Brothers bebem cerveja dentro de bota no 'BBB 26', e especialista alerta para riscos à saúde
As festas do “Big Brother Brasil 26” sempre rendem bafafá. O que chocou os fãs do reality na festa do líder Alberto Cowboy, no entanto, foi uma atitude nojenta dos confinados: eles decidiram colocar bebidas dentro de botas e usá-las como copo, virando o líquido diretamente na boca. Especialistas alertam para os riscos que a "brincadeira" pode trazer à saúde, inclusive transmitindo doenças.
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Em vários vídeos, a veterana Sarah Andrade aparece derramando bebida alcoólica em sua própria bota e na de Cowboy, distribuindo o conteúdo para outros participantes, como Jonas Sulzbach, Jordana, Brígido e o próprio líder da semana. Nas redes sociais, internautas que não acompanharam a festa se assustaram ao assistir às imagens.
Jonas Sulzbach, veterano do 'BBB 26, toma bebida em bota de outro participante durante festa do líder
Reprodução
“Meu Deus, acabei de ver o vídeo das pessoas no BBB bebendo cerveja de dentro da bota do Alberto Cowboy. Que nojeira. Como alguém se presta a isso, meu Deus? Eu tirava todas as estalecas de quem fez isso. Tô gorfando”, escreveu uma usuária no X, antigo Twitter.
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Segundo a cirurgiã-dentista Bruna Conde, a prática é comum em festas do interior do país e em rodeios. Muitos acreditam que o álcool presente na bebida elimina microrganismos, mas a concentração não é suficiente para eliminar bactérias e vírus. Além disso, a convivência intensa no confinamento contribui para a normalização de atitudes como o compartilhamento de copos e recipientes.
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— Quando várias pessoas bebem do mesmo recipiente, há um risco real de transmissão de bactérias, vírus e fungos pela saliva. Momentos de descontração fazem com que cuidados básicos sejam deixados de lado, mas a boca é uma das principais portas de entrada para infecções — explica a dentista.
Entre os riscos associados à prática estão doenças como herpes labial, candidíase oral, gengivite, além do agravamento de cáries e outras infecções bucais. O contato com calçados ou botas, que acumulam microrganismos externos, aumenta ainda mais o perigo.
— Mesmo que a bota esteja aparentemente limpa, ela não foi feita para o consumo de alimentos ou bebidas — destaca Bruna.
A especialista orienta que é preciso reforçar a prevenção, sem “demonizar” tradições culturais. Já a audiência clama para que a prática não volte a acontecer.
— É possível valorizar costumes e, ao mesmo tempo, adotar práticas mais seguras, como evitar o compartilhamento e priorizar recipientes adequados — conclui.
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