dados são da consultoria K.Lume. Um dos motivos para esse recuo é a sobrecarga financeira de todo início de ano. Esse é o caso, por exemplo, do pagamento de IPTU, IPVA e despesas escolares. Justamente por isso, janeiro e fevereiro costumam ser os meses de menor número de vendas. A média diária de janeiro, para registro, foi de 8.123 unidades, sendo que o mês teve 21 dias úteis. Volkswagen T-Cross foi o SUV mais vendido do mês de janeiro Renato Durães/Autoesporte No ranking geral, a Fiat Strada larga na frente e volta a liderar as vendas ao emplacar 10.540 unidades em janeiro. Logo em seguida, vem o também SUV mais vendido do mês: o Volkswagen T-Cross com 5.741 unidades. Fechando o pódio, está o Volkswagen Polo com 5.699 registros. O "top 5" se encerra com Fiat Argo, com 5.177 emplacamentos, e o Volkswagen Tera, com 4.229. Dessa forma, foram três modelos da marca alemã no topo das vendas. Initial plugin text Entre os híbridos, o carro mais vendido foi o BYD Song Plus, que fechou o primeiro mês do ano em 14ª posição com 3.802 unidades. O próximo da lista é o seu rival direto, o GWM Haval H6, ocupando o 24° lugar com 2.389 vendas. Já quando o assunto é carro elétrico, o Dolphin Mini permanece na liderança. No ranking, o compacto aparece em 21° lugar com 2.840 emplacamentos. Seu novo rival, o Geely EX2, já aparece entre os 50 mais vendidos, mas lá no fim da lista, em 44ª posição e com 1.204 registros. Veja abaixo a lista dos carros mais vendidos neste período: Os 15 carros mais vendidos do Brasil em janeiro/2026 + Quer receber as principais notícias do setor automotivo pelo seu WhatsApp? Clique aqui e participe do Canal da Autoesporte As marcas mais vendidas em janeiro de 2026 Entre as marcas mais vendidas, a Fiat voltou a liderar o mercado ao emplacar 34.247 unidades no Brasil em janeiro. A segunda colocação é da Volkswagen, com 25.736, seguida pela Chevrolet, com 16.162. Veja a lista abaixo: As marcas mais vendidas do Brasil em janeiro/2026 Quer ter acesso a conteúdos exclusivos da Autoesporte? É só clicar aqui para acessar a revista digital. Mais Lidas
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February 3, 2026 at 7:44 AM
Projeção: novo Fiat Fastback será global e bem diferente do que conhecemos
<img src="https://s2-autoesporte.glbimg.com/kBWitWHfYWkeVTJD-HZnQBPo8qg=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_cf9d035bf26b4646b105bd958f32089d/internal_photos/bs/2026/a/u/FywC97SCSUS9os6DJ7FA/fiat-fastback-p1-h-05.jpg" /><br /> Flagrada por diversas vezes ao longo dos últimos meses, a nova geração do Fiat Fastback promete chegar ao mercado tendo o design como principal cartão de visitas. O modelo terá como base a mesma linguagem visual adotada pelo segunda geração do Argo no Brasil (na Europa, o Grande Panda), mas irá muito além do irmão no quesito personalidade. Projeções elaboradas pelo site Motor.es — e gentilmente cedidas para Autoesporte — antecipam como será o SUV cupê. A traseira será o principal chamariz do novo Fastback e contará com lanternas inteiramente formadas por pequenos LEDs retangulares. A solução é um diferencial importante na comparação com outros carros da Fiat e promete gerar efeito luminoso bastante chamativo, especialmente à noite. O caimento do teto também será um dos destaques, evidenciando o formato cupê da carroceria e reforçando a pegada esportiva da nova geração. Ainda sobre o caimento do teto, a Fiat aproveitará a nova carroceria para deixar o conjunto mais harmônico, corrigindo ponto bastante criticado da geração atual. Já na dianteira, o novo Fastback terá capô alto, logotipo luminoso e faróis retangulares com LEDs seccionados invadindo a grade. O para-choque, por sua vez, terá ampla abertura inferior e formato bem integrado ao conjunto. Novo Fiat Fastback terá logotipo luminoso em destaque na dianteira Reprodução/Motor.es Novo Fastback será mais espaçoso Em termos estruturais, o novo Fastback também passará por avanços importantes. A atual plataforma MLA será deixada de lado e dará lugar à moderna matriz Smart Car (CMP) do grupo Stellantis, rendendo ao modelo ganhos importantes em dinâmica e condução. É a mesma plataforma já usada pelos modelos da Citroën (C3, Aircross e Basalt), Opel (Frontera) e pelo próprio Grande Panda (novo Argo no Brasil). Na verdade, a base estrutural do novo Fiat Fastback será a mesma do Basalt, o que ajuda a explicar sua silhueta. Entretanto, com design e até um interior muito diferentes. Entre outras melhorias, a arquitetura deixará o SUV mais espaçoso, especialmente para os ocupantes do banco traseiro. Nesse sentido, a distância entre-eixos saltará dos atuais 2,53 metros para algo em torno de 2,60 m, mesma medida do próprio Basalt. Novo Fiat Fastback roda pronto para o lançamento Reprodução/Motor.es Sob o capô, o novo Fastback manterá as opções de motorização atuais, pelo menos no Brasil. Ou seja, os motores T200 Hybrid 1.0 turbo flex de 130 cv com sistema híbrido leve de 12 Volts e 1.3 turbo flex de 176 cv na versão esportiva Abarth. + Quer receber as principais notícias do setor automotivo pelo seu WhatsApp? Clique aqui e participe do Canal da Autoesporte Estilo diferenciado das lanternas do novo Fastback foi antecipado por conceito Divulgação Quando o novo Fastback chega? A Fiat ainda não cravou a data exata de lançamento do novo Fastback, mas já é certo que a estreia acontecerá primeiro na Europa. Por lá, vale lembrar, o modelo será vendido pela primeira vez, ganhando o alcance global que o atual nunca teve. A expectativa é de que a apresentação aconteça em junho, com vendas logo na sequência. Novo Fastback atende pelo codinome interno F2X Divulgação No Brasil, Autoesporte apurou junto à fontes ligadas à marca que a produção em série da nova geração do SUV está prevista para o último trimestre de 2026. Já o lançamento comercial, indicam interlocutores, deve acontecer entre o fim do ano e os primeiros meses de 2027. O projeto é conhecido internamente como F2X. Toda produção será concentrada na fábrica de Betim (MG), que vem recebendo investimentos da ordem de R$ 14 bilhões. Toda a nova família de carros da Fiat, capitaneada pelo novo Argo, será produzida na unidade. Quer ter acesso a conteúdos exclusivos da Autoesporte? É só clicar aqui para acessar a revista digital. Mais Lidas
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February 3, 2026 at 7:44 AM
Os 10 carros mais econômicos do Brasil em 2026
<img src="https://s2-autoesporte.glbimg.com/xGkPmzWVJKCTQCVFYgMXqN2Gx8Q=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_cf9d035bf26b4646b105bd958f32089d/internal_photos/bs/2025/O/r/nuYIQ4SiOuH6exHKwjLA/chevrolet-2026-family-1.jpg" /><br /> Um novo ano começou e a primeira lista do Programa Brasileiro de Etiquetagem Veicular (PBEV) já foi divulgada pelo Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia (Inmetro). Por isso, Autoesporte mostra agora quais são os 10 carros mais econômicos do Brasil em 2026. Para o ranking, consideramos apenas a versão que menos gasta combustível de cada carro. Além disso, listamos somente veículos equipados com motores a combustão. Ou seja, carros elétricos e híbridos estão fora da lista (e prepararemos uma específica para eles posteriormente). A classificação foi feita utilizando megajoules por quilômetro (MJ/km), ou consumo energético, que é o quanto o carro gasta de energia para se deslocar (quanto menor esse valor, mais eficiente). A média de consumo vale como critério de desempate. Desta forma, chegamos em uma lista com carros de cinco marcas diferentes — todos flex e equipados com câmbio manual. E, na maioria das vezes, com motor 1.0 aspirado. Veja abaixo os 10 carros mais econômicos do Brasil em 2026: 10º) Peugeot 208 Versão mais econômica do Peugeot 208 tem câmbio manual e motor 1.0 aspirado Divulgação Versão: Style Preço: a partir de R$ 93.990 Motorização: 1.0 aspirado flex de três cilindros com 75 cv e 10,7 kgfm de torque Câmbio: manual de 5 marchas Consumo energético: 1,49 MJ/km Consumo com etanol: 9,5 km/l (cidade) e 10,8 km/l (estrada) Consumo com gasolina: 13,6 km/l (cidade) e 15,3 km/l (estrada) Consumo médio: 12,3 km/l + Quer receber as principais notícias do setor automotivo pelo seu WhatsApp? Clique aqui e participe do Canal da Autoesporte 9º) Volkswagen Virtus Versão: Sense Preço: a partir de R$ 112.890 Motorização: 1.0 turbo flex de três cilindros com 116 cv de potência e 16,8 kgfm de torque Câmbio: manual de 5 marchas Consumo energético: 1,49 MJ/km Consumo com etanol: 9,2 km/l (cidade) e 11,2 km/l (estrada) Consumo com gasolina: 13,2 km/l (cidade) e 15,8 km/l (estrada) Consumo médio: 12,4 km/l Initial plugin text 8º) Hyundai HB20 Hyundai HB20 - frente diagonal Renato Durães/Autoesporte Versões: Comfort e Limited Preço: a partir de R$ 95.190 Motorização: 1.0 aspirado flex de três cilindros com 80 cv de potência e 10,2 kgfm de torque Câmbio: manual de 5 marchas Consumo energético: 1,48 MJ/km Consumo com etanol: 9,9 km/l (cidade) e 10,7 km/l (estrada) Consumo com gasolina: 13,3 km/l (cidade) e 15,4 km/l (estrada) Consumo médio: 12,3 km/l Saiba os prejuízos que o combustível adulterado gera para seu carro Estudo revela regiões no Brasil com mais casos de gasolina adulterada 7º) Volkswagen Polo Versões: MPI, Track e Roubust Preço: a partir de R$ 95.490 Motorização: 1.0 aspirado flex de três cilindros com 84 cv de potência e 10,3 kgfm de torque Câmbio: manual de 5 marchas Consumo energético: 1,48 MJ/km Consumo com etanol: 9,3 km/l (cidade) e 10,9 km/l (estrada) Consumo com gasolina: 13,5 km/l (cidade) e 15,7 km/l (estrada) Consumo médio: 12,4 km/l 6º) Hyundai HB20S Versões: Comfort e Limited Preço: a partir de R$ 104.290 Motorização: 1.0 aspirado flex de três cilindros com 80 cv de potência e 10,2 kgfm de torque Câmbio: manual de 5 marchas Consumo energético: 1,47 MJ/km Consumo com etanol: 9,7 km/l (cidade) e 10,9 km/l (estrada) Consumo com gasolina: 13,4 km/l (cidade) e 15,4 km/l (estrada) Consumo médio: 12,4 km/l 5 carros usados econômicos e ideais para a cidade a partir de R$ 30 mil Confira 5 dicas para economizar até 50% de combustível 5º) Fiat Cronos Versões: Drive 1.0 Preço: a partir de R$ 108.990 Motorização: 1.0 aspirado flex de três cilindros com 75 cv e 10,7 kgfm de torque Câmbio: manual de 5 marchas Consumo energético: 1,46 MJ/km Consumo com etanol: 9,7 km/l (cidade) e 11,2 km/l (estrada) Consumo com gasolina: 13,4 km/l (cidade) e 15,9 km/l (estrada) Consumo médio: 12,6 km/l 4º) Renault Kwid Renault Kwid faz médias de 12,7 km/l, de acordo com o Inmetro André Schaun Versões: Zen, Intense, Iconic e Outsider Preço: a partir de R$ 78.690 Motorização: 1.0 aspirado flex de três cilindros com 70 cv de potência e 9,8 kgfm de torque Câmbio: manual de 5 marchas Consumo energético: 1,41 MJ/km Consumo com etanol: 10,4 km/l (cidade) e 10,7 km/l (estrada) Consumo com gasolina: 14,4 km/l (cidade) e 15,4 km/l (estrada) Consumo médio: 12,7 km/l 3º) Fiat Mobi Fiat Mobi é o terceiro carro mais econômico do Brasil Divulgação Versão: Like Preço: a partir de R$ 82.560 Motorização: 1.0 aspirado flex de três cilindros com 75 cv de potência e 10,7 kgfm de torque Câmbio: manual de 5 marchas Consumo energético: 1,40 MJ/km Consumo com etanol: 10,1 km/l (cidade) e 11,1 km/l (estrada) Consumo com gasolina: 14,5 km/l (cidade) e 15,8 km/l (estrada) Consumo médio: 12,9 km/l 2º) Chevrolet Onix Plus Versão: 1.0 turbo MT Preço: a partir de R$ 108.990 Motorização: 1.0 aspirado flex de três cilindros, 82 cv de potência e 10,6 kgfm de torque Câmbio: manual de 6 marchas Consumo energético: 1,39 MJ/km Consumo com etanol: 9,8 km/l (cidade) e 12,1 km/l (estrada) Consumo com gasolina: 13,9 km/l (cidade) e 17,1 km/l (estrada) Consumo médio: 13,2 km/l 1º) Chevrolet Onix Versão: 1.0 turbo MT Preço: a partir de R$ 101.790 Motorização: 1.0 aspirado flex de três cilindros, 82 cv de potência e 10,6 kgfm de torque Câmbio: manual de 6 marchas Consumo energético: 1,38 MJ/km Consumo com etanol: 9,8 km/l (cidade) e 12,4 km/l (estrada) Consumo com gasolina: 12,4 km/l (cidade) e 17,7 km/l (estrada) Consumo médio: 13,1 km/l Quer ter acesso a conteúdos exclusivos da Autoesporte? 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February 3, 2026 at 7:44 AM
Governo anuncia fim da prova da baliza para tirar CNH em todo o Brasil
<img src="https://s2-autoesporte.glbimg.com/5MjU-29NaYpuPYvT0uG2-wvjkYE=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_cf9d035bf26b4646b105bd958f32089d/internal_photos/bs/2026/l/R/K3MIYiSu6ZNVkX2AAMOQ/prova-baliza-brasil.jpg" /><br /> A Secretaria Nacional de Trânsito (Senatran) anunciou, neste domingo (1º), o fim da obrigatoriedade da prova baliza para tirar a CNH em todo o Brasil. No início desta semana, Autoesporte noticiou em primeira mão que alguns estados no país já estavam adotando a medida, e que o Governo Federal deveria expandir a mudança para o território nacional. Assim, a nova regra, entre outras, foi confirmada com a divulgação do novo Manual Brasileiro de Exames de Direção Veicular. Segundo as novas regras do manual, que terá validade para todos os Departamentos Estaduais de Trânsito do Brasil (Detran), as alterações têm o objetivo de “tornar a avaliação adequada à realidade de quem dirige no dia a dia, reduzindo diferenças regionais para a aprovação dos candidatos e tornando o processo mais fiel à realidade de quem enfrenta o cotidiano do tráfego brasileiro”. Baliza deixa de ser obrigatória na avaliação do exame prático para tirar a CNH em todo o Brasil Governo do MS “A mudança da baliza como etapa principal e eliminatória acontece porque ela virou, ao longo do tempo, um exercício artificial, cheio de regras que não dialogam com a condução no mundo real. A baliza passa a ser tratada como o que ela é na vida cotidiana: estacionamento, ao final do percurso. Sem aquele ritual mecânico que nada mede sobre direção segura”, justifica Adrualdo Catão, Secretário Nacional de Trânsito. + Quer receber as principais notícias do setor automotivo pelo seu WhatsApp? Clique aqui e participe do Canal da Autoesporte Como será a avaliação do exame prático para tirar a CNH? Dessa forma, a avaliação do exame prático passa a ser realizada exclusivamente em percurso, sob acompanhamento do examinador de trânsito do Detran. De acordo com o texto, serão analisados tópicos como a condução em via pública, leitura do trânsito, tomada de decisões e a convivência com outros veículos e pedestres. "A avaliação passa a medir a direção responsável em ambiente real, e não a repetição de um ritual que pouco diz sobre segurança viária”, conclui o secretário. Justamente por observar o condutor em situação real de tráfego, o exame continua sendo feito em vias públicas urbanas ou rurais, pavimentadas ou não. Nos municípios com mais de um bairro autorizado, o local terá que ser definido por sorteio. Manual também oficializa novo limite de 10 pontos para a prova prática Agência Brasil Como dito pelo próprio secretário, estacionar o carro no final da prova continuará sendo necessário, mas não haverá qualquer tipo de avaliação de baliza no meio percurso. Com essa nova medida, de acordo com o Senatran, o foco passa a ser o "comportamento ao volante, que é o que efetivamente impacta a segurança no trânsito". Initial plugin text Novo limite de pontos no exame prático Outra mudança também antecipada por Autoesporte implica no limite de pontos para a prova, que está maior. Assim como antes, os candidatos iniciam a prova com pontuação zero. No entanto, a partir de agora, a pontuação vai sendo aplicada conforme as infrações de trânsito cometidas durante o exame. Para ser aprovado no teste, o futuro motorista precisa ter nota abaixo de 10 pontos. Dentro desse limite máximo, ainda existem pesos diferentes conforme a gravidade da infração (leve, média, grave e gravíssima). Anteriormente, os candidatos poderiam acumular no máximo 3 pontos, com faltas classificadas como leves (1 ponto), médias (2 pontos) e graves (3 pontos). De acordo com o novo manual, não existem mais faltas eliminatórias automáticas Getty Images Outra questão é que, segundo o novo manual, não existem mais faltas que eliminem o candidato de forma automática. Em contrapartida, identificando que o candidato não apresenta condições mínimas de segurança, domínio do veículo ou equilíbrio emocional para conduzir, o exame pode ser interrompido sem atribuição de nota. No método antigo, a reprovação também era baseada em condutas específicas, independentemente de serem infrações de trânsito. Agora, contudo, a avaliação considera exclusivamente as infrações previstas no Código de Trânsito Brasileiro (CTB). Na prática, isso significa que acontecimentos como "deixar o veículo morrer", por exemplo, deixam de implicar em reprovação. Prova prática pode ser feita com carro automático? Sim! A mesma resolução ainda eliminou a obrigatoriedade de carros com câmbio manual para a prova prática da CNH a partir de 2026. Portanto, a partir de agora, os candidatos também poderão utilizar veículos com câmbio automático. Este deve estar em conformidade com as regras de circulação e equipado com todos os itens obrigatórios exigidos pela legislação de trânsito, segundo o órgão. Quer ter acesso a conteúdos exclusivos da Autoesporte? É só clicar aqui para acessar a revista digital. Mais Lidas
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February 2, 2026 at 2:05 AM
Conheça o país que tem Porsche como carro mais vendido pelo 2º ano seguido
<img src="https://s2-autoesporte.glbimg.com/uSCF22zrxiVlPjPMtBfCnEn7Goc=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_cf9d035bf26b4646b105bd958f32089d/internal_photos/bs/2024/o/0/BRgFalTEif3xzN9qWpAg/pbr24-0208-fine.jpg" /><br /> O Porsche 911 repetiu o curioso resultado alcançado em 2024 e, mais uma vez, foi o carro mais vendido do principado de Andorra, pequeno país encravado entre a Espanha e a França. Em 2025, o cupê esportivo desbancou todos os demais veículos à venda no mercado e liderou o ranking com 86 unidades (três a mais que no ano anterior). Na prática, o país é o único do mundo onde o 911 ocupa o posto de veículo mais vendido. A liderança do cupê faz do mercado automotivo de Andorra um dos mais peculiares do mundo. Afinal, não é nada comum que um carro de luxo de quase 140 mil euros (cerca de R$ 870 mil) seja mais popular que veículos simples e baratos. A explicação para o fenômeno está no sistema tributário adotado localmente, considerado muito diferente do encontrado em outros países europeus. Andorra La Vella, a capital de Andorra, um pequeno país encravado entre o norte da Espanha e o sul da França Getty Images A alíquota de Imposto de Renda, por exemplo, é de no máximo 10%, o que atrai um número considerável de consumidores endinheirados. Além disso, o imposto cobrado sobre veículos a combustão é bem mais baixo que o de outras regiões, fazendo com que muitos clientes comprem seus carros em Andorra e depois os levem para outros países. Porsche 911 é líder de vendas no mercado andorrano há dois anos Divulgação A peculiaridade fiscal também vale para outros produtos, como eletrônicos, perfumes e bebidas, fazendo de Andorra um importante destino de compras. Não à toa, é apelidado de “Paraguai da Europa”. O país tem cerca de 80 mil habitantes, sendo o 11º menor do mundo em população e o 16º em área. É também, como costuma acontecer com pequenos principados, extremamente rico. + Quer receber as principais notícias do setor automotivo pelo seu WhatsApp? Clique aqui e participe do Canal da Autoesporte Mercedes-Benz GLC foi um dos carros mais vendidos de Andorra em 2025 Divulgação Ranking de vendas de Andorra Ao longo de 2025, cerca de 2.511 veículos foram vendidos em Andorra, o que significa aumento de 10% na comparação com 2024. O ranking, como dito, é liderado pelo Porsche 911, mas também traz outras curiosidades. É o caso do Mercedes-Benz GLC, em quarto lugar, e do Mini Cooper, em oitavo. Até mesmo uma van, a Ford Tourneo Custom, está entre os veículos mais vendidos do país. Carros mais vendidos de Andorra em 2025 Entre as montadoras, a BMW liderou. Ao todo, vendeu 204 unidades e cresceu 29% em relação ao ano anterior. A Mercedes-Benz vem em seguida, com 200 carros, e a Toyota fecha o pódio, neste caso com 164 unidades. A Ford aparece em quarto, com 160 unidades, e a Porsche em quinto, com 159. Em Andorra, Ferrari vende mais que Suzuki Divulgação Outra peculiaridade de Andorra é o fato de a Ferrari, dona de modelos caros e exclusivos, vender mais carros que a Suzuki, focada em veículos populares e simples. Em 2025, foram 56 unidades da italiana de luxo contra 50 da japonesa. Quer ter acesso a conteúdos exclusivos da Autoesporte? É só clicar aqui para acessar a revista digital. Mais Lidas
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February 2, 2026 at 2:05 AM
Por que seguro de carro para mulheres está mais caro do que para homens?
<img src="https://s2-autoesporte.glbimg.com/JOmAr1kC2Om1hbMvMDnaERZb3gA=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_cf9d035bf26b4646b105bd958f32089d/internal_photos/bs/2021/Z/N/NqGkAOSnaJIMFSrlOOEQ/gettyimages-1193069476.jpg" /><br /> Se antigamente as mulheres pagavam bem mais barato no seguro de seus carros na comparação com os homens, hoje a história está bem diferente. Cotações recentes mostram que a situação vem se invertendo e as mulheres começaram a pagar mais caro pelas apólices. A disparidade atual dos preços entre os gêneros tem sido cada vez mais notória e pode chegar a quase R$ 2 mil em alguns casos. Um exemplo foi a cotação da apólice para um Nissan Kait que Autoesporte pediu à Creditas Seguros. A cobertura para um homem de 35 anos, morador da zona sul de São Paulo (SP), sairia por R$ 2.709. Para uma mulher da mesma idade e que mora na mesma região, o seguro do SUV não sai por menos de R$ 3.647. A diferença nas coberturas é de R$ 938. Mas por que seguro de carro está ficando mais caro para mulheres do que para homens? Quais são os fatores que mais interferem no valor do seguro? Autoesporte consultou um especialista para chegar a uma resposta. Seguro está ficando mais caro para mulheres do que homens Auto Esporte + Quer receber as principais notícias do setor automotivo pelo seu WhatsApp? Clique aqui e participe do Canal da Autoesporte Para começo de conversa, o valor do seguro pode ser impactado por diversos fatores. Preço e marca do carro, idade e localidade do condutor, se o veículo é estacionado em local privativo ou não, e até o comportamento histórico do segurado são alguns dos pontos analisados pelas seguradoras de automóveis. Isso não mudou. A diferença é que, se antes se o seguro para mulheres era visto com bons olhos pelo maior cuidado e responsabilidade, estudos recentes e dados de mercado de 2025 mostram que a lógica de preço está sendo invertida por novos acontecimentos. De acordo com Michel Tanam, Gerente da Creditas Seguros, o perfil feminino tem se exposto a riscos maiores no trânsito urbano e em horários de pico, impactando as estatísticas de colisão das seguradoras. Initial plugin text Além disso, o especialista informa que mesmo que os acidentes femininos sejam menos graves na maioria das vezes, a frequência dos pequenos incidentes tem pesado no cálculo de risco das seguradoras para esse perfil. Há outra mudança importante: a análise de dados históricos está diferente. "As seguradoras agora usam dados em tempo real. Se nos últimos meses o perfil feminino em capitais teve um índice de sinistro superior ao masculino na mesma faixa, o valor reflete essa tendência estatística imediata", informa Michel Tanam. Seguro do BYD Dolphin Mini é R$ 1.826 mais caro para mulheres Emerson Lima Essa proporção pode variar, dependendo do modelo. Na cotação do plano de cobertura para um BYD Dolphin Mini, o carro elétrico mais vendido do Brasil, são cobrados R$ 3.984 para os homens e R$ 5.810 para as mulheres – uma diferença significativa de R$ 1.826, considerando, mais uma vez, motoristas da mesma idade e que moram na mesma região. Outro exemplo é na apólice do Toyota Corolla Cross Hybrid. A cobertura mostra um custo de R$ 2.741 para o perfil masculino e de R$ 3.243 para o feminino. A disparidadade nesse caso é de R$ 502. Há alguns anos, porém, os seguros chegavam a ser R$ 3 mil mais baratos para as mulheres. Claro que essa não é uma nova regra e sempre depende do perfil do condutor, do carro e da sua localidade. Prova disso é que, para um Volkswagen T-Cross, a cotação mostra o valor de R$ 2.906 para os homens e de R$ 2.422 para as mulheres. Quer ter acesso a conteúdos exclusivos da Autoesporte? É só clicar aqui para acessar a revista digital. Mais Lidas
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February 2, 2026 at 2:05 AM
Teste: Volvo EX30 Ultra Twin Motor é o carro mais rápido na história da marca
<img src="https://s2-autoesporte.glbimg.com/lvNwpHegHWztxPsnAhEozkBV1Nk=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_cf9d035bf26b4646b105bd958f32089d/internal_photos/bs/2026/H/e/HPOVTwTQiBCznButATOw/volvo-ex30-ultra-twin-motor-2026-dianteira-dinamica.jpg" /><br /> Se eu te disser que um SUV compacto elétrico pode acelerar tanto quanto um Audi RS6 ou até ser mais rápido que o Mercedes-AMG G63, você acreditaria? Se sua resposta foi não, prepare-se, porque posso te afirmar que isso é possível, já que o Volvo EX30 Ultra Twin Motor consegue ir de 0 a 100 km/h em 3,6 segundos. O Audi, por exemplo, cumpre a média em 3,5 s, enquanto o Mercedes o faz em 4,4 s. É realmente de cair o queixo. Essa marca, inclusive, faz com que o SUV elétrico se torne o carro mais rápido já produzido pela marca na história do mundo. Apenas para um efeito de comparação, o S60 Polestar, um dos modelos de competição da fabricante sueca, era o detentor do recorde até então, precisando de 3,9 segundos para atingir os 100 km/h. Volvo EX30 Ultra Twin Motor 2026 é nova versão intermediária do SUV compacto Divulgação Para alcançar esses números, o EX30 Ultra Twin Motor traz o mesmo conjunto mecânico da versão aventureira Cross Country, lançada em 2025, que acrescenta ao motor elétrico traseiro de 272 cv um dianteiro de 156 cv, formando 428 cv de potência e 55,4 kgfm de torque combinados. Entretanto, como o EX30 Cross Country é mais alto e pesado, portanto menos eficiente do ponto de vista aerodinâmico, a nova versão Ultra Twin Motor supera a irmã em 0,2 s no 0 a 100 km/h. Teste: Volvo S60 Polestar é mais rápido que o BMW 330e e bebe menos que um Renault Kwid Olhando para o mercado, essa média também coloca o novo EX30 Ultra Twin Motor em destaque frente a rivais como BYD Yuan Plus (7,3 s) e Zeekr X (3,8 s). Este último, por sinal, tem a mesma plataforma e motorização. Volvo EX30 Ultra Twin Motor 2026 - farol Divulgação Para atingir um desempenho de esportivo, a nova versão do Volvo EX30 traz dois motores elétricos em vez de apenas um, e chega como versão intermediária no portfólio do SUV, substituindo a antiga Ultra, que era equipada com apenas um motor elétrico traseiro. Seu preço é de R$ 309.950, deixando o Volvoentre o BYD Yuan Plus (R$ 235.990) e o Zeekr X Flagship (R$ 338 mil). Preços do Volvo EX30 2026 A única versão com motor traseiro de 272 cv no catálogo passa a ser a de entrada, Plus Single Motor. Por isso, está R$ 70 mil mais barata que as demais. Com essa tabela, vale dizer, o Volvo EX30 se torna uma alternativa viável mesmo em relação a outros modelos a combustão maiores, como o Volkswagen Taos, por exemplo, que é um SUV médio e custa exatamente R$ 209.990 em sua versão topo de linha. Initial plugin text A primeira coisa que posso dizer é que todo o conjunto da obra cumpre com o que promete. Nesse caso, os dois motores elétricos entregam 428 cv de potência e 55,3 kgfm de torque. A entrega é sentida de forma imediata, já que a resposta do torque acontece assim que se pisa no pedal do acelerador. E, diferente do que eu esperava, mesmo sendo um carro confortável, existe sim o toque de esportividade que até te faz sentir um leve frio na barriga ao acelerar. Dirigindo o Volvo EX30 Ultra Twin Motor Com essa proposta em mente, segui curiosa para ter o contato com o EX30 Ultra Twin Motor. Afinal, o desempenho é o grande apelo desta versão, que quase não muda em design e equipamentos em relação às outras configurações do modelo. No teste programado pela Volvo, dirigi cerca de 147 km da capital até a cidade de Piracicaba, no interior de São Paulo. Portanto, o contato maior foi em trajeto rodoviário. Volvo EX60 estreia item que promete revolucionar produção de carros Volvo pede que donos de EX30 não carreguem em local fechado sem supervisão A primeira coisa que posso dizer é que todo o conjunto da obra cumpre com o que promete. Nesse caso, os dois motores elétricos. A entrega de potência e torque é sentida de forma imediata na aceleração, já que a resposta do torque acontece assim que se pisa no pedal. E, diferente do que eu esperava, mesmo sendo um carro confortável, existe um toque de esportividade que até te faz sentir um leve frio na barriga ao acelerar com mais vigor. Volvo EX30 Ultra Twin Motor 2026 tem novas rodas de 20 polegadas Divulgação A velocidade máxima continua limitada eletronicamente em 180 km/h e, se você não toma cuidado, facilmente alcança essa média. Isso porque a vontade do EX30 é interminável, com o conjunto trabalhando muito bem a aceleração de forma gradual e expressiva. Por isso, precisei ficar atenta e até ligar o limitador de velocidade para respeitar o limite de 120 km/h da via. Nesse aspecto, os 428 cv e mais de 55 kgfm parecem até exagerados para um carro com dimensões próximas às de um Volkswagen Nivus. Na versão Ultra Twin Motor, o EX30 continua com 4,23 metros de comprimento, 1,84 m de largura, 1,57 m de altura e 2,65 m de entre-eixos. Volvo EX30 Ultra Twin Motor 2026 tem iluminação ambiente na cabine Divulgação Por ter um motor em cada eixo, o EX30 Ultra Twin conta com tração integral (AWD), o que ajuda bastante na estabilidade da carroceria, assim como a vetorização de torque. Na prática, esse sistema gerencia melhor a potência enviada para cada roda e, como consequência, otimiza a agilidade e estabilidade nas curvas, algo perceptível ao volante do SUV. Assim, o EX30 fica ainda mais à mão na versão Ultra Twin, sendo um dos melhores diferenciais em relação à opção de entrada. A suspensão também tem bom acerto e prioriza o conforto à esportividade para usar no dia a dia, como acontece em todo Volvo. Uma ressalva é que, na configuração padrão do veículo, falta um ajuste mais rígido da direção, mas foi aí que descobri que é possível ajustar a sensação ao volante em alguns níveis. Assim que regulei para o modo esportivo, a direção ficou mais firme e me passou mais confiança na direção. + Quer receber as principais notícias do setor automotivo pelo seu WhatsApp? Clique aqui e participe do Canal da Autoesporte Volvo EX30 Ultra Twin Motor 2026 usa materiais recicláveis na cabine Divulgação Como estamos falando de um carro elétrico, a autonomia é um dos pontos mais importantes. Segundo o Inmetro (PBEV), são 316 km de autonomia declarada no EX30. No entanto, você consegue aumentar esse número a depender da escolha entre três modos de condução: autonomia, padrão e desempenho. Em nosso trajeto, variando esses modos, saímos com a bateria em 99% e 319 km indicados no painel. Após os 147 km, a tela mostrava 51% e 152 km disponíveis. Isso confere uma autonomia projetada de pouco mais de 300 km em uso real na estrada, o ambiente menos propício para o alcance de um carro elétrico. Na cidade, sob as condições certas, é possível facilmente superar os 400 km. Volvo EX30 Ultra Twin Motor 2026 traz o mesmo visual das outras versões Divulgação Aliado aos motores elétricos, o Volvo EX30 traz uma bateria de 69 kWh. Essa nova versão, importante dizer, não está envolvida no recall de 5.600 unidades que envolve risco de incêndio pela bateria. De acordo com a marca, essas novas unidades estão isentas da situação, pois têm baterias fornecidas pela chinesa CATL e não pela Sunwoda, fornecedora do conjunto que tem gerado problemas para a marca mundialmente. O carregamento pode ser feito tanto em corrente alternada (AC) de até 7 kW até corrente direta (DC), de forma rápida, a até 150 kW. No primeiro caso, a bateria pode recuperar entre 10% e 80% da carga em 7h40; no segundo, em apenas 21 minutos. Volvo EX30 Ultra Twin Motor 2026 pode ser carregado em corrente alterna (AC) e direta (DC) Divulgação O cérebro do Volvo EX30 Apesar da boa dinâmica e comportamento, existem algumas soluções do Volvo EX30 que me incomodam e exigem um período de adaptação. Uma delas é a falta de quadro de instrumentos. Por consequência, o velocímetro fica posicionado na parte superior da central multimídia de 12,3 polegadas, que é a grande aliada do motorista e o verdadeiro cérebro do EX30. Por conta disso, é preciso desviar o olhar para saber a velocidade e outras informações sobre a condução, o que não é muito bom. Um head-up display, por exemplo, facilmente corrigiria essa questão. Porém, a marca não pretende inserir esse equipamento no SUV por enquanto. Uma pena. Volvo EX30 Ultra Twin Motor 2026 tem tela de 12,3" com todos os comandos do carro Divulgação Agora, quando eu digo que a central é o cérebro, não é apenas pela capacidade de processamento. Não há nenhum botão em volta do volante, então tudo precisa ser ajustado pela tela. Se o motorista quiser ajustar os retrovisores, escolher o modo de condução ou até abrir o porta-luvas do carro, será necessário achar o atalho na multimídia. Embora essa interação tecnológica pareça encantar e até ser de agrado de muitas pessoas, na minha opinião (como grande fã dos botões), torna o dia a dia com o carro mais complexo do que precisaria. Fora que, como tudo é digital, nem sempre você consegue ajustar os retrovisores de primeira, por exemplo. Initial plugin text Outro detalhe que a Volvo resolveu foi a conexão para Apple CarPlay, que está presente na linha 2026 do EX30. No entanto, não há previsão para Android Auto. Ao menos o sistema Google é integrado, o que ajuda muito na vida diária. O motorista consegue acessar Waze, Google Maps e outros aplicativos de modo fácil em um sistema operacional que é um dos melhores que já testei. Quem sabe em uma próxima atualização de software essa questão do Android Auto não seja enfim resolvida... Volvo EX30 Ultra Twin Motor 2026 tem materiais recicláveis no interior Divulgação Fato é que a cabine do EX30 é confortável, embora a proposta minimalista cause certa estranheza para um carro de R$ 300 mil. O design é limpo, de fato, e pode parecer que o SUV não oferece muito, mas é convivendo com ele que se percebe mimos como os ajustes elétricos dos bancos, os dois carregadores de celular por indução, a iluminação ambiente e o amplo espaço para objetos. O sistema de som Harman Kardon com nove alto-falantes também é ótimo. Durante o período de estrada, ouvi muito bem a música, mesmo a altas velocidades — ponto positivo para o isolamento acústico. E, como todo Volvo, o ponto alto é a segurança. Todas as versões do EX30 2026 têm seis airbags, proteção contra impactos laterais, mitigação de colisões e prevenção de lesões na coluna cervical, ancoragem para cadeirinhas infantis (Isofix), detector facial de fadiga do motorista, controle de cruzeiro adaptativo (ACC), alerta de ponto cego, de tráfego cruzado traseira e de mudança de faixa com correção no volante, e monitoramento de pressão dos pneus. Volvo EX30 Ultra Twin Motor 2026 é rival de BYD Yuan Plus e Zeekr X Divulgação Volvo EX30 Ultra Twin Motor - design e espaço Como eu disse lá atrás, o visual da versão novata Ultra Twin Motor não muda muito em relação às outras configurações do Volvo EX30. Os faróis de LED no formato "martelo de Thor" permanecem, assim com as lanternas traseiras divididas. A novidade fica por conta das novas rodas de 20 polegadas, as maiores do portfólio do SUV e que ajudam no quesito aerodinâmica. Gosto não se discute, mas, apesar de não ser muito chegada nesse visual minimalista, o EX30 me agrada bastante. No porte, como dissemos o EX30 tem dimensões gerais próximas às de um Nivus, mas com bons 2,65 m de entre-eixos. Ou seja, é praticamente igual a um Volkswagen T-Cross. A diferença fica por conta do porta-malas, já que no Volvo vão apenas 318 litros. A capacidade poderia ser maior, visto que não há estepe, mas sim um kit de reparo emergencial. No T-Cross, por exemplo, são 420 litros. Já no Zeekr X, um dos rivais diretos, são 362 litros. Volvo EX30 Ultra Twin Motor 2026 tem capacidade de 318 litros no porta-malas Divulgação Seja como for, o espaço interno deixa a desejar no Volvo EX30. Eu, com meus singelos 1,60 m de altura, consigo me posicionar bem, mas pessoas com mais de 1,80 m ficam apertadas. O conforto dos bancos é indiscutível, mas a disposição compromete o espaço para pernas. Um ponto legal é que, assim como painel e portas, os assentos são revestidos com materiais recicláveis. E mesmo muitas pessoas torcendo o nariz para essa questão, por se tratar de um carro premium, a Volvo conseguiu trabalhar muito bem com materiais de qualidade, que resultam em um acabamento satisfatório. O que não faz sentido é a ausência das saídas de ar-condicionado para os passageiros de trás em um carro de mais de R$ 300 mil. Carros muito mais baratos no mercado, como um Peugeot 2008, têm esse item. Outra economia ficou por conta dos comandos dos vidros dianteiros, acoplados no console central e não nas portas, solução que se encontra carros populares como o Renault Kwid. Ainda sim, o teto solar panorâmico faz lembrar que estamos em um carro numa faixa mais elevada. Volvo EX30 Ultra Twin Motor 2026 é equipado com sistema de som Harman Kardon com nove alto-falantes Divulgação Conclusão No fim, é interessante observar como o mercado muda. Aposto que na década de 1990, por exemplo, você, caro leitor, dificilmente acreditaria que um SUV compacto elétrico poderia ir de 0 a 100 km/h em menos de 4 segundos. Mas essa é a realidade atual, onde o Volvo EX30 Ultra Twin Motor cumpre muito bem a promessa de desempenho, aliado a uma autonomia decente, segurança à la Volvo, mostrando-se uma opção viável em relação aos carros a combustão. Bem verdade que o pacote também vem com algumas boas doses de excentricidades. Pontos positivos: desempenho, estabilidade proporcionada pela tração integral e nível de segurança Pontos negativos: espaço interno e de porta-malas, ausência de botões e quadro de instrumentos Volvo EX30 Ultra Twin Motor - Ficha Técnica Quer ter acesso a conteúdos exclusivos da Autoesporte? É só clicar aqui para acessar a revista digital. Mais Lidas
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February 2, 2026 at 2:06 AM
Hyundai Santa Cruz sai de linha sem cumprir sonho de desafiar a Fiat Toro
<img src="https://s2-autoesporte.glbimg.com/IrpLT4zKS6KbfAtTdk_mBfOzbuo=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_cf9d035bf26b4646b105bd958f32089d/internal_photos/bs/2026/D/P/VRNcXrT5AASpw5XimL3w/hyundai-santa-cruz-limited.jpeg" /><br /> Lançada em 2021 como grande aposta da Hyundai para o segmento de picapes intermediárias nos Estados Unidos, a Santa Cruz vai sair de linha após não atender às expectativas da marca. De acordo com o site Automotive News, a caminhonete não ganhará nova geração e terá produção encerrada ainda em 2026 — praticamente um ano antes do programado. Isso significa que a tão esperada (e distante) possibilidade de concorrer um dia com a Fiat Toro no Brasil nunca vai acontecer. Embora a marca não confirme oficialmente, a decisão tem como principal motivação as vendas baixas registradas e os altos estoques formados nos últimos meses. Em seu melhor ano no mercado — 2023 — a Santa Cruz vendeu apenas 36.675 unidades, ficando bem aquém do esperado. Em 2025, as vendas caíram para apenas 25.499 unidades, um recuo de 29%. Em comparação, a Ford Maverick, principal concorrente, emplacou 155.051 unidades. Hyundai Santa Cruz foi lançada de olho no mercado norte-americano Divulgação Mesmo sendo baseada na plataforma do Tucson, campeão de vendas em seu segmento, a Santa Cruz não conseguiu alcançar o mesmo sucesso do primo. A picape sempre foi descrita como um bom produto, porém mal posicionada dentro da categoria. Na prática, não tem a mesma competitividade da Maverick em termos de preço e muito menos o apelo para o trabalho que a rival da Ford tem nas versões de entrada. + Quer receber as principais notícias do setor automotivo pelo seu WhatsApp? Clique aqui e participe do Canal da Autoesporte Para piorar, nunca teve uma versão híbrida no catálogo, o que novamente a deixou em desvantagem na comparação com a concorrente. Os motores oferecidos são 2.5 aspirado com 190 cv e 24,9 kgfm de torque, e 2.5 turbo com 275 cv e 42,9 kgfm de torque. O câmbio é sempre automático de 8 marchas, sendo convencional com conversor de torque no primeiro caso e automatizado de dupla embreagem no segundo.Tração integral é opcional. Com a saída da Santa Cruz, a Maverick reinará sozinha no segmento de picapes intermediárias nos Estados Unidos. Além da Ford, nenhuma outra montadora oferece um modelo do tipo na categoria. Hyundai Santa Cruz tem painel arrojado e multimídia integrada ao quadro de instrumentos Divulgação Hyundai terá safra de picapes A despedida da Santa Cruz, vale lembrar, não representa o fim da trajetória da Hyundai no mercado de picapes. Isso porque a sul-coreana trabalha no desenvolvimento de um modelo maior, neste caso mirando o segmento de caminhonetes médias como Toyota Tacoma, Ford Ranger e Nissan Frontier. A novidade terá cabine dupla, chassi separado da carroceria e será vendida principalmente nos Estados Unidos. O lançamento é esperado para 2029. Hyundai Santa Cruz Divulgação No Brasil, a Hyundai também pretende entrar no segmento. Em parceria com a Chevrolet, a marca lançará uma concorrente para a Fiat Toro, de porte intermediário, e outro modelo maior para rivalizar com a Toyota Hilux. Ambas devem chegar ao mercado até 2030 dentro de uma ambiciosa estratégia de crescimento. Quer ter acesso a conteúdos exclusivos da Autoesporte? É só clicar aqui para acessar a revista digital. Mais Lidas
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January 31, 2026 at 11:41 PM
Achado Usado: Volkswagen Super Fuscão é esportivo mais raro que Gol GTi
<img src="https://s2-autoesporte.glbimg.com/nQGkwlvU8e2ZLinG9IBU7WYRl8M=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_cf9d035bf26b4646b105bd958f32089d/internal_photos/bs/2026/J/9/lYBRtjTQOM9BRhy1rwZg/volkswagen-fusca-bizorrao-1600s-1974.jpg" /><br /> O Volkswagen Fusca foi projetado na década de 1930 para ser um veículo simples e acessível à massa, originando o nome alemão da fabricante Volkswagen - Volks, povo e Wagen, carro; ou traduzindo, carro do povo. Aqui, as primeiras unidades do Käfer - besouro, em alemão - vieram nos anos 1950 e foram nacionalizadas a partir de 1959, dois anos após a estreia da Kombi na fábrica de São Bernardo do Campo (SP). Os primeiros exemplares vieram com motor traseiro boxer (cilindros contrapostos) de 1.192 cm³ (o popular 1200), refrigerado a ar. Casado a um câmbio manual de quatro marchas, trazia modestos 36 cv de potência. A solução viria somente em 1967, quando a capacidade cúbica foi aumentada para 1,3 litro (1300), resultando em 46 cv e, três anos depois, o 1,5 litro (1500) de 52 cv, apelidado de Fuscão. Volkswagen Fusca Bizorrão 1600 S 1974 é um achado por R$ 129 mil Reprodução/L'Art Com algumas mudanças pontuais na linha 1974 do Fusca 1300 e Fusca 1500, a Volkswagen aproveitou o ‘embalo’ para lançar o W 1600 S, o Super-Fuscão, com motor 1.6 de dupla carburação e revigorantes 65 cv. A própria marca o apelidou de ‘Bizorrão’ (uma maneira engraçada de como os alemães pronunciavam ‘Besourão’), uma evolução natural do formato do sedan, conhecido mundialmente como "Beetle" (besouro, em inglês) ou "Käfer" (besouro, em alemão). Super-Fuscão é raridade que ganhou fôlego no antigomobilismo Peça plástica do Volkswagen Fusca Bizorrão 1600 S 1974 direciona mais ar para o motor Reprodução/L'Art Autoesporte achou um raro e belo exemplar do VW Fusca 1600 S 1974 à venda pela Lar’t com preço de R$ 129 mil. O preço pode dividir opiniões, no entanto, trata-se de uma versão de baixa produção e cada vez mais procurada por antigomobilistas. Esta versão especial traz a pintura branca Lótus em perfeito estado, assim como os demais detalhes externos cromados. Na tampa traseira, a peça plástica com o logo 1600 S que faz a função de direcionar mais ar para o motor também está como nova. + Quer receber as principais notícias do setor automotivo pelo seu WhatsApp? Clique aqui e participe do Canal da Autoesporte Initial plugin text O escapamento de saída única com ponteira levemente curvada também é original do Super-Fuscão. Entre os pormenores estéticos, um jogo de faróis de milha e um traseiro de neblina foram instalados à parte, dando um charme a mais ao grande besouro. Volkswagen Fusca Bizorrão 1600 S 1974 tem volante esportivo Reprodução/L'Art No interior, o volante esportivo Walrod recebeu novo revestimento e o carpete do assoalho, exclusividade do Fuscão, encontra-se em ótimas condições. O painel é farto, trazendo um conta-giros do lado esquerdo e um velocímetro com escala otimista, indo a até 160 km/h. À direita, um pequeno marcador de combustível encerra o quadro de instrumentação. Abaixo, bem ao centro, amperímetro, temperatura do óleo e relógios de horas, tudo funcionando perfeitamente. Os bancos são originais e contam com sistema reclinável, algo que os Fusca 1300 e 1500 não tinham. Volkswagen Fusca Bizorrão 1600 S 1974 é equipado com bancos originais Reprodução/L'Art Achado usado: Fiat Strada Sporting é versão inusitada com pitada esportiva Achado Usado: Honda Civic Si era esportivo mais racional que VW Golf GTI Achado usado: Dodge Dart V8 é clássico sem cinto de segurança de R$ 290 mil O Volkswagen Super-Fuscão 1600 S ‘Bizorrão’ teve pouco mais de 5,5 mil unidades produzidas entre 1974 e 1975. A produção não durou nem um ano e os poucos exemplares remanescentes costumam ser bastante cultuados em eventos e encontros de carros antigos. Mas qual é o segredo por trás dele? Considerado um modelo bastante raro, coube ao Bizorrão ser o primeiro Fusca a adotar dupla carburação. Com a adição de dois carburadores Solex, o motor boxer a ar 1.600 ganhava 65 cv de potência e torque de 12 kgfm a partir de 3.000 rpm. Volkswagen Fusca Bizorrão 1600 S 1974 foi o primeiro a adotar dupla carburação Reprodução/L'Art A mudança veio acompanhada de um aumento também na bitola dianteira, além de para-brisa maior, entre outras particularidades, o que o classificou como um carro esportivo. Ainda que sua velocidade final não passasse dos 140 km/h e com um 0 a 100 km/h em pouco menos de 20 segundos, o Fusca 1600 S era considerado um modelo veloz para a sua época, especialmente em comparação com as versões 1300 e 1500 disponíveis no mercado brasileiro. Volkswagen Fusca Bizorrão 1600 S 1974 tem pintura branca Lótus em perfeito estado Reprodução/L'Art O visual deste Volkswagen especial era contido, exceto pela exclusiva tomada de ar confeccionada em plástico com o intuito de aumentar a refrigeração do motor boxer de 1,6 litro. Apesar disso, as cores chamativas, como a vermelho Rubi ou mesmo a amarelo Safari, mais tarde substituída pela amarelo Imperial na linha 1975, reforçaram o visual descolado do Super-Fuscão, bem ao gosto dos jovens da época. As rodas de 15 polegadas originais do Fusca deram lugar a outras de aro 14 da Brasilia, com tala mais larga para ‘calçar’ os pneus diagonais 175. Isso ajudou a aumentar as bitolas. O objetivo era melhorar a estabilidade e a dinâmica esportiva do Bizorrão. Opcionalmente, a versão podia receber freios a disco nas rodas dianteiras. Volkswagen Fusca Bizorrão 1600 S 1974 é mais raro que Gol GTi Reprodução/L'Art Com produção que não chegou a um ano, o Volkswagen Fusca 1600 S ‘Bizorrão’ é mais raro que o Gol GTi - um dos modelos mais colecionáveis da marca. Por isso mesmo, tem grandes chances de valorização. Quer ter acesso a conteúdos exclusivos da Autoesporte? É só clicar aqui para acessar a revista digital. Mais Lidas
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January 31, 2026 at 11:41 PM
Ford Ecosport: 5 versões usadas a partir de R$ 22 mil sem câmbio Powershift
<img src="https://s2-autoesporte.glbimg.com/oznd3W3rO7HX2x0LCwOxfk4H1gw=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_cf9d035bf26b4646b105bd958f32089d/internal_photos/bs/2025/7/j/Q1dtePR5yXcfEzcJfhQg/ford-ecosport-freestyle.jpg" /><br /> O Ford EcoSport foi um marco no mercado de carros do Brasil. Criado em 2002, o modelo é tido como o primeiro SUV compacto da forma como conhecemos, ou seja, derivado de hatches (no caso, o Fiesta) com carroceria maior e mais alta. O sucesso foi imediato e o EcoSport ficou sozinho no mercado por dez anos, até aparecer o Renault Duster. O SUV só saiu de linha em 2021, quando a Ford resolveu fechar suas fábricas no Brasil. Ao todo, o EcoSport foi emplacado em mais de 700 mil oportunidades no mercado brasileiro. Dessa maneira, mesmo fora de linha, ele é até hoje o SUV compacto mais vendido na história da categoria. Portanto, com um volume gigantesco de opções no mercado de usados, o Ford EcoSport pode ser uma boa alternativa para quem busca seu primeiro SUV. No Mercado Livre, há uma infinidade de ofertas e nesta lista separamos cinco configurações diferentes para você conhecer em detalhes. Initial plugin text A lista abaixo considera os preços iniciais das configurações escolhidas e anunciadas no Mercado Livre. Os preços foram verificados durante a apuração e produção da matéria, no mês de janeiro de 2026. E já adiantamos: não aconselhamos a compra de nenhuma unidade com câmbio automatizado Powershift. Confira! 1. Ford EcoSport XLS – a partir de R$ 21.900 O Ford EcoSport XLS esteve disponível somente na primeira geração. Divulgação/Ford O Ford EcoSport XLS é uma versão intermediária do SUV. A configuração esteve disponível somente na primeira geração e pode ser encontrada com motor 1.6 de até 111 cv de potência e 15,5 kgfm de torque, além do 2.0 de até 147 cv e 20 kgfm. O mais comum é encontrar unidades com ano-modelo entre 2009 e 2011. No Mercado Livre, os preços partem de R$ 21.900 e chegam a R$ 45 mil nas linhas mais novas. Entre os equipamentos, o EcoSport XLS tem ar-condicionado, direção hidráulica, vidros e travas elétricos, rodas de liga leve de 15 polegadas e o chamado Cool Box, que é o porta-luvas refrigerado. + Quer receber as principais notícias do setor automotivo pelo seu WhatsApp? Clique aqui e participe do Canal da Autoesporte 2. Ford EcoSport XLT – a partir de R$ 22 mil O Ford EcoSport XLT contava com itens de praticidade, como abertura interna do porta-malas e do tanque de combustível. Divulgação/Ford O Ford EcoSport XLT foi a versão topo de linha do SUV durante a primeira geração. A configuração era equipada com os mesmos motores da versão XLS descrita logo acima. O diferencial estava em alguns itens de praticidade, como abertura interna do porta-malas e do tanque de combustível, além da regulagem de altura do volante. Os preços partem de R$ 22 mil no Mercado Livre para unidades entre 2006 e 2008. As configurações 2012, últimas da primeira geração, estão na casa dos R$ 50 mil. A boa notícia para quem procura este SUV é que o câmbio automático de quatro marchas desta geração é muito mais confiável que o Powershift adotado posteriormente. 3. Ford EcoSport Freestyle 2018 – a partir de R$ 59.990 O Ford EcoSport Freestyle parte de R$ 34.900 no Mercado Livre. Divulgação/Ford O Ford EcoSport Freestyle nasceu como uma série especial focada no mundo off-road, mas o sucesso de vendas fez a configuração se manter em linha até o fim da produção do EcoSport. Visualmente, o EcoSport Freestyle se diferencia por apliques na carroceria, estribo lateral e, dependendo do ano, pneus de uso misto. No Mercado Livre, o preço do EcoSport Freestyle parte de R$ 59.990 a partir da linha 2018, que é a que recomendamos, quando o SUV já havia abandonado o polêmico câmbio automatizado de dupla embreagem e passou a utilizar um câmbio automático convencional com seis marchas. O motor é o 1.5 TiVCT aspirado flex da família Dragon, com três cilindros e 12 válvulas, de até 137 cv de potência e 16,2 kgfm de torque. Podir vir com a já mencionada transmissão automática ou manual. 4. Ford EcoSport Titanium – a partir de R$ 59.990 O Ford Ecosport Titanium podia ser equipado com os motores 1.6 e 2.0 aspirados. Auto Esporte/Fabio Aro O Ford EcoSport Titanium foi, durante muitos anos, a versão topo de linha da segunda geração do modelo. A partir do ano-modelo 2018, que é quando recomendamos a compra, pois o câmbio automático já era o 6F35, epicíclico, de seis marchas, e não mais o Powershift, a opção trazia sempre o motor 2.0 Duratec aspirado flex de até 176 cv de potência e 22,5 kgfm de torque. Os preços partem de R$ 59.990 no Mercado Livre e o destaque da configuração está na lista de equipamentos. O EcoSport Titanium tem seis airbags, freios ABS, direção elétrica, ar-condicionado digital, sistema de partida sem chave, bancos parcialmente revestidos em couro, limpador do para-brisa com sensor de chuva, espelho retrovisor eletrocrômico e central multimídia. 5. Ford EcoSport SE – a partir de R$ 53 mil O Ford EcoSport parte de R$ 43 mil no Mercado Livre. Auto Esporte/Fabio Aro O Ford EcoSport SE é a versão de entrada da segunda geração do SUV. Para quem procura um SUV mais acessível, a boa notícia é que essa configuração pode ser equipada com câmbio manual. Também selecionamos unidades apenas a partir da linha 2018, que evitam versões automáticas com os problemas do câmbio Powershift. Dessa maneira, o SUV parte de R$ 52.990 no Mercado Livre e chega a R$ 85.990 nas versões 2021, as últimas produzidas. O motor é o mesmo 1.5 TiVCT aspirado flex de três cilindros da versão Freestyle, com até 137 cv e 16,2 kgfm. Quer ter acesso a conteúdos exclusivos da Autoesporte? É só clicar aqui para acessar a revista digital. Mais Lidas Nota de transparência: Autoesporte mantém uma parceria comercial com lojas parceiras. Ao clicar no link da varejista, Autoesporte pode ganhar uma parcela das vendas ou outro tipo de compensação. Os preços mencionados podem sofrer variação e a disponibilidade dos produtos está sujeita aos estoques. Os valores indicados no texto são referentes a janeiro de 2026.
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January 31, 2026 at 11:41 PM
BYD Dolphin GS: 5 razões para comprar e 5 motivos para pensar bem
<img src="https://s2-autoesporte.glbimg.com/qwHvijZDkIx_QyrYKQcAKOGLP7Y=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_cf9d035bf26b4646b105bd958f32089d/internal_photos/bs/2026/x/A/nPFjovSmebCTi7aFvWtw/byd-dolphin-gs-frente.jpg" /><br /> O BYD Dolphin foi um dos grandes responsáveis por iniciar a expansão dos carros elétricos no Brasil. Afinal, chegou por aqui, como diz o bordão, "quando tudo praticamente era mato", lá em junho de 2023. O hatch médio chinês (ou seria um monovolume?), inclusive, vai mudar em breve e receberá uma inédita configuração híbrida plug-in. Antes disso, será que ainda vale a pena comprar o modelo atual? Autoesporte testou a configuração a GS do Dolphin, a mais barata e menos potente do catálogo, que está tabelada em R$ 149.990 (o mesmo preço desde o lançamento), e agora mostra cinco razões para comprar o carro e cinco motivos para pensar bem antes de entrar em uma concessionária da BYD. 5 razões para comprar o BYD Dolphin GS 2026: 1) Custo baixo por quilômetro rodado BYD Dolphin GS tem design com mais linhas do que os rivais Renato Durães/Autoesporte Para começo de conversa, o BYD Dolphin tem um ótimo custo por quilômetro rodado. Vamos às contas. A bateria é de 44,9 kWh, o que, segundo o Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia (Inmetro), garante 291 km de autonomia. Junto disso, considerando a tarifa média de R$ 0,78 por kWh pela energia elétrica brasileira, de acordo com a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), o custo de cada recarga completa do hatch médio elétrico em tomadas convencionais é de R$ 35. Isso significa que são apenas R$ 0,12 gastos por quilômetro rodado. Muito menos do que qualquer carro a combustão. Para completar, o plano de revisões da BYD até 60.000 km prevê apenas três visitas à concessionária (a cada um ano ou 20.000 km), a um custo de apenas R$ 2.024, bem abaixo de qualquer veículo a combustão, mesmo com motor 1.0. + Quer receber as principais notícias do setor automotivo pelo seu WhatsApp? Clique aqui e participe do Canal da Autoesporte 2) Câmeras de alta definição Câmera do BYD Dolphin GS tem qualidade absurda Renato Durães/Autoesporte O Dolphin também tem uma câmera de ótima qualidade e de alta definição, algo bem difícil de encontrar em qualquer modelo nacional na faixa de R$ 150 mil. Além de ter uma resolução absurda até mesmo à noite, o equipamento garante perspectiva 360 graus do carro. Portanto, é possível ter uma visão panorâmica, o que, junto dos sensores de estacionamento, facilitam na hora de estacionar e de manobrar o pequeno elétrico. 3) Conforto BYD Dolphin GS é um carro confortável Renato Durães/Autoesporte O queridinho da BYD também é bastante confortável. O ajuste da suspensão do Dolphin é um dos melhores já feitos pela fabricante e está mais voltado para o gosto dos brasileiros. Isso porque não faz o carro balançar tanto quanto outros modelos da marca e consegue ser mais estável mesmo em terrenos irregulares. Initial plugin text Junto disso, o banco do motorista acomoda bem o corpo — o que é ótimo para quem precisa passar horas dirigindo, como um motorista de aplicativo. 4) Acabamento BYD Dolphin GS não tem design minimalista e há bastante material macio ao toque Renato Durães/Autoesporte O acabamento não pode deixar de ter um comentário à parte. Diferentemente da maioria dos carros chineses, a cabine do Dolphin não é tão minimalista porque tem mais texturas e desenhos. Inclusive, também tem mais botões para facilitar a vida do motorista. E ainda que apresente plástico rígido no painel, o material não está tão presente como em outros carros da mesma faixa de preço. Há mais materiais macios ao toque e bem encaixados no BYD. 5) Espaço interno BYD Dolphin GS tem entre-eixos de Toyota Corolla Renato Durães/Autoesporte Outro ponto que merece elogio no BYD Dolphin é o espaço interno. O hatch elétrico chinês tem entre-eixos de sedã médio: são 2,70 metros, o mesmo de um Toyota Corolla, mesmo com apenas 4,29 m de comprimento. Por isso, até pessoas mais altas conseguem se acomodar bem na segunda fileira com bastante espaço para as pernas. Vídeo: comparamos Geely EX2 com BYD Dolphin para ver qual o melhor elétrico BYD vendeu metade dos carros elétricos e híbridos novos do Brasil em 2025 Além disso, o assoalho é plano e facilita a acomodação de quem vai no assento central. O perfil de monovolume também contribui para um bom espaço para a cabeça, com 1,58 m de altura. 5 razões para pensar antes de comprar o BYD Dolphin GS 2026: 1) Porta-malas BYD Dolphin GS tem porta-malas de 345 litros de capacidade Renato Durães/Autoesporte Dentro de sua faixa de preços, o porta-malas do BYD Dolphin não é um de seus fortes. A capacidade é para 345 litros, enquanto quase todos os rivais elétricos têm um compartimento maior. Afinal, o Geely EX2 oferece 445 litros totais, enquanto o Chevrolet Spark tem 355 litros. Teste: BYD Dolphin Mini 2026, o que melhorou e o que deveria melhorar Os carros elétricos e híbridos mais vendidos do Brasil em 2025 Junto disso, há ainda o cabo do carregador, que já ocupa certo espaço no compartimento. Mesmo modelos a combustão, como sedãs e SUVs de entrada e compactos, que chegam ao tíquete de R$ 150 mil também costumam ter um bagageiro com volume maior. 2) Funcionamento da central multimídia BYD Dolphin GS tem multimídia grande, mas que trava com Apple CarPlay Renato Durães/Autoesporte O BYD Dolphin GS 2026 tem central multimídia de 12,9 polegadas com a famosa função giratória. O sistema tem funcionamento intuitivo e conectividade para Apple CarPlay e Android Auto sem fio. Porém, assim como na maioria dos carros da marca, o sistema de entretenimento do hatch precisa de uma melhoria no software. Usar o Waze, por exemplo, é sempre um grande problema. O mapa trava na maior parte do trajeto e o motorista corre o risco de se perder no caminho. Na atualização do Dolphin, prevista para este ano, a interface vai mudar e, inclusive, deixará de ser rotativa, passando a ficar na horizontal de maneira fixa. 3) Desempenho BYD Dolphin só é mais rápido que o Chevrolet Spark Renato Durães/Autoesporte O BYD Dolphin GS é equipado com um motor elétrico no eixo dianteiro que entrega 95 cv de potência e 18,4 kgfm de torque. Com esse conjunto, acelera de 0 a 100 km/h em 10,9 segundos. Ou seja, é mais lento do que o Geely EX2, que precisa de 10,2 s, e que o GWM Ora 03, que faz o mesmo percurso em ótimos 8,2 s. Só fica na frente do Spark e de seus 11,2 segundos. 4) Equipamentos BYD Dolphin GS não tem Adas Renato Durães/Autoesporte A lista de equipamentos do BYD Dolphin traz seis airbags, monitoramento da pressão dos pneus, sensores de estacionamento traseiros e a já mencionada câmera de de ré de ótima qualidade, além de ajustes elétricos para o banco do motorista e carregador de celular por indução. No entanto, não há nenhum sistema avançado de assistência ao condutor (Adas). O rival da Geely, por exemplo, é equipado com controle de cruzeiro adaptativo (ACC), alerta de mudança de faixa e até frenagem autônoma de emergência. Quem quiser tudo isso terá que esperar pelo Dolphin 2027. 5) Garantia confusa BYD Dolphin tem garantia cheia de entrelinhas Renato Durães/Autoesporte A garantia do Dolphin é de seis anos para o veículo e oito anos para motor e baterias. O problema é que vários pontos específicos precisam ser estudados pelo cliente antes da compra. Por exemplo, para uso comercial, a garantia geral do veículo cai para dois anos ou 100 mil km; a do motor, para seis anos; a dos condutores de alta tensão, para cinco anos. E só a da bateria se mantém em oito anos ou 500 mil km. Outro ponto é que o prazo de seis anos da compra no varejo não abrange o veículo todo. Diversos componentes, como faróis e lanternas, peças de suspensão e borrachas de vedação, por exemplo, são cobertos por três anos, metade do período. Pastilhas e discos de freio são contemplados por apenas seis meses e o óleo lubrificante, por meros três meses. BYD Dolphin GS 2026 - Ficha técnica Quer ter acesso a conteúdos exclusivos da Autoesporte? É só clicar aqui para acessar a revista digital. Mais Lidas
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January 31, 2026 at 11:41 PM
5 carros usados da Mini a partir de R$ 50 mil que valem o investimento
<img src="https://s2-autoesporte.glbimg.com/HnG8_sUKGLXQbR_QuEHQp90LiaY=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_cf9d035bf26b4646b105bd958f32089d/internal_photos/bs/2025/Q/z/8b9s5fSLWvTw07zGy1kw/mini-cooper-s-2019-hd-06d2d3a11bef2716d6c06db71514616c64cb6e798.jpg" /><br /> A história recente da Mini começou a mudar no início dos anos 2000, quando a BMW assumiu o controle total da marca e iniciou um reposicionamento profundo. O objetivo não era apenas modernizar o Mini original, mas transformá-lo em um carro global, seguro, potente e capaz de competir no segmento premium. A partir daí surgiram novas plataformas, motores mais sofisticados, transmissões modernas e um nível de acabamento até então inédito na marca. Mais do que números, esses novos Mini passaram a ser reconhecidos pelo comportamento dinâmico. Direção rápida, suspensões firmes, centro de gravidade baixo e excelente rigidez estrutural criaram carros elogiados por quem gosta de dirigir. Hoje, com alguns anos de uso, esses modelos aparecem no Mercado Livre por valores mais acessíveis, mantendo boa oferta de equipamentos e forte apelo emocional. A seguir, reunimos cinco carros usados da Mini que valem o investimento, organizados dos mais baratos para os mais caros. Os preços citados representam o conjunto de anúncios disponíveis na plataforma, sempre priorizando versões mais completas e bem avaliadas no mercado. Os preços citados no texto foram verificados durante a apuração e produção da matéria, no mês de janeiro de 2026. Confira! 1. Mini One — a partir de R$ 51.990 Mini One é equipado com motor 1.6 aspirado a gasolina Divulgação/Mini O Mini One da geração R56, segunda sob a tutela da BMW, é a porta de entrada mais racional para a marca combinando visual clássico com um projeto claramente voltado à dirigibilidade. O compacto facilita o uso urbano com entre-eixos de 2,47 metros e oferece boa estabilidade, espaço interno, além de posição de dirigir mais baixa e recuada. O motor 1.6 aspirado a gasolina entrega 120 cv de potência e 16,3 kgfm de torque, sempre associado ao câmbio manual de cinco marchas. O consumo oficial do Inmetro gira em torno de 11 km/l na cidade e 14 km/l na estrada, com gasolina. No Mercado Livre, há anúncios a partir de R$ 51.990, geralmente de unidades entre 2010 e 2012. Mesmo básico, oferece seis airbags, controles de estabilidade e tração, ar-condicionado, direção elétrica, ajuste de volante em altura e profundidade e sistema de som com comandos no volante. É uma boa compra como usado para quem quer entrar no mundo Mini gastando menos. + Quer receber as principais notícias do setor automotivo pelo seu WhatsApp? Clique aqui e participe do Canal da Autoesporte 2. Mini Countryman — a partir de R$ 63.990 Mini Countryman tem porta-malas de 350 litros Divulgação/Mini O Mini Countryman marcou a entrada da marca em um formato mais versátil, de SUV compacto, sem abandonar a proposta esportiva. O modelo cresceu em todas as dimensões, oferecendo melhor espaço para os ocupantes do banco traseiro e em um porta-malas de 350 litros mais funcional. O ponto central do projeto, porém, é a altura livre do solo, próxima de 16 cm, que melhora a convivência com ruas irregulares, lombadas e valetas, algo raro nos Mini até então. Ainda assim, o acerto de suspensão mantém o comportamento mais próximo de um hatch esportivo do que de um SUV tradicional. No Mercado Livre, as unidades aparecem anunciadas a partir de R$ 63.990, geralmente entre 2012 e 2014. Na versão S, o Countryman usa motor 1.6 turbo a gasolina, com 184 cv e 24,5 kgfm de torque, combinado ao câmbio manual ou automático de seis marchas. A lista de equipamentos inclui seis airbags, controles eletrônicos, ar-condicionado digital de duas zonas, bancos esportivos, multimídia central, sensores de estacionamento, faróis de xenônio e, em algumas versões, tração integral ALL4. Initial plugin text 3. Mini Clubman — a partir de R$ 69.900 Mini Clubman vai de 0 a 100 km/h em 7,5 segundos Divulgação/Mini O Mini Clubman é a interpretação mais prática da marca sem romper com o estilo clássico. A carroceria mais longa amplia o espaço para bagagens e facilita o uso no dia a dia, ganhando 100 litros de porta-malas em relação ao Cooper, alcançando 260 litros de capacidade. Mas o projeto preserva a essência esportiva ao manter o entre-eixos curto, o mesmo do hatch tradicional, garantindo respostas rápidas em curvas e boa agilidade urbana, mesmo com o aumento no comprimento total. O motor 1.6 turbo entrega 184 cv e 24,5 kgfm de torque, com câmbio manual ou automático de seis marchas. O 0 a 100 km/h fica na casa dos 7,5 segundos, e o consumo do Inmetro gira em torno de 10 km/l na cidade e 14 km/l na estrada. No Mercado Livre, há anúncios a partir de R$ 69.900, geralmente de 2011 a 2014. Na versão S Hampton, além dos seis airbags e dos controles de estabilidade e tração de série, essa versão se diferencia pelo pacote estético e de conforto exclusivo. O interior traz bancos esportivos em couro, acabamento interno diferenciado, volante multifuncional revestido em couro e detalhes escurecidos que reforçam o apelo premium. Também fazem parte do conjunto o ar-condicionado automático, teto solar panorâmico, faróis de xenônio, sensores de estacionamento e sistema de som com melhor qualidade acústica. 4. Mini Cooper S — a partir de R$ 79.500 Mini Cooper S tem sistema multimídia central integrado ao computador de bordo Divulgação/Mini O Mini Cooper S das gerações F55 (quatro portas) e F56 (duas portas) representa a fase mais madura do hatch esportivo da marca. O crescimento nas dimensões melhorou o acesso ao banco traseiro e o conforto geral, com entre-eixos de 2,49 metros, ficando mais estável em altas velocidades e menos sensível a irregularidades do piso sem eliminar a agilidade característica do modelo, e porta-malas de 215 litros. O motor 2.0 turbo a gasolina entrega 192 cv e 28,5 kgfm de torque, com câmbio manual ou automático de seis marchas. A aceleração de 0 a 100 km/h fica próxima de 6,7 segundos, e o consumo do Inmetro pode chegar a 11 km/l na cidade e 15 km/l na estrada. No Mercado Livre, os anúncios começam em torno de R$ 79.500, geralmente de 2015 em diante. O pacote já oferece seis airbags, controles de estabilidade e tração, freios ABS com distribuição eletrônica e assistente de partida em rampa. O destaque fica com o sistema multimídia central integrado ao computador de bordo, com comandos no volante e informações de desempenho. Também são comuns itens como modos de condução ajustáveis, ar-condicionado automático digital, sensores de estacionamento e chave presencial. Em unidades mais completas, aparecem faróis full LED, câmera de ré, ajuste elétrico dos retrovisores e acabamento interno mais refinado. É um pacote que combina bem com a proposta esportiva, conforto e segurança. 5. Mini Paceman — a partir de R$ 79.990 Mini Paceman é vendido a partir de R$ 79.990 no Mercado Livre Divulgação/Mini O Mini Paceman é o modelo mais emocional da lista, apostando em design e esportividade. Apesar de compartilhar base com o Countryman, a carroceria cupê de duas portas e a altura ligeiramente menor ajudam a baixar o centro de gravidade, favorecendo a estabilidade em curvas e deixando o comportamento mais firme. O modelo usa o mesmo motor 1.6 turbo de 184 cv e 24,5 kgfm da segunda geração do Cooper, com câmbio automático de seis marchas. Há ainda a desejada versão John Cooper Works, que eleva a potência para cerca de 218 cv e entrega acerto ainda mais esportivo. No Mercado Livre, as unidades aparecem anunciadas a partir de R$ 79.990, especialmente dos anos 2013 e 2014. A maioria das unidades traz seis airbags, controle de estabilidade, controle de tração e assistentes eletrônicos de condução. O conforto é garantido por ar-condicionado automático, bancos esportivos com bom apoio lateral, volante multifuncional e sistema multimídia central. O teto panorâmico é relativamente comum e ajuda a valorizar o interior. Já na versão John Cooper Works, além do reforço mecânico, há ajustes específicos de suspensão, detalhes visuais exclusivos, rodas maiores e acabamento interno com apelo mais esportivo. Mesmo sacrificando um pouco da praticidade, o Paceman entrega um pacote coerente para quem busca exclusividade e desempenho no mercado de usados. Quer ter acesso a conteúdos exclusivos da Autoesporte? É só clicar aqui para acessar a revista digital. Mais Lidas Nota de transparência: Autoesporte mantém uma parceria comercial com lojas parceiras. Ao clicar no link da varejista, Autoesporte pode ganhar uma parcela das vendas ou outro tipo de compensação. Os preços mencionados podem sofrer variação e a disponibilidade dos produtos está sujeita aos estoques. Os valores indicados no texto são referentes a janeiro de 2026.
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January 30, 2026 at 8:48 PM
4 itens que todo mundo ama, mas deixam a manutenção do carro mais cara
<img src="https://s2-autoesporte.glbimg.com/Knk9lk9Wr9d6Gmw-iODhv3xNc5k=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_cf9d035bf26b4646b105bd958f32089d/internal_photos/bs/2024/x/z/vH7E6nSDKBGAGMzHDdXg/volkswagen-polo.jpg" /><br /> Faróis de LED, rodas grandes, painéis digitais e sistemas avançados de assistência ao motorista (ADAS) fazem parte do pacote de modernização dos carros vendidos no Brasil. Dentro de um mesmo modelo, esses itens costumam separar versões intermediárias das topo de linha e ajudam a justificar preços mais altos na concessionária. O que nem sempre entra na conta é o impacto dessas escolhas no custo de reparo, no valor do seguro e até na manutenção da garantia. Com mais eletrônica embarcada, peças integradas e sensores sensíveis, o carro fica mais caro não apenas para consertar, mas também para assegurar. E, em muitos casos, a alternativa de usar peças paralelas simplesmente não existe — ou traz consequências importantes para o proprietário. Farol halógeno ou full LED: mesmo carro, custos diferentes Versões mais baratas do Argo usam faróis halógenos André Paixão/Autoesporte Em vários modelos vendidos hoje, versões de entrada ainda usam faróis halógenos, enquanto as mais completas adotam conjuntos de LED. No Fiat Argo, por exemplo, as configurações iniciais têm farol convencional, com lâmpadas substituíveis. Já nas versões superiores, o farol de LED é um módulo fechado, com assinatura luminosa e DRL integrados. Na prática, isso muda tudo em um reparo. Um farol halógeno costuma custar algo entre R$ 800 e R$ 1 mil no mercado paralelo. Já o farol full LED da mesma linha pode ultrapassar R$ 4 mil por lado. Para as seguradoras, isso entra diretamente no cálculo do risco: versões com LED tendem a ter prêmio mais alto, justamente pelo custo elevado de reposição em caso de colisão ou furto. + Quer receber as principais notícias do setor automotivo pelo seu WhatsApp? Clique aqui e participe do Canal da Autoesporte Rodas maiores encarecem pneus e outras peças Hyundai Creta Ultimate tem rodas diamantadas de 18 polegadas que são exclusivas da versão de topo Renato Durães/Autoesporte O tamanho das rodas também pesa no bolso. No Hyundai Creta, por exemplo, versões mais simples usam rodas de 16 ou 17 polegadas, enquanto configurações superiores adotam rodas maiores, com pneus de perfil mais baixo. Além de pneus mais caros e menos tolerantes a buracos, uma roda original grande costuma custar bem mais na reposição. Não é raro uma roda aro 18 ou 19 passar de R$ 5 mil o jogo, contra algo na casa dos R$ 3 mil o jogo em diâmetros menores. Opção de entrada do Hyundai Creta tem rodas de 16 polegadas Vitor Matsubara/Autoesporte Para o seguro, isso significa maior custo potencial de sinistro, especialmente em danos urbanos comuns, como impactos em guias ou buracos, o que pode elevar o valor da apólice em relação às versões com rodas menores. Initial plugin text Painel analógico versus digital: mesma plataforma, outro nível de despesa Volkswagen Virtus não tem nem central multimídia na versão de entrada Autoesporte/Vitória Drehmer Painéis digitais viraram símbolo de carro moderno, mas também são um ponto sensível fora da garantia. No Volkswagen Virtus, versões de entrada usam cluster analógico com tela central simples, enquanto as versões mais caras adotam painel totalmente digital, integrado aos sistemas do veículo. Se houver falha, o painel analógico tende a ter reparo mais simples e barato, ou até mesmo a troca completa do painel por R$ 1.500 até R$ 2 mil. Já o cluster digital é um módulo eletrônico codificado, que normalmente exige substituição completa. O custo pode passar de R$ 3 mil, considerando peça original e programação. Para a seguradora, isso pesa tanto no valor do seguro quanto na franquia em caso de sinistro parcial. Volkswagen Virtus Exclusive tem telas digitais e custo é sempre mais caro Divulgação 5 carros usados da Fiat com manutenção simples por até R$ 20 mil Manutenção preventiva: 10 itens para checar no carro antes de viajar ADAS elevam a segurança e a complexidade do reparo Sistemas como frenagem autônoma de emergência e controle de cruzeiro adaptativo (ACC) são grandes avanços em segurança. No Toyota Corolla, por exemplo, versões mais completas trazem radar frontal e câmeras, enquanto as mais simples não contam com esses recursos. Toyota Corolla Altis Premium Hybrid 2025 tem sensores e ACC Renato Durães/Autoesporte Em um impacto leve no para-choque, a diferença de custo é enorme. Um Corolla sem ACC tem componentes mais simples. Já uma versão equipada pode exigir a troca do radar, cujo está facilmente acima dos R$ 2 mil, além da calibração obrigatória. Esse conjunto mais caro influencia diretamente o valor do seguro e o custo de um eventual reparo fora da cobertura. Peças paralelas nem sempre são opção Diante de valores tão altos, muitos consumidores pensam em recorrer a peças paralelas. O problema é que, em componentes tecnológicos, essa alternativa costuma ser limitada ou inexistente. Faróis de LED, painéis digitais e sensores de ADAS geralmente exigem peças originais para funcionar corretamente e manter a calibração. Colocar peças não originais faz o carro perder a garantia Divulgação Além disso, em carros ainda na garantia, a substituição por componentes não homologados pode gerar perda de cobertura para sistemas relacionados. Em alguns casos, até seguradoras podem questionar reparos feitos fora do padrão original, especialmente quando envolvem sensores de segurança. Escolher a versão certa também é planejar o custo futuro Tecnologia, conforto e segurança seguem valendo a pena. Faróis de LED iluminam melhor, ADAS evitam acidentes e painéis digitais melhoram a experiência ao volante. O ponto é que, dentro do mesmo modelo, essas escolhas alteram significativamente o custo de manutenção, o valor do seguro e a flexibilidade em reparos. Antes de decidir pela versão mais equipada, vale comparar preços de peças, simular o seguro e entender as implicações para a garantia. Assim, o carro moderno continua sendo um prazer e não uma surpresa desagradável quando algo sai do previsto. Quer ter acesso a conteúdos exclusivos da Autoesporte? É só clicar aqui para acessar a revista digital. Mais Lidas
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January 30, 2026 at 4:01 PM
Autoesporte e Decoupling realizam webinário sobre prêmios Atendimento do Ano e Pós-Venda do Ano
<img src="https://s2-autoesporte.glbimg.com/VkU6yAiDg0wMs1qDEgCGs2rdQS4=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_cf9d035bf26b4646b105bd958f32089d/internal_photos/bs/2025/r/c/DDj3WCQh6rrPgLjmQ9jg/selos-atendimento-do-ano-e-pos-venda-do-ano-autoespote-decoupling.jpg" /><br /> Para encerrar com chave de ouro a primeira edição dos prêmios Atendimento do Ano e Pós-Venda do Ano, Autoesporte e Decoupling, parceiras na elaboração das duas novas categorias do prêmio Carro do Ano 2026, promoveu um webinário com representantes das dez marcas avaliadas, a fim de explicar mais detalhes sobre a metodologia, os pontos de melhoria no atendimento ao consumidor e novas tendências de mercado. Relembre a metodologia completa aqui. A primeira edição do prêmio teve a Honda como vencedora da categoria Atendimento do Ano, que contemplou a marca que melhor atendeu seus clientes no processo de compra de um veículo entre os períodos de setembro de 2024 e agosto de 2025. Já a Nissan foi vitoriosa no troféu Pós-Venda do Ano, que apontou a marca que proporcionou a melhor experiência de atendimento em serviços assistência, revisão e manutenção aos proprietários de seus veículos no mesmo período. No webinário, o professor Leandro Guissoni, cofundador e sócio da Decoupling, detalhou como foi o processo de pesquisa, que levou em consideração cinco dimensões na categoria Atendimento do Ano (experiência no site da marca; visita à concessionária; test-drive; negociação; e entrega do veículo) e oito na Pós-Venda do Ano (política de preços; garantia; revisões; manutenção corretiva; atendimento na oficina; cobertura de rede; disponibilidade de peças; revenda). “Um dos aprendizados [dessa premiação] é que, embora a média do setor seja relativamente estável, existem diferenças importantes entre as marcas e, principalmente, entre os elos da jornada [de atendimento do cliente]”, explicou Guissoni. O professor destacou que o diferencial da nova metodologia é premiar consistência ao longo da jornada, e não apenas um ponto específico. “Uma marca pode liderar várias etapas, mas se tiver quedas muito fortes em outras, a média final despenca. O ranking privilegia quem é bom e consistente de ponta a ponta”, reforçou. Por exemplo, os pontos mais bem avaliados durante a jornada de atendimento para compra são test-drive, recepção na concessionária e assinatura do contrato. Já os elos com maiores índices de insatisfação incluem tempo de espera pela entrega do carro e visitas subsequentes à concessionária. + Quer receber as principais notícias do setor automotivo pelo seu WhatsApp? Clique aqui e participe do Canal da Autoesporte Na primeira edição das categorias, Autoesporte e Decoupling consideraram as dez marcas de carros mais vendidas no mercado brasileiro no primeiro semestre de 2025, de acordo com dados oficiais de emplacamento de automóveis e comerciais leves da Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave). Foram elas: Fiat, Volkswagen, Chevrolet, Toyota, Hyundai, Renault, Jeep, Honda, BYD e Nissan. Para avaliar os índices de satisfação das marcas em cada uma das categorias, a Decoupling coletou mais de 100 mil comentários feitos por proprietários de veículos dessas marcas em diferentes sites, fóruns, plataformas de avaliação e redes sociais no Brasil entre agosto de 2024 e agosto de 2025. Ou seja, em vez de uma tradicional pesquisa estimulada, a pesquisa adotou uma inovadora base de avaliações espontâneas dos consumidores. Com a ajuda de inteligência artificial e modelos de análise, as avaliações espontâneas dos consumidores foram processadas para identificar padrões de satisfação em cada dimensão da experiência. Os comentários foram classificados por momento da cadeia de valor (jornada) do cliente e cada trecho recebeu um score de satisfação conforme o teor da manifestação, permitindo calcular notas médias por marca e por etapa avaliada. Para garantir uma pesquisa com alto índice de confiança, a consultoria usou sua expertise científica para calibrar a análise mitigando vieses de comentários extremos – demasiadamente positivos ou negativos –, ou avaliações com textos pouco explicativos. Além disso, realizou pesquisas paralelas com humanos e comparou os dados com os índices apontados pela IA, tanto para validar o trabalho de pesquisa como para aprimorar o aprendizado de máquina em seus modelos de análise. Initial plugin text Atualmente, o método da Decoupling tem um índice de 97% de concordância entre as informações coletadas e avaliadas online com auxílio de IA e aquelas concedidas por especialistas humanos nas pesquisas de validação, e de 94% nas notas médias calculadas a partir dos comentários espontâneos coletados online e aquelas dadas por humanos. “A tecnologia só vira disrupção quando resolve um incômodo real. Quem cria a ruptura é o consumidor, quando deixa de aceitar atritos, demora, burocracia ou experiências ruins”, afirmou Thales Teixeira, também sócio e cofundador da Decoupling, sobre o uso de uma metodologia inovadora, que aproveita os fundamentos mais modernos da era da transformação digital. “Um carro pode ser excelente, mas se o atendimento falha ou o pós-venda [da marca] decepciona, o sucesso daquele produto é temporário e pode virar rejeição”, complementou durante o evento Leonardo Felix, diretor de redação da Autoesporte. “Essas duas premiações propõem uma mudança de paradigma na cobertura e avaliação da indústria automotiva”, finalizou. Quer ter acesso a conteúdos exclusivos da Autoesporte? É só clicar aqui para acessar a revista digital. Mais Lidas
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January 30, 2026 at 4:02 PM
Lotus que Ayrton Senna pilotou na F1 em 1986 vai a leilão por R$ 63 milhões
<img src="https://s2-autoesporte.glbimg.com/AfTltKlrPjNrANHH56vOXyIrHps=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_cf9d035bf26b4646b105bd958f32089d/internal_photos/bs/2026/8/S/kfNEcnRHiSfzlFmcT8Og/lotus-ayrton-senna-formula-1-corrida.jpg" /><br /> Ayrton Senna fez história na Fórmula 1 e isso é inegável até para quem não era seu fã. Em 1986, o brasileiro ainda não tinha conquistado nenhum de seus três futuros títulos na competição mais importante do automobilismo mundial. Mesmo assim, já estava criando memórias com a Lotus. Afinal, foi o piloto que garantiu a 100ª pole position da equipe britânica durante o Grande Prêmio da Espanha daquele ano. E o carro pilotado por ele nesse feito, o Lotus 98T, agora pode ser seu. O Lotus de chassi 98T-3, que também venceu a corrida daquele final de semana de F1 ao superar Nigel Mansell por apenas 0s014 em uma das bandeiras mais acirradas da história, acaba de ser anunciado em um leilão da RM Sotheby's. Lotus de Ayrton Senna na Fórmula 1 de 1986 vai a leilão Reprodução/RM Sotheby's O valor esperado da venda fica entre US$ 9,5 milhões e US$ 12 milhões, o equivalente a impressionantes R$ 49,6 milhões e R$ 62,7 milhões em conversão direta, respectivamente. O período de licitação começa no dia 4 de março de 2026. O carro em questão foi pilotado por Senna oito vezes durante a temporada de Fórmula 1 de 1986, com duas vitórias (a segunda no GP dos Estados Unidos), cinco pole positions (GP do Brasil, GP da Espanha, GP de San Marino, GP dos EUA e GP da França) e mais três pódios. + Quer receber as principais notícias do setor automotivo pelo seu WhatsApp? Clique aqui e participe do Canal da Autoesporte Lotus 98T-3 foi reformado e pode ser usado nas pistas Initial plugin text Está também entre os mais potentes da história da categoria, chegando aos mais de 1.000 cv durante as classificações. Nas corridas, as retrições em relação à conservação de combustível e a confiabilidade limitavam a potência a cerca de 900 cv. O motor era da Renault: um EF15 V6 de 1,5 litro. Já o câmbio era de seis marchas. Além disso, o Lotus usado por Senna em 1986 foi o último a ostentar a icônica pintura preta e dourada da John Player Special. Foi também um dos apenas quatro construídos para a temporada. Initial plugin text Lotus 98T-3 foi o último com essa icônica pintura Reprodução/RM Sotheby's O carro foi comprado da própria Lotus em 1988 e, posteriormente, passou por algumas das coleções de automobilismo mais notáveis ​​e respeitadas do mundo. Só em 2016 é que foi adquiriado pelo atual proprietário. Nessa época, o Lotus pilotado por Senna foi submetido a uma restauração primorosa pelas mãos da empresa britânica Paul Lanzante Ltd, especialista em engenharia automotiva. Por isso, de acordo com a casa de leilões, "está em perfeitas condições e pronto para retornar às pistas". Quer ter acesso a conteúdos exclusivos da Autoesporte? É só clicar aqui para acessar a revista digital. Mais Lidas
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January 30, 2026 at 4:02 PM
OMODA & JAECOO acelera crescimento no Brasil com três lançamentos super híbridos em 2026
<img src="https://s2-autoesporte.glbimg.com/IqDdm40S2iV-g3bjv51_5D7pTno=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_cf9d035bf26b4646b105bd958f32089d/internal_photos/bs/2026/A/a/DrshycR3enIHZAsHOBPg/novo-omoda-5-e-7.jpg" /><br /> A OMODA & JAECOO chegou ao Brasil em 2025 com o objetivo de transformar a mobilidade com base na combinação entre tecnologia de última geração, designs inovadores e sistemas de powertrain de baixíssima emissão de carbono. Em poucos meses, abriu mais de 64 concessionárias em 24 estados e comercializou 7.215 automóveis, o 18º melhor resultado no ranking geral e o 14º no ranking de varejo. Assim, já se posiciona entre as principais fabricantes do país e prepara, para 2026, uma expansão ainda mais acelerada com três novos lançamentos. O desempenho de dezembro, com 1.950 unidades emplacadas, foi o melhor mês em nove meses de exercício comercial em território nacional e demonstra que a trajetória de crescimento é consistente e em linha com a demanda de consumidores. Na comparação com novembro, a marca apresentou crescimento real de 43% em emplacamentos e avanço de 36% no market share geral, atingindo 0,7% de participação de mercado. No segmento de SUVs C e D, o resultado também foi expressivo, com aumento de 22% na participação de mercado. O desempenho é devido, entre outros fatores, ao Jaecoo 7, que superou as 1.000 unidades no mês e foi um dos principais vetores de crescimento da operação brasileira. Lançado no final de outubro, o Omoda 5 HEV registrou 1.300 unidades com um pouco mais de um mês e meio de vendas, e é o SUV compacto híbrido de preço mais acessível do mercado nacional. Os dados indicam a aceitação local dos modelos da marca, que avança em novas energias com o Sistema Super Híbrido (SHS), que combina alta potência, eficiência e longa autonomia. Interior do modelo Omoda 5, SUV compacto híbrido de preço mais acessível do mercado nacional Divulgação Portfólio robusto Até o início de 2026, os consumidores brasileiros contam com o Omoda E5, o primeiro modelo 100% elétrico da marca no país, que encerrou o ano com 740 unidades vendidas — equivalente a 3,3% do market share no segmento de eletrificados, um dos mercados mais estratégicos da indústria. O Omoda 7, lançado em outubro, somou 188 unidades comercializadas em 2025. Ele vem com teto solar com acionamento elétrico, rodas de liga leve de 20 polegadas e uma série de soluções tecnológicas, como o Assistente de Estacionamento Remoto (RPA) e o Assistente Automático de Estacionamento (APA), que transferem manobras complexas ao veículo com o apoio do sistema inteligente 8155. Já o Omoda 5 tem design com linhas ousadas e proporções marcantes. E o Jaecoo 7, por sua vez, é reconhecido pelo alto desempenho, resultado do avanço da tecnologia SHS, o Sistema Super Híbrido. A plataforma disponibilizada pela companhia é composta por dois sistemas, SHS-P (híbrido plug-in) e SHS-H (híbrido), e se apoia em quatro pilares centrais: Super Performance, Super Range, Super Eficiência e Super Autonomia Elétrica. Seu principal diferencial está na sinergia entre o motor de alta eficiência dedicado a aplicações híbridas, a transmissão híbrida DHT e o conjunto de baterias de alto desempenho. Como resultado, a tração elétrica atua como principal fonte de propulsão, com o motor a combustão funcionando de forma complementar. Assim, a experiência de condução se torna suave, comparável à de veículos 100% elétricos em partidas e velocidades baixas e médias. Novos modelos Para 2026, a estratégia da OMODA & JAECOO é ancorada em pilares estratégicos, que incluem o desenvolvimento de pessoas, com foco na formação de competências, liderança e governança brasileira; o avanço do plano de produção local, por meio de estudos de viabilidade e da identificação de oportunidades na cadeia produtiva nacional; a expansão e a consolidação da rede de concessionárias e a excelência na experiência do cliente, tanto nos processos de vendas quanto no pós-vendas. A fabricante vai também ampliar o portfólio, com o lançamento dos inéditos Omoda 4, que deve ser a porta de entrada, com preço mais acessível, Jaecoo 5, SUV compacto que combina tecnologia e conforto, e Jaecoo 8, o modelo mais sofisticado da O&amp;J. O objetivo é construir no Brasil uma marca feita por brasileiros, para brasileiros, capaz de gerar emoção, confiança e identificação genuína com o público local. A estratégia combina inovação, tecnologia, sensibilidade cultural e um compromisso consistente com o desenvolvimento da indústria automotiva nacional. Em termos globais, a marca constrói sua pegada com visão de longo prazo em pesquisa, desenvolvimento e manufatura, baseada em múltiplas rotas tecnológicas. A O&amp;J aprofunda tecnologias-chave, buscando equilíbrio entre desempenho, eficiência e aplicação real para atender, de forma prática e acessível, às demandas de diferentes mercados. E assim se posiciona na direção de se tornar a marca híbrida número um do mundo, com visão de longo prazo que coloca tecnologia a serviço da vida, produtos conectados à cultura e produção enraizada localmente.
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January 30, 2026 at 4:02 PM
5 usados de Fiat e Jeep com motor T270 de 185 cv a partir de R$ 70 mil
<img src="https://s2-autoesporte.glbimg.com/VQb05YdZR57zAPzBcERGZdsv2PU=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_cf9d035bf26b4646b105bd958f32089d/internal_photos/bs/2021/q/q/WKHOBbSLyjNPQUPHKx4A/fiat-toro-volcano-2022-t270-dianteira-movimento-01.jpg" /><br /> Quando o motor turbo 1.3 T270 fez sua estreia no Brasil na Fiat Toro, em 2021, significou o fim do propulsor 1.8 aspirado da família eTorq, enquanto o 2.0 Tigershark era aposentado tempos depois no Jeep Compass. A chegada do motor com proposta downsizing significou um novo desempenho para os modelos do Grupo Stellantis, com mais potência e torque. E o mercado de usados e seminovos já tem vários modelos equipados com esse T270. Assim, listamos 5 carros seminovos e usados de Fiat e Jeep a partir de R$ 73 mil. Os preços citados foram verificados no Mercado Livre durante a apuração e produção da matéria, no mês de janeiro de 2026. Confira abaixo! 1. Jeep Renegade – a partir de R$ 73.647 O Jeep Renegade T270 traz itens como seis airbags e faróis de LED Divulgação/Jeep Quem abre a lista é o Jeep Renegade T270, que até hoje no mercado de veículos zero quilômetro se posiciona como uma das opções mais racionais. Quando conferimos o mundo dos seminovos, o SUV compacto pode ser encontrado com preço a partir de R$ 73.647 na plataforma do Mercado Livre. Debaixo do capô, temos o motor 1.3 turbo com até 185 cv de potência e 27,5 kgfm de torque que trabalha sempre com câmbio automático de seis velocidades. É aquele SUV compacto para quem não precisa de tanto espaço, mas aprecia a posição mais alta de guiar e gosta de um carro com estilo autoral. Além disso, o motor T270 acabou com a letargia do antigo 1.8. Desde a versão de entrada, tem pacote de itens de série recheado, algo pelo qual se destaca até hoje, assim soma seis airbags, faróis de LED, alerta e assistente de permanência em faixa, alerta de colisão, frenagem automática de emergência, monitor de fadiga, e multimídia com espelhamento de smarphone. + Quer receber as principais notícias do setor automotivo pelo seu WhatsApp? Clique aqui e participe do Canal da Autoesporte 2. Fiat Toro – a partir de R$ 89.900 A Fiat Toro com motor 1.3 T270 tem câmbio automático de seis marchas. Divulgação/Fiat Para quem gosta de picape, é possível comprar a Toro partir da linha 2022. Antes disso, as configurações flex da picape traziam o antigo motor 1.8 flex. A Toro é recomendada para quem quer uma picape para usar na cidade e mais espaço que as compactas, além de maior versatilidade. Assim, é possível encontrá-la em anúncios da plataforma com preço a partir de R$ 89.900. O propulsor aqui também trabalha com câmbio automático de seis marchas. Vale lembrar que desde o início deste ano esse motor perdeu potência por conta das normais mais rígidas de emissões do Proconve, passando dos 185 cv para 176 cv de potência. A picape tem seis airbags, assistente de partida em rampa, monitor de pressão dos pneus, sensor de estacionamento, multimídia com espelhamento de smartphone , além de controles de estabilidade e tração. Initial plugin text 3. Jeep Compass – a partir de R$ 95.900 O Jeep Compass é um dos SUVs mais vendidos do Brasil. Divulgação/Jeep Um dos SUVs mais vendidos do Brasil, o Jeep Compass não ficaria de fora desta lista. O utilitário de porte médio também é indicado para quem precisa de mais espaço do que o Renegade, sendo que desde a linha 2022 também carrega sob o capô o motor T270. Este o deixou um pouco mais ligeiro, embora o antigo 2.0 aspirado flex não fizesse feio. Pode ser adquirido no Mercado Livre com preço inicial de R$ 95.900. O motor 1.3 turbo flex tem o mesmo câmbio dos anteriores. Com maior espaço interno que o irmão menor (Renegade), também ostenta um desenho mais clássico de SUV e inspirado no famoso Grand Cherokee, sendo uma boa opção para famílias. Desde a variante mais básica, a Sport, soma bom pacote de equipamentos: seis airbags, controles de tração e estabilidade, faróis de LED, assistente de partida em rampa, faróis de neblina, monitor de pressão dos pneus, multimídia com espelhamento, ar-condicionado de duas zonas e freio de estacionamento eletrônico com auto-hold. 4. Fiat Fastback – a partir de R$ 99.900 O porta-malas do Fiat Fastback T270 possui 516 litros de capacidade. Divulgação/Fiat Para quem gosta de um modelo com design mais chamativo e esportivo, o Fiat Fastback pode ser uma alternativa no mercado de seminovos. Vale lembrar que, desde o lançamento do SUV cupê, a maioria das versões traz o motor 1.0 turbo flex T200. Até a chegada da variante Abarth, o Fastback tinha somente a configuração Limited Edition By Abarth com o propulsor T270, versão essa que parte de R$ 99.900 no Mercado Livre em modelos 2023. O motor 1.3 turbo flex T270 tem a mesma potência e torque dos modelos citados acima, também com câmbio automático de seis marchas – com direito a aletas atrás do volante para trocas de marcha manuais. Além do desenho de SUV com perfil de cupê por conta do caimento do teto, o modelo é muito procurado por quem precisa de um porta-malas grande, já que são 516 litros de capacidade. Como uma clássica versão topo, soma pacote recheado com faróis de LED, farol alto automático, faróis de neblina, sensor de estacionamento dianteiro e traseiro, além de multimídia com espelhamento, alerta e assistente de permanência em faixa, alerta de colisão, frenagem automática de emergência e monitor de fadiga. 5. Fiat Pulse Abarth – a partir de R$ 104.900 O Fiat Pulse Abarth é vendido a partir de R$ 104.900 no Mercado Livre. Divulgação/Fiat Por fim, temos o Pulse Abarth, configuração preparada pela divisão esportiva da Fiat e que pode ser encontrada com preço a partir de R$ 104.900 no Mercado Livre. É o SUV compacto para quem busca desempenho e boa dinâmica, pois ele difere bastante do restante das versões com o 1.0 T200. Apesar de ser um modelo esportivo, tem a mesma força dos demais membros da Stellantis com o motor 1.3 turbo flex T270. Seu propulsor 1.3 de até 185 cv de potência e 27,5 kgfm de torque conta sempre com o câmbio automático de seis marchas, igual aos outros. O maior destaque é a presença do modo de condução, batizado de Poison – localizado em um botão vermelho no volante. Quando ativado, ele deixa a direção mais pesada e altera a calibração do pedal do acelerador (fica mais responsivo) e do câmbio, deixando sempre uma marcha abaixo do que costuma e com trocas mais rápidas. Entre os destaques em equipamentos, temos faróis de LED, farol alto automático, faróis de neblina, sensor de estacionamento dianteiro e traseiro, vetorização de torque e multimídia com espelhamento. Quer ter acesso a conteúdos exclusivos da Autoesporte? É só clicar aqui para acessar a revista digital. Mais Lidas Nota de transparência: Autoesporte mantém uma parceria comercial com lojas parceiras. Ao clicar no link da varejista, Autoesporte pode ganhar uma parcela das vendas ou outro tipo de compensação. Os preços mencionados podem sofrer variação e a disponibilidade dos produtos está sujeita aos estoques. Os valores indicados no texto são referentes a dezembro de 2025.
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January 30, 2026 at 4:02 PM